Brasil Operação do MP-DF apura esquema de propina na contratação de leitos na gestão de Agnelo Queiroz

16:12  23 julho  2020
16:12  23 julho  2020 Fonte:   redetv.uol.com.br

Lava-Jato denuncia Renato Duque por fraudes de R$ 525 milhões na Petrobras

  Lava-Jato denuncia Renato Duque por fraudes de R$ 525 milhões na Petrobras O MPF pede que os denunciados sejam condenados a devolver R$ 3,7 milhões, correspondentes ao total dos valores supostamente lavados . A força-tarefa da Lava-Jato pede ainda que a Justiça determine o pagamento de igual montante em indenização por danos morais à população brasileira.Condenado a mais de 130 anos de prisão, Duque foi um dos primeiros alvos do alto escalão da Petrobras na Operação Lava-Jato.

Mala de dinheiro foi apreendida em buscas

O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) deflagra uma operação que investiga o pagamento de propina na contratação de leitos para a rede pública de saúde na gestão do ex-governador Agnelo Queiroz (PT). Nesta quinta-feira (23), estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão pela 1ª Vara Criminal de Brasília.

De acordo com as investigações, o ex-governador e o ex-secretário de saúde do DF, Rafael Barbosa, teriam sido favorecidos por um repasse de 10% sob o valor de R$ 4.620.000,00 referente ao contrato, o que equivale a R$ 462 mil, entre 2010 e 2014.

Prefeitura vai desativar parte do hospital de campanha do Anhembi a partir de agosto

  Prefeitura vai desativar parte do hospital de campanha do Anhembi a partir de agosto Prefeito Bruno Covas (PSDB) anunciou a medida em coletiva de imprensa nesta quinta-feira, 16A prefeitura afirma que, na mesma data, serão abertos leitos em outros dois hospital. No hospital da Brasilândia, serão abertos mais 132 leitos de enfermaria permanentes e dois terços dos funcionários do Anhembi serão reaproveitados nessa unidade. Profissionais de Saúde que estão trabalhando no hospital de campanha serão deslocados para essa unidade. No hospital Sorocabana, também em 1º de agosto, serão abertos 60 novos leitos de enfermaria.

A vantagem indevida teria sido paga por meio de um contrato fictício de publicidade e marketing firmado entre a empresa Hospimetal, que pretendia vender seus produtos à Secretaria de Saúde do DF e o Instituto Brasília para o Bem-Estar do Servidor – IBESP. A contratação foi feita pela pasta em 2014.

A apuração é coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público, com apoio da Polícia Civil. A ação, batizada de "Alto Escalão", é um desdobramento da Operação Checkout, de 2018, que já apurava esquema ilícito em contratos pela Secretaria de Saúde.

Durante as buscas, houve a apreensão de uma mala cheia de dinheiro, com notas em real e dólar (veja a foto acima). O montante estava em endereço ligado à Adriana Aparecida Zanini, vice-presidente do Instituto Brasília Para o Bem-Estar do Servidor Público (IBESP), para onde os valores teriam sido transferidos. A quantia apreendida não foi divulgada até agora.

Desembargador concede habeas corpus para advogado de Flávio Bolsonaro

  Desembargador concede habeas corpus para advogado de Flávio Bolsonaro Alegou inviolabilidade do sigilo profissional. Victor Granado teria presenciado vazamentoA decisão do desembargador Paulo Espírito Santo se baseou no artigo 133 da Constituição da República, o Estatuto da OAB e o artigo 154 do Código Penal, que “asseguram a inviolabilidade do sigilo profissional dos advogados”.

As irregularidades foram encontradas após uma auditoria do Tribunal de Contas do DF que, em 2016, constato que ainda havia macas, leitos, berços e divisórias encaixotados no depósito da Secretaria de Saúde. Outros novos fatos foram revelados em colaboração premiada e após a realização de investigações e diligências independentes, além de provas obtidas do processo original.

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Queiroz gastou R$ 50 mil em móveis no Rio enquanto estava em Atibaia, diz TVSegundo o Ministério Público do Rio, o objetivo da compra foi ocultar seu real paradeiro, caso fosse surpreendido por uma operação policial em casa. Além disso, o valor gasto com a mobília seria cerca de cinco vezes maior do que os rendimentos dele. Já que sua renda como policial militar aposentado é de R$ 11 mil mensal.

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