Brasil: Presidente dos Correios ignora demissão, vai trabalhar e é ovacionado - PressFrom - Brasil

BrasilPresidente dos Correios ignora demissão, vai trabalhar e é ovacionado

18:19  18 junho  2019
18:19  18 junho  2019 Fonte:   poder360.com.br

Bolsonaro demite presidente dos Correios por “agir como sindicalista”

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Foram impressos 12 desses selos. Os Correios dizem que outros funcionários e personalidades já foram O evento em que o general disse que só sai depois da formalização da demissão foi na tarde dessa segunda. “Temos que trabalhar de perto e contribuir para a defesa dos nossos empregados

Presidente dos Correios ignora demissão, vai trabalhar e é ovacionado © José Cruz Após Bolsonaro demiti-lo em público, Juarez Aparecido de Paula Cunha se reuniu com servidores

O presidente dos Correios, general da reserva Juarez Aparecido de Paula Cunha, foi trabalhar normalmente na 2ª feira (17.jun.2019). Participou de audiência pública na sede da empresa, em Brasília, e foi aplaudido pelos servidores. Terminou o evento vestindo boné de carteiro.

Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, Cunha disse que só vai “limpar as gavetas” quando o governo formalizar a demissão.

O presidente Jair Bolsonaro disse na última 6ª (14.jun), em café da manhã com jornalistas, que Cunha será demitido. Ao ser perguntado sobre as razões da demissão, citou o fato de o general ter tirado foto com congressistas de esquerda e ter rechaçado a privatização dos Correios, agindo como “sindicalista”.

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Presidente dos Correios ignora demissão e diz que só sai após ordem oficial. Virtualmente demitido pelo presidente Jair Bolsonaro na sexta (14), num café da manhã com Quem saiu vitorioso após o episódio da demissão de Joaquim Levy da presidência do BNDES foi Salim Mattar, o

Foram presos pelo SNI (Serviço Nacional de Informações) e torturados, mas acabaram Uma piscina térmica banhava a casa do ministro de Minas e Energia, enquanto o ministro do Trabalho contava com 28 empregados. Presidente dos Correios ignora demissão e diz que só sai após ordem oficial.

Após as criticas, Cunha mudou o tom e disse em palestra que os Correios devem ser privatizados. Falou que a venda da empresa é uma promessa de Bolsonaro, mas que o processo será muito longo.

Segundo o general, o melhor que os servidores podem fazer é receber bem os responsáveis pelos estudos da privatização. Fazer 1 “controle de danos”, “procurar contribuir” e defender os “interesses” dos funcionários.

Ao final da palestra, o presidente dos Correios foi ovacionado ao levantar o moral dos servidores. “Os Correios não vão acabar, ninguém vai acabar com a empresa e mandar todos os funcionários embora”.

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A venda dos Correios foi anunciada pelo próprio Bolsonaro em entrevista exclusiva a VEJA, em sua edição 2637, ao ser indagado sobre o que o governo “ Vamos partir para a reforma tributária e para as privatizações. Já dei sinal verde para privatizar os Correios . A orientação é que a gente explique

Em caso de demissão por justa causa, ele perde todos esses direitos, recebendo apenas o salário relativo ao período em que trabalhou . Confira outras dúvidas sobre o contrato de experiência, respondidas pelo advogado Horácio Conde, presidente da Comissão de Direito Empresarial do

“Vamos ficar serenos, encarar com naturalidade, sem ninguém se estressar”, disse.

Horas depois, à noite, o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, disse que o governo ainda não tem uma data para que a demissão de Cunha seja efetivada.

Em 2018, Cunha disse que faria ‘barulho’ contra privatização

Em novembro de 2018, Juarez Cunha disse que faria “barulho” caso o governo Bolsonaro decidisse privatizar a estatal.

Em áudio divulgado pelo site O Antagonista, Cunha falou ainda que o vice-presidente, general Mourão, é da “turma” dele e Bolsonaro foi seu “subordinado” no Exército.

“Então eu acho que eles não vão se arriscar a fazer a privatização, pois vou fazer 1 barulho danado. Vou empenhar todos os esforços para defender os interesses da empresa, principalmente dos funcionários”, disse Cunha em auditório lotado.

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José Eduardo dos Santos (Luanda, 28 de agosto de 1942) é um político angolano que serviu como Presidente de Angola de 1979 a 2017. Como presidente , José Eduardo dos Santos também foi comandante-em-chefe das Forças Armadas Angolanas (FAA)

Demissão . A Portaria 2.685 de 2011 do Ministério do Trabalho e Emprego lista 12 motivos diferentes pelos quais uma pessoa pode ser afastada do Perto da data de saída, (ou logo após a demissão , se o aviso prévio foi indenizado), a empresa irá requerer que você faça o exame demissional.

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