Brasil Argentina: desvalorização da confiança e deriva oficial

02:46  29 setembro  2020
02:46  29 setembro  2020 Fonte:   clarin.com

Com técnico novo, Confiança vence o Guarani e sobe na tabela da Série B

  Com técnico novo, Confiança vence o Guarani e sobe na tabela da Série B Vitória levou a equipe aos 11 pontos, ganhando cinco posições; rival somou seu segundo jogo consecutivo sem vitória e estacionou nos oito pontos, em 16º lugar. © Divulgação/ Guarani Confiança vence o Guarani por 1 a 0 na Série B do Campeonato Brasileiro Motivado com a estreia do técnico Daniel Paulista, que substituiu Matheus Costa, o Confiança pareceu querer mostrar serviço ao novo comandante. O time sergipano iniciou em cima do Guarani e foi logo criando boa oportunidade de gol. Lucas Abreu entregou para Reis, que chutou e mandou rente à trave de Jefferson Paulino.

Hoje partilho contigo #5 destruidores da confiança . No final do vídeo lanço um desafio para fazer crescer o músculo da confiança e ainda potenciar a saída da zona de conforto. Acompanha-me no instagram @anaritacosta.coach e juntas vamos apoiar-nos neste desafio

Os dados de Confiança do Consumidor: Variação Anual da Argentina permanecem com status ativo na CEIC e são reportados pela fonte: CEIC Data. Os dados são classificados sob o World Trend Plus’ Global Economic Monitor – Table: Consumer Confidence: Y-o-Y Change: Monthly: North and South

Alberto Fernández, en San Antonio de Areco. © Fornecido por Clarín Alberto Fernández, en San Antonio de Areco.

A economia não precisa de uma tomografia para saber como está: é só olhar para o dólar, seu preço e como fazer para obtê-lo. As desvalorizações são quase sempre muito mais do que uma mera questão econômica. A mais importante agora, mas não só associada à desvalorização do peso, é a desvalorização acelerada do governo Alberto Fernández.

O dólar, e o que está acontecendo com ele, é um sintoma claro de que a confiança no governo está desabando. Nada de novo em um país onde a história, circular, se repete com uma frequência cada vez maior.

Ministro da Economia da Argentina 'sob fogo amigo'

  Ministro da Economia da Argentina 'sob fogo amigo' A credibilidade do governo de Alberto Fernández, um elemento central, já está desvalorizada. Sem confiança, pouco pode ser feito. A mudança permanente de discurso já foi usada por Carlos Menem, com mais talento e equipe que o atual.O discurso não é confiável. Fernández dizia que as restrições à compra de dólares eram a pedra que bloqueava a porta e agora quer convencer todos de que é o óleo que a move. Enquanto isso, o governo faz política com o sistema previdenciário: o próprio Guzmán está espantado com o nível de emissão de moeda.

De seguida listam-se os coeficientes de desvalorização da moeda a aplicar aos bens e direitos alienados durante 2019, cujo valor deva ser atualizado de acordo com os artigos 47.º do Código do IRC e 50.º do Código do IRS, para efeitos de determinação da matéria coletável destes impostos.

'Frantz' Official Trailer (2016). 2:07. Programa de Ellen DeGeneres investigado por práticas abusivas aos funcionários.

O presidente Alberto Fernández está sofrendo uma desvalorização e se nota que ele sabe disso. Aumenta a agressividade em seus discursos e deixa claro que quem não entende ou não quer entender o que acontece é sempre o outro, que é também, no final das contas, o culpado. Tanta obsessão em culpar os outros é uma tática para esconder os próprios erros, que são muitos. No entanto, para um político, mais sério do que isso é ficar com raiva da realidade. E a realidade diz que o governo está passando por um momento difícil.

Também não é novidade que o ministro da Economia, Martín Guzmán, brigue com o diretor do Banco Central, Miguel Pesce, como está acontecendo agora. (Foto: Raúl Ferrari/cf/Telam). © clarin.com Também não é novidade que o ministro da Economia, Martín Guzmán, brigue com o diretor do Banco Central, Miguel Pesce, como está acontecendo agora. (Foto: Raúl Ferrari/cf/Telam).

