Brasil Noronha rejeitou 700 pedidos de prisão domiciliar durante a pandemia

16:11  26 julho  2020
16:11  26 julho  2020 Fonte:   poder360.com.br

Presidente do STJ está com Covid-19

  Presidente do STJ está com Covid-19 Presidente do STJ está com Covid-19BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ, João Otávio Noronha, teve resultado positivo em teste para detectar a Covid-19 e está em isolamento, informou a corte nesta segunda-feira.

Noronha também concedeu prisão domiciliar a Márcia Aguiar, mulher de Queiroz, enquanto ela estava foragida. Em decisão, o ministro justificou que era 'recomendável' que ela ficasse ao lado do marido para 'lhe dispersar as atenções necessárias'. Márcia voltou para a casa dois dias depois.

"Prepare a saúde porque durante a semana teremos sobe e desce de temperaturas", disse Puchalski.Na segunda-feira há previsão Ministro do STJ que colocou Queiroz em prisão domiciliar rejeitou 700 pedidos sobre Covid. João Otávio de Noronha , presidente da Corte, acolheu 18 dos

O presidente do STJ, ministro João Otávio de Noronha, em entrevista ao Poder em Foco. O programa é feito em parceria entre Poder360 e SBT © Sérgio Lima/Poder360 O presidente do STJ, ministro João Otávio de Noronha, em entrevista ao Poder em Foco. O programa é feito em parceria entre Poder360 e SBT

João Otávio de Noronha, presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), rejeitou 96,5% dos 725 pedidos de prisão domiciliar que chegaram à Corte em razão da pandemia da covid-19. Em 9 de junho, Noronha concedeu habeas corpus a Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, levando em conta “as condições pessoais de saúde” do investigado. O levantamento do STF foi realizado a pedido do G1.

Governo argentino lança projeto de reforma judicial .
O presidente da Argentina, Alberto Fernández, apresentou um projeto de reforma judicial que pode aumentar o número de membros do Supremo Tribunal, entre outras mudanças, para garantir o devido processo, acelerar os julgamentos e tornar a justiça independente do poder político, segundo seu discurso. "Eu só procuro fazer a República que todos proclamam, mas que alguns desonraram", disse o peronista de centro-esquerda, professor de direito penal na Universidade de Buenos Aires há décadas.

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