Brasil Novo líder do governo defende distribuição de cargos e fala em 'enfrentar servidores'

16:16  13 agosto  2020
16:16  13 agosto  2020 Fonte:   estadao.com.br

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O vice- líder do governo no Senado, Izalci Lucas (PSDB-DF), defendeu em entrevista ao GLOBO a entrega de cargos no Executivo para indicados Ele afirmou que há uma invasão de competências entre os poderes, mas "principalmente do Supremo". Izalci afirma ainda que faltou articulação entre

Oficializado no cargo nesta sexta-feira (18), o senador Eduardo Gomes (PMDB-TO) disse, em entrevista à Agência Senado, que há um consenso entre os parlamentares para aprovar a Reforma da Previdência na próxima semana. O novo líder também defende outras medidas, como a Reforma

Novo líder do governo na Câmara, o deputado federal Ricardo Barros (Progressistas-PR) defendeu a distribuição de cargos no governo para fortalecer a articulação no Congresso. Em entrevista à Rádio Eldorado, disse ainda que é preciso "enfrentar a corporação dos servidores públicos" para aprovar a reforma administrativa.

Barros assumiu o lugar do deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO), em um gesto do presidente Jair Bolsonaro que consolida a aliança com o Centrão. O cargo de líder do governo na Câmara dos Deputados é importante por ser a ponte entre o Palácio do Planalto e os parlamentares.

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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) defendeu na tarde desta segunda-feira (4/11) uma mudança na data de pagamento de salários de servidores . A ideia foi exposta durante a solenidade em alusão ao Dia do Servidor Público, após reunião com a equipe econômica do governo no Palácio do

Desejo toda sorte ao novo líder Ricardo Barros, que contará com meu total apoio", escreveu. Em troca, a negociação costuma envolver a cessão de cargos no governo aos partidos, que podem Inquérito das fake news. Maia defende que STF rejeite ação de Bolsonaro contra bloqueio de perfis.

Ricardo Barros foi ministro da Saúde até abril de 2018 © Fabio Motta/Estadão Ricardo Barros foi ministro da Saúde até abril de 2018


À Eldorado, Barros afirmou que "é absolutamente justo" que os partidos que deem governabilidade ao presidente tenham participação programática no governo. Questionado se a negociação passaria por cargos, o deputado afirmou que a articulação inclui a "coalizão de governo", uma vez que o presidente e seu partido têm apenas uma parcela de representantes no Congresso, precisando formar maiorias simples e qualificada para a aprovação de suas matérias de interesse.

"A nossa Constituição tem o presidencialismo de coalizão e é absolutamente justo que os partidos que vão dar governabilidade, que vão permitir o governo aprovar matérias que ele prometeu na campanha, tenham elementos de seu partido no governo, fazendo o programa de cada partido, é assim que funciona o Brasil", disse.

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Cinco anos de muito trabalho para o governo de Angola. José Eduardo dos Santos foi eleito Presidente no sufrágio de 31 de agosto. Mas Katila Pinto de Andrade acredita numa mudança, pois apesar de tudo acredita que o país está a melhorar. A analista defende que a mensagem implícita

Líder do PSD fala em "maior crime de colarinho branco em Portugal" no processo do Novo Banco Presidente do BCP, Miguel Maya, defende que a obrigação de capitalizar o Novo Banco, através Trabalhadores contestam autorização para rescisão de 310 cargos , em vez dos 84 definidos por

Inicialmente, segundo Barros, Bolsonaro tentou negociar diretamente com as frentes parlamentares. "Neste ano, desde fevereiro, iniciou uma tratativa com partidos políticos, com presidentes e líderes de partidos políticos, porque percebeu que as frentes parlamentares não tinham a condição de entregar a aprovação das matérias que o Brasil precisa."

O novo líder do governo na Câmara assume agora com a missão de melhorar a comunicação o Planalto e o Congresso, em um momento em que as tratativas para as principais reformas - a administrativa e a tributária - estão paradas. Segundo o deputado, para a reforma administrativa, o principal desafio será enfrentar os servidores de carreira.

"Claro que há sim uma grande resistência da corporação de servidores públicos que abduziu o Orçamento da União. Mas vamos enfrentar essa corporação, vamos enfrentar as dificuldades que aparecerem para que os brasileiros, em especial os contribuintes e aqueles que precisam do auxilio do Estado, sejam prioridade, e não a corporação dos servidores que levaram a grande vantagem nas discussões orçamentárias."

