Brasil: Dallagnol ainda não entregou celular à PF - PressFrom - Brasil

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18:22  14 junho  2019
18:22  14 junho  2019 Fonte:   estadao.com.br

PF aponta que celular de Janot foi o 1º a ser invadido em ataque hacker

PF aponta que celular de Janot foi o 1º a ser invadido em ataque hacker Cerca de 10 autoridades foram alvos de hackers. As informações foram publicadas no portal G1.

Um dos principais alvos dos ataques feitos por hackers, o procurador da República Deltan Dallagnol , chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, ainda não entregou seu celular para perícia da Polícia Federal ( PF ), segundo disseram duas fontes a par da investigação ao jornal O Estado de S

Deltan Dallagnol , chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, ainda não entregou seu celular para perícia da Polícia Federal, segundo duas O Estado apurou que outros procuradores também não enviaram seus aparelhos de celular para a PF . Além dos procuradores e juízes, três

Dallagnol ainda não entregou celular à PF © GABRIELA BILO/ESTADÃO Chefe da força-tarefa em Curitiba, Dallagnol teve celular invadido por hacker

BRASÍLIA - Um dos principais alvos dos ataques feitos por hackers, o procurador da República Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, ainda não entregou seu celular para perícia da Polícia Federal, segundo duas fontes a par da investigação. O inquérito para apurar a invasão foi aberto há um mês, mas até agora os investigadores não tiveram como analisar o aparelho.

O ministro da Justiça, Sérgio Moro, e a juíza federal Gabriela Hardt, que sucedeu Moro na 13.ª Vara da Justiça Federal de Curitiba, já enviaram seus aparelhos. Os inquéritos para apurar os ataques aos dois foram abertos na semana passada.

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Um dos principais alvos dos ataques feitos por hackers, o procurador da República Deltan Dallagnol , chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, ainda não entregou seu celular para perícia da Polícia Federal ( PF ), segundo disseram duas fontes a par da investigação ao jornal O Estado de S

Deltan Dallagnol , chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, ainda não entregou seu celular para perícia da Polícia Federal ( PF ), segundo Preocupada com novas notícias de invasões a celulares , a PGR emitiu um terceiro alerta no dia 17 de maio. Nele, anunciava que ataques estavam

As apurações ainda são iniciais, mas até agora os peritos acreditam que as mensagens que vieram a público foram retiradas do celular de Dallagnol. A verificação feita até o momento no aparelho de Moro não indicou extração de informações.

O Estado apurou que outros procuradores também não enviaram seus aparelhos de celular para a PF. Além dos procuradores e juízes, três delegados da PF de São Paulo foram alvo. Quatro inquéritos já foram instaurados.

A assessoria de imprensa do Ministério Público Federal afirmou que Dallagnol não vai comentar, já que “se trata de questão de segurança” e o caso é “alvo de inquérito da PF”. A assessoria de Moro confirmou o envio do celular e disse que ele ainda não foi devolvido. O Estado não conseguiu localizar Gabriela Hardt. A PF não comentou.

Alesp aprova proibição de fornecimento de canudinhos de plástico

Alesp aprova proibição de fornecimento de canudinhos de plástico Alesp aprova proibição de fornecimento de canudinhos de plástico /Veja SPA Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou nesta quinta-feira (13) um projeto de lei que proíbe o fornecimento de canudos de plástico em estabelecimentos públicos do estado. O projeto, da autoria do deputado estadual Rogério Nogueira (DEM), diz respeito a restaurantes, padarias, bares, hotéis, clubes noturnos, salões de dança e eventos musicais de qualquer espécie, entre outros estabelecimentos comerciais, que devem substituir o cilindro plástico por versões em papel reciclável, material comestível ou biodegradável.

Um dos principais alvos dos ataques feitos por hackers, o procurador da República Deltan Dallagnol , chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, ainda não entregou seu celular para perícia da Polícia Federal ( PF ), segundo disseram duas fontes a par da investigação ao jornal O Estado de S

Um dos principais alvos dos ataques feitos por hackers, o procurador da República Deltan Dallagnol , chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, ainda não entregou o celular para O Estado apurou que outros procuradores também não enviaram os aparelhos de celular para a PF .

Desde o mês passado, quando os primeiros ataques foram identificados, o Estado apurou que a Procuradoria-Geral da República emitiu ao menos cinco alertas com instruções de segurança aos procuradores de todo o País. O primeiro foi feito no dia 8 de maio. Na ocasião, a Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (STIC) produziu uma cartilha com medidas a serem adotadas para evitar fraudes, como manter os sistemas operacionais dos celulares sempre atualizados.

Cinco dias depois, foi feito um reforço nesse alerta, com orientação específica para que os procuradores habilitassem a verificação em duas etapas nos aplicativos de mensagens, que monitorassem onde as sessões de uso dos aplicativos estavam ativas e que não realizassem backups das conversas.

Na ocasião, a Procuradoria avisou ainda que “ataques são mais comuns do que se imagina” e pediu que os procuradores dessem preferência ao uso do aplicativo eSpace, lançado pela própria PGR em dezembro do ano passado justamente para tentar aumentar a segurança das comunicações do Ministério Público Federal.

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Dallagnol , ainda não entregou o seu telefone celular à PF para ser periciado, após três semanas desde que a troca de mensagens entre procuradores ligados à operação e o ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, foi revelada; Dallagnol tem dito a amigos que não entregará o seu celular

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O aplicativo próprio, que pode ser usado em celulares e no desktops dos procuradores, “ainda não pegou”, afirmou um procurador ouvido pelo Estado. Além de ser uma ferramenta recente, o uso do Telegram estava popularizado entre os procuradores, já que era considerado por eles mais seguro que o concorrente WhatsApp.

Preocupada com novas notícias de invasões a celulares, a PGR emitiu um terceiro alerta no dia 17 de maio. Nele, anunciava que ataques estavam ocorrendo e ampliava o escopo das orientações de segurança.

Uma delas era a de não apagar as contas de WhatsApp e Telegram, já que o hacker poderia recriá-las, ativar a dupla verificação e utilizar a conta em nome da vítima. Se isso ocorresse, não seria possível recuperar a conta.

Quatro dias depois, a PGR emitiu um comunicado, indicando que uma “provável vulnerabilidade” dos aplicativos permitiriam o “sequestro” de mensagens de SMS e o “redirecionamento” de ligações telefônicas. O último alerta foi feito no dia 4 de junho, reiterando todas as recomendações anteriores.

Nesta semana, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, solicitou a unificação da investigação sobre os ataques a integrantes do Ministério Público. A PGR informou que não foi identificado o comprometimento a nenhum sistema, infraestrutura ou ferramentas usadas pelo MPF. Os ataques focaram no sequestro de contas de aplicativos de mensagens.

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14/06/2019 • 11:22:23. Dallagnol ainda não entregou celular à PF . ESTADÃO CONTEÚDO. Reprodução/Agência Brasil. As apurações ainda são iniciais, mas até agora os peritos acreditam que as mensagens que vieram a público foram retiradas do celular do Dallagnol .

Como será a investigação da PF para descobrir o hacker de Deltan. Investida de hacker contra Deltan foi além do celular .

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Vídeo: The Intercept: diretor explica a polêmica investigação (AFP)

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