Também não é novidade que o ministro da Economia, Martín Guzmán, brigue com o diretor do Banco Central, Miguel Pesce, como está acontecendo agora. Esses confrontos obrigam o presidente a tomar decisões que não provoquem mais crises. Atualmente Guzmán está estudando instrumentos atraentes para poupar em pesos e Pesce está desesperado porque as reservas em dólares continuam diminuindo.

A frágil economia argentina

  A frágil economia argentina A pandemia afeta as economias de vários países e, especialmente, as da América Latina. Mas a frágil economia argentina acumula velhos e novos problemas.O Banco Central da República Argentina (BCRA), com apoio do presidente Alberto Fernández e da vice-presidente Cristina Kirchner, apertou mais o controle para a aquisição de dólares. As reservas do BCRA encolheram ainda mais nestes últimos meses com os poupadores comprando a moeda americana (o limite de US$ 200 mensais), acima do esperado. Sinal de desconfiança nos rumos da economia, concordam economistas. Com o controle anunciado na semana passada o acesso a essa compra de US$ 200 foi bloqueado.

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Olá meus queridos, Nest LIVE transmitida ontem 26.10 eu abordo este tema COMO DESPERTAR A CONFIANÇA ? Você já percebeu que sempre deixamos de acreditar em

Guzmán e Pesce dançam na corda bamba dos boatos. O governo embarcou em uma luta cultural contra a poupança em dólares. E se equivoca novamente: o problema é econômico, não cultural. E a origem desse problema é a falta de confiança crônica de um país que não tem um horizonte estável.

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Por que o governo parece desnorteado? A coalizão Frente de Todos foi uma ferramenta para ganhar as eleições. Mas não serve para governar. Isso ficou claro com Cristina Kirchner e o sistema de decisões que chegou para não ser contestado. Essa assimetria, sem dúvida empurra à desvalorização política.

O grande número de ministérios, pensados para incluir todas as frações da aliança, é disfuncional. Nem tudo pode ser colocado na conta do vírus. Uma reorganização é inevitável.

Rivais de EUA se beneficiam de impasse da soja na Argentina

  Rivais de EUA se beneficiam de impasse da soja na Argentina O aumento dos controles cambiais na Argentina tem impacto generalizado, desde a dívida corporativa até planos de assinatura da Netflix. Mas há beneficiários inesperados: esmagadores de soja dos Estados Unidos. O banco central tenta impedir a queda das reservas em moeda forte com a restrição ao acesso a dólares. Ao mesmo tempo, as autoridades permitiram a proliferação de múltiplas taxas de câmbio, sendo que a taxa oficial controlada é muito mais forte do que as outras.

O Arcturiano texto canalizado por minha amiga e irmã Sandra M. Luz, postado no Blog Trabalhadores da Luz, editado por inspiração da Federação Galáctica ao

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Por que o governo parece desnorteado? A coalizão Frente de Todos foi uma ferramenta para ganhar as eleições. Mas não serve para governar. (Foto: Fernández e o ministro Guzmán - Juan Mabromata/Pool via REUTERS). © clarin.com Por que o governo parece desnorteado? A coalizão Frente de Todos foi uma ferramenta para ganhar as eleições. Mas não serve para governar. (Foto: Fernández e o ministro Guzmán - Juan Mabromata/Pool via REUTERS).

Existe outra estratégia desconcertante. Igualar para baixo, desqualificar o mérito, asfixiar a classe média. Nessa crise aguda prevalece a ideia de que um Estado exausto é capaz de dominá-la, aumentando ao máximo a pressão sobre todo o setor produtivo. É a “neopobreza”, como acaba de definir criticamente Felipe González, onde aqueles que, com a desculpa de combater a pobreza, empobrecem a sociedade de propósito ou por erros de uma política equivocada. O país está à deriva, sem rumo.

Fernández está se radicalizando e isso o enfraquece. E deixa desconcertados os aliados que atraiu com promessas de moderação. E também uma parte da sociedade que acreditou em sua promessa.

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Pandemia leva Argentina à nova crise cambial; economistas analisam situação .
Inflação do país acelerou. Cidadãos procuraram dólares. Reservas caíram dramaticamenteSe os preços estão inflacionados, a moeda argentina perde valor rápido em relação às outras moedas, como o dólar e o real. Para se proteger da inflação, muitos argentinos optam por comprar dólares –uma moeda muito mais estável do que o próprio peso. A prática tornou-se hábito por causa do histórico de instabilidade econômica do país.

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