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  Policiais civis fazem paralisação contra reforma da Previdência do estado Categoria exige reconhecimento dos riscos próprios da função e paralelismo com a Polícia Militar (PM). Na nota, os representantes dos servidores criticam a reforma do governo de Romeu Zema (Novo). “Uma reforma que desconheça e desrespeita o tratamento paradigmático entre as forças de segurança que exercem funções diferenciadas, mas complementares, poderá atingir o caos, como efeito deletério incrementar a criminalidade e a impunidade. Essa reforma não atinge apenas o servidor público atingirá toda a população mineira, portanto,   e proporcional à importância das funções que executamos”, finaliza.

Ocupação de cargos /funções de confiança nos órgãos superiores ( servidores em exercício). Entenda o gráfico: Os círculos representam os órgãos superiores. Sua posição com relação ao eixo horizontal indica a quantidade de vínculos existentes de servidores em exercício no órgão com cargo /emprego

Na verdade, quando se fala em . conglomerado de empresas – ou conceitos relacionados – está se Atualmente não se pode negar o papel do líder nas organizações e sua capacidade de influenciar os [Show full abstract] semiestruturadas com 30 indivíduos, entre servidores e terceirizados de

De acordo com Barros, a estratégia será direcionar a reforma administrativa para os servidores futuros, retirando os efeitos dos que já estão nomeados e são necessários para os procedimentos nas Casas Legislativas. "Quem escreve o documento para ser entregue ao Congresso? Servidores públicos. Nenhum papel tramita no governo sem o parecer técnico de um funcionário de carreira e sem o parecer jurídico de um funcionário de carreira. Os cargos comissionados não podem emitir esses pareceres. Então é natural que haja resistência desses funcionários em escrever algo que vai de encontro aos seus interesses", disse.




Defesa de Pazuello e críticas a Teich e Mandetta

Ex-ministro da Saúde de Michel Temer, Barros também foi questionado sobre o interino na pasta, Eduardo Pazuello, e o gerenciamento da pandemia. O líder do governo na Câmara elogiou o trabalho do general e criticou os ex-ministros Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, que deixaram o governo após divergências com Bolsonaro, entre outros pontos, sobre o uso da cloroquina no tratamento da covid-19.

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  Padre que dirigiu poderosa entidade de controle é preso no Equador Um padre que presidia uma entidade com poderes para designar autoridades de controle no Equador foi condenado nesta segunda-feira (17) a cinco anos de prisão por oferecer cargos públicos em troca de dinheiro, informou o Ministério Público. O MP explicou que Tuárez "era o responsável por oferecer cargos públicos em suas diferentes modalidades, para instituições como o Ministério da Saúde, a Diretoria de Aviação Civil, o Serviço Nacional de Alfândegas e para a estatal Petroecuador, em troca de grandes quantias de dinheiro", segundo comunicado.

O Portal do Servidor do Estado do Espírito Santo é um portal web no qual o servidor público tem acesso a diversos serviços e informações do Governo . Secretaria de Estado de Gestão e Recursos Humanos. Governo do Estado do Espírito Santo.

O líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), afirmou que a convalidação da decisão do STF sobre a prisão do líder do governo , Delcídio do Amaral

"O general Pazzuelo tem sido eficientíssimo no ministério, tem trabalhado muito e tem feito as entregas necessárias: tem os respiradores, tem os equipamentos de proteção individual, que o ministro Mandetta não comprou nenhum, e nem o Teich. E, especialmente, temos um comando novo: aos primeiros sintomas, procure um médico. E não 'fique em casa até ter falta de ar'. Esse novo comando de tratar a partir dos primeiros sintomas vai salvar muitas vidas", disse.

Alinhado ao que defende Bolsonaro, Barros também criticou o isolamento horizontal, afirmando que a pandemia já teria sido superada se o País tivesse optado pela imunidade de rebanho anteriormente. "Só o Brasil tem o SUS. Só o Brasil tem 50 mil postos de atendimento gratuito para a população. O Brasil não precisava ter feito isolamento horizontal. poderia ter feito isolamento vertical e já teríamos adquirido imunidade de rebanho e superado essa epidemia."


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(AFP)

Maia defende veto a reajuste de servidores e alfineta equipe de Guedes .
Deputado diz que mudou de ideia. Citou o auxílio aos EstadosMaia falou em sessão do Congresso para análise do veto de Bolsonaro à possibilidade de aumentos até o fim de 2021. Ele não preside esse tipo de sessão. Sua declaração foi no tempo de liderança do DEM, seu partido.

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