Brasil Entregador é vítima de racismo: ‘Esse preto não vai entrar no prédio’

00:07  28 outubro  2020
00:07  28 outubro  2020 Fonte:   catracalivre.com.br

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O dono de uma hamburgueria de Goiânia denuncia que uma cliente não deixou o entregador entrar no condomínio de luxo em que ela mora por o funcionário ser negro. Na conversa, quando a gerente pede para a moradora autorizar a entrada do entregador , ela se recusa.

Site descobriu fraude em uso de apps, a quadrilha comprava apps autentico na play store usava os dados que os apps capturavam dos usuários e usava isso para um sistema de boonet que simula um ser humano para clicar em anúncios que ficavam dentro dos apps.

A hamburgueria Ham Burger, em Goiânia (GO), denunciou nas redes sociais, o caso de racismo em que uma cliente teria proibido a entrada do entregador Elson Oliveira Santos, em um condomínio de luxo, onde ela mora, por ele ser negro.  A mulher ainda teria mandado diversas mensagens racistas, por meio do aplicativo de entregas: “Eu não vou permitir esse macaco”.

  Entregador é vítima de racismo: ‘Esse preto não vai entrar no prédio’ © Reprodução/Instagram

O caso aconteceu no domingo, 25. Na ocasião, a cliente, que não teve o nome divulgado, precisou enviar uma mensagem para informar a quadra e o lote exatos, pois o endereço não estava completo. Na sequência, a gerente do estabelecimento solicitou que a mulher liberasse a entrada do entregador no condomínio. No entanto, ela se recusou.

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Em concordância com este ponto de vista, foi proposta por Steve Blank uma metodologia para o desenvolvimento do cliente (Customer Development), a fim de encontrar a associação ideal entre produto e mercado, reduzindo a taxa de insucesso de um novo empreendimento.

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“Esse preto não vai entrar no meu condomínio. Mandar outro motoboy que seja branco”, escreveu a cliente.

Em seguida, a gerente negou o pedido da mulher e disse que não iria tolerar racismo na empresa. Ao final, a moradora do condomínio ainda chamou o entregador de macaco e escreveu mais uma mensagem: “adeus. Não uso restaurante judaico”, finalizou a cliente.

“Entramos em contato com o cliente via chat e as ofensas ocorreram por lá mesmo. Onde o cliente disse que não aceitaria um “macaco” entregar o pedido dele e exigiu um entregador branco. Nesse momento cancelamos o pedido do racista e falamos para o Elson retornar para a loja e contamos o motivo pra ele”, afirmou Éder Leandro Rocha, dono da hamburgueria Ham Burger à Catraca Livre.

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SÃO PAULO: Diniz exalta história de vida de Léo Pelé e destaca entrega do jogador após pênalti decisivo na Copa do Brasil. Hofman não vê Barcelona e Real Madrid em patamares diferentes, e afirma: ' Não estão entre os melhores do mundo'.

A metodologia de um trabalho de pesquisa científica pode ser apresentada de duas formas: Introdução: o autor da pesquisa pode optar por Foram escolhidas duas obras fílmicas, uma que trabalha sobre as características da Nouvelle Vague - um movimento cinematográfico francês - (Os

O Boletim de Ocorrência sobre o crime já foi registrado pela gerente da loja e pelo entregador. A polícia irá investigar o caso para saber se a autoria das mensagens foi realmente da moradora do condomínio, afirmou Éder afirmou à Catraca Livre

A gerente, irmã de Éder, Ana Carolina Borges, publicou prints da conversa em seu perfil no Twitter e relatou o caso. “Como vocês sabem, eu gerencio a hamburgueria do meu irmão. ontem, no final da noite, tivemos um pedido no aldeia do vale e quando o entregador estava chegando lá, pedi para que ela liberasse a portaria para que ele pudesse entrar. tive essas palavras como resposta”, escreveu a jovem.

Ana Carolina não acreditou de cara que estava diante de um crime de racismo. “No começo, durante uns 15s, pensei que era mentira ou algum tipo de teste com o restaurante, uma vez que me recusei à acreditar que eu realmente havia lido isso. Me veio na cabeça mil xingamentos, mas como representante do estabelecimento, tive que responder com educação”, afirmou a jovem.

Ainda segundo a gerente, “como o entregador não teve nenhum tipo de contato com ela [cliente], eu acredito que ela tenha ligado na portaria pra perguntar se ele havia chegado e aí ficou sabendo sobre a cor dele, até porque a casa dela não fica na entrada e não dava pra ela saber como era o entregador”.

“Me indigna o fato de que isso realmente aconteceu. não divulguei nenhuma informação da pessoa porque não quero ser processada por difamação, até porque vou na polícia amanhã denunciar esse crime de ódio. gravei tudo e está tudo no meu acervo pessoal. Espero que essa criminosa não saia impune, isso é CRIME!”, disse a gerente.

“Nunca tinha passado por isso antes. no momento, eu estava em ligação com o entregador, porque precisava passar as informações da quadra e do lote para que ele pudesse localizar e ele, percebendo que eu tinha me calado, perguntou o que havia acontecido. eu, ali, parada e atônita, tive que contar pelo telefone que um crime de ódio tinha sido cometido contra ele, devido à cor de sua pele. a pessoa finalizou o chat dizendo que não compra em restaurante judaico”, afirmou Ana Carolina.

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A miss Bruna Reis Figueiredo, de Campo Novo do Parecis (404 km de Cuiabá), postou um stories no Instagram na noite desta quarta-feira (23), debochando de um

Alguns dos nossos amigos aqui do canal entraram em contato com o ifood para esclarecer de uma vez por Mas já te adianto que o ifood não foi claro quanto o assunto da maquininha, eles o (ifood) meio que não querem falar oque ifood entregador nuvem com maquininha de cartao entregador nuvem.

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Após a repercussão do caso, a hambrugueria divulgou um vídeo do entregador agradecendo o apoio que vem recebendo.

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Racismo é crime. Denuncie!

Cenas como essa que acabamos de ver ainda é muito comum no Brasil, infelizmente. Uma forma de conter o avanço do racismo no Brasil é sempre denunciar o agressor. Afinal, racismo é crime previsto pela Lei 7.716/89.

A denúncia pode ser feita tanto pela internet, quanto em delegacias comuns e nas que prestam serviços direcionados a crimes raciais, como as Delegacias de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), que funcionam em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Veja aqui como denunciar casos de racismo.

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