Brasil Desembargadora que ofendeu Marielle vai julgar Flávio Bolsonaro no TJ-RJ

19:46  01 dezembro  2020
19:46  01 dezembro  2020 Fonte:   poder360.com.br

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  Márcia Lima: “Debate racial mudou de patamar. Não vejo mais os jovens aceitando silenciamento” Socióloga e professora da USP que coordena núcleo de pesquisas sobre raça no Cebrap afirma que o caso de João Alberto mostra que a visibilidade sobre desigualdade e violência contra negros se ampliou. “O Brasil tem um George Floyd por dia”Apoie nosso jornalismo.

Marília Castro Neves, desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro ( TJ - RJ ) vai ser uma das responsáveis por analisar a denúncia que envolve o senador Flávio Bolsonaro no caso das "rachadinhas".

de Janeiro ( TJ - RJ ) vai ser uma das responsáveis por analisar a denúncia que envolve o senador Flávio Bolsonaro no caso das do TJ - RJ , que tem como atribuição julgar autoridades com foro especial, ficou conhecida por ofender Marielle Franco dias após a

A desembargadora Marília Castro Neves, do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) vai ser uma das responsáveis por analisar a denúncia que envolve o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) no caso das “rachadinhas”.

A desembargadora Marília Castro Neves, TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) afirmou que Marielle Franco era apoiada pelo Comando Vermelho © Reprodução/Facebook A desembargadora Marília Castro Neves, TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) afirmou que Marielle Franco era apoiada pelo Comando Vermelho

Condenada por ofender Marielle Franco dias após a vereadora do Rio de Janeiro ser assassinada a tiros no centro da capital fluminense, a desembargadora manifestou apoio ao presidente Jair Bolsonaro durante as eleições presidenciais de 2018.

"A democracia brasileira precisa da esquerda unida", diz Marcelo Freixo

  Em entrevista, deputado do Psol comenta o bom desempenho do correligionário Boulos nas eleições municipais e defende uma frente de esquerda em torno de um projeto comum, deixando de lado o personalismo. © Marcelo Freixo/Divulgação O deputado federal Marcelo Freixo (Psol) era o principal nome da esquerda para a disputa da prefeitura do Rio de Janeiro. Após duas tentativas frustradas, em 2012 e 2016, ele encabeçava as pesquisas de intenção de voto ao lado do ex-prefeito Eduardo Paes (DEM). Causou surpresa, portanto, a sua decisão de não concorrer neste ano, anunciada em maio.

Depois da polêmica mensagem sobre Marielle , outros comentários antigos da desembargadora feitos na internet vieram à tona. Em um deles, Marília questionou o que professores com Down poderiam ensinar. Outro texto polêmico de Marília, publicado em 2015, dizia que o

Colegiado é responsável por julgar , entre outros casos, o do senador Flávio Bolsonaro . A desembargadora Marília de Castro Neves, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro ( TJ - RJ ), foi A desembargadora vai compor o colegiado de 25 magistrados que julgará o caso de corrupção por

O comentário sobre a ex-vereadora do Psol foi feito em texto postado pelo magistrado aposentado Paulo Nader no qual ele chama Marielle de “uma lutadora dos direitos humanos e líder de uma população sofrida”. Marília Castro Neves disse que ela “estava engajada com bandidos” do Comando Vermelho antes de ser morta.

Nessa 2ª feira (30.nov.2020), a magistrada foi eleita para o Órgão Especial do TJ-RJ, que tem como atribuição julgar autoridades com foro especial. O colegiado é formado por 25 desembargadores.

Uma das ações sob responsabilidade do órgão é a que envolve Flávio Bolsonaro por supostos crimes cometidos quando ele ainda era deputado estadual na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).

O filho mais velho do presidente é acusado de peculato, lavagem de dinheiro e apropriação indébita. De acordo com a denúncia, Flávio Bolsonaro liderou uma organização criminosa que recolhia parte do salário dos funcionários para benefício próprio.

Queiroz admite “rachadinhas” e tenta inocentar Flávio Bolsonaro, diz TV

  Queiroz admite “rachadinhas” e tenta inocentar Flávio Bolsonaro, diz TV Senador foi denunciado pelo MP-RJ. Órgão diz que ele integrou esquemaA declaração de Queiroz consta de petição que foi anexada ao processo que tramita no Órgão Especial do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro). O órgão investiga se funcionários comissionados repassavam a Queiroz, então assessor de Flávio, parte dos salários que recebiam.

Maioria dos que votaram em Bolsonaro reprova governo e brasileiro quer democracia - Продолжительность: 1:42:13 DCM TV 9 863 просмотра.

O desembargador Bernardo Garcez, corregedor-geral do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), e iintegrante da turma que vai julgar a ação movida contra Flavio Bolsonaro por peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosa, encontrou-se na

A denúncia foi encaminhada pelo MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) ao TJ-RJ em 19 de outubro. Na petição entregue ao órgão consta depoimento do policial militar aposentado Fabrício Queiroz, ex-assessor do congressista, que admitiu a existência de um esquema de “rachadinha”.

Os promotores rastrearam pelo menos 12 funcionários fantasmas no gabinete. Entre eles, Luiza Sousa Paes, que também disse fazer parte do esquema.

Em nota divulgada em 25 de novembro, a defesa de Flávio Bolsonaro disse que ele “desconhece as supostas operações financeiras”.

A defesa do senador Flávio Bolsonaro está impedida de comentar informações que estão em segredo de Justiça. No entanto, pode afirmar que o parlamentar não cometeu qualquer irregularidade e que ele desconhece supostas operações financeiras entre ex-servidores da Alerj”, afirmou a defesa.

Morte de Marielle completa mil dias sem descoberta de mandantes nem motivação .
Anielle Franco fala sobre a demora das investigações e trabalho no instituto que criou para dar continuidade ao legado da irmã, assassinada em 2018O assassinato da vereadora Marielle Franco completa nesta terça-feira, 8, mil dias. Uma das vereadoras mais votadas do Rio de Janeiro nas eleições de 2016, com mais de 45 mil votos, Marielle foi morta a tiros na noite de 14 de março de 2018, quando saía de um debate na Casa das Pretas, no centro do Rio. O carro em que ela e o motorista Anderson Gomes estavam foi emboscado no bairro do Estácio, quando seguia para a casa de Marielle.

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