Brasil Governo decide aderir a programa global de acesso à vacina contra a covid-19

05:23  19 setembro  2020
05:23  19 setembro  2020 Fonte:   estadao.com.br

5.000 brasileiros receberam vacina de Oxford sem reações adversas, diz Unifesp

  5.000 brasileiros receberam vacina de Oxford sem reações adversas, diz Unifesp Testes foram suspensos nesta 3ª. Responsáveis avaliam segurança. Paciente no Reino Unido passou malA universidade, responsável por coordenar o estudo no Brasil, fez a declaração depois que a AstraZeneca suspendeu os testes para reavaliar a segurança da substância. Um dos voluntários do Reino Unido apresentou efeitos adversos à vacina, que não foram detalhados.

BRASÍLIA - O governo Jair Bolsonaro anunciou na noite desta sexta-feira, 18, a intenção de aderir à Covax Facility, consórcio da Organização Mundial da Saúde (OMS) para acelerar o desenvolvimento de vacina contra a covid-19, além de promover o acesso equitativo às doses.

Um dos compromissos ao entrar na iniciativa é garantir o fornecimento da imunização para ao menos 20% da população de cada país. Ainda não há informações sobre quanto será investido no programa.

Coronavírus: testes com vacina de Oxford são interrompidos após 'adoecimento sem explicação' de paciente

  Coronavírus: testes com vacina de Oxford são interrompidos após 'adoecimento sem explicação' de paciente Imunização desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford está atualmente na fase 3 de testes, envolvendo 30 mil pessoas em países como Inglaterra e Brasil.A AstraZeneca anunciou nesta terça-feira (8/9) que os ensaios clínicos com a vacina de Oxford, como ficou conhecida, foram suspensos após um participante do Reino Unido ter sofrido reações adversas — segundo um porta-voz da empresa, trata-se de uma pausa "rotineira" na produção de vacinas no caso de algum dos pacientes ter um "adoecimento sem explicação": "É uma ação que precisa acontecer sempre que houver um adoecimento sem explicação em algum dos testes, enquanto isto é investigado, assegurando a ma

Na quinta-feira, 17, o governo disse que estudava “criteriosamente” a participação na Covax Facility. Em nota, também afirmou que o Brasil é reconhecido mundialmente pelo Programa Nacional de Imunização.

A ideia é que a iniciativa facilite acordos bilaterais sobre vacinas. O consórcio analisa o desenvolvimento dos imunizantes. Hoje, a Secretaria Especial de Comunicação Social e o Ministério das Comunicações divulgaram nota para destacar que “a aquisição de uma vacina segura e eficaz é prioridade do governo federal”.

O governo aposta na vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e a AstraZeneca contra a covid-19. A Fiocruz ganhou aporte de R$ 2 bilhões para receber, processar, distribuir e passar a fabricar sozinha o imunizante. A ideia é que os primeiros 15 milhões de doses sejam aplicados em janeiro de 2021 no Brasil, ano em que 100 milhões de unidades devem ser distribuídas.

Governos estaduais também têm negociações próprias sobre vacinas. São Paulo, por exemplo, aposta na Coronavac, fabricada na China. O Paraná, por sua vez, tem negociação com a Rússia para fabricar a Sputnik V.

São Paulo recebe 5 milhões de doses da vacina chinesa em outubro .
O Instituto Butantan, em São Paulo, vai receber as primeiras 5 milhões de doses da vacina chinesa CoronaVac já em outubro. O anúncio foi feito no domingo, 20, pelo governador João Doria (PSDB).Essas primeiras doses já chegam prontas da China. Até o fim de 2020, a previsão é que o estado receba ao todo 46 milhões de unidades da vacina, na expectativa de que ela seja aprovada. No momento, a CoronaVac está na terceira e última fase de testes em voluntários no Brasil antes de ser submetida à aprovação dos órgãos regulatórios.

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