Brasil Protesto perto do Palácio dos Bandeirantes marca um ano das mortes em Paraisópolis

05:10  02 dezembro  2020
05:10  02 dezembro  2020 Fonte:   estadao.com.br

Começa trabalho de reforma da Galeria de Quadros do Palácio de Buckingham

  Começa trabalho de reforma da Galeria de Quadros do Palácio de Buckingham Começa trabalho de reforma da Galeria de Quadros do Palácio de Buckingham da rainha britânica Elizabeth, cenário frequente de visita de Estado e recepções realizadas pela monarca e lar habitual de algumas das pinturas mais conhecidas. © Reuters/HENRY NICHOLLS Palácio de Buckingham O palácio está passando por uma reforma de dez anos para a substituição de fiações e aquecedores, e a renovação de outras partes desgastadas da infraestrutura, um programa que custará cerca de 494 milhões de dólares e deve terminar em 2027.

Moradores da favela Paraisópolis , no Morumbi, saíram em caminhada rumo ao Palácios dos Bandeirantes , sede do governo de São Paulos, na manhã desta 2ª feira

Confusão em loja: correria, tiros e morte - Продолжительность: 3:10 Cidade Alerta Paraná 1 775 просмотров. Moradores de Paraisópolis (SP) usam a criatividade para aproveitar espaços - Продолжительность: 14:26 Jornal da Record 2 925 625 просмотров.

SÃO PAULO - Familiares e amigos das nove vítimas da favela de Paraisópolis, mortas há exatamente um ano durante uma operação policial, realizaram um protesto nas proximidades do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado, na zona sul da cidade, nesta terça-feira, 1º. Os manifestantes cobravam da gestão João Doria (PSDB) solução para o caso.

 Os manifestantes tentaram uma audiência com o governador João Doria, mas não foram recebidos © Marcelo Chello/Estadão Os manifestantes tentaram uma audiência com o governador João Doria, mas não foram recebidos

O grupo levou flores, cartazes e balões para o ato. O principal inquérito do caso, conduzido pela Polícia Civil, ainda não foi concluído, mas o Ministério Público Estadual já antecipou que enxerga culpa de parte dos policiais militares que atuaram no caso.

Doria fala em 'ineficiência' do Ministério da Saúde e lamenta vazamento de dados

  Doria fala em 'ineficiência' do Ministério da Saúde e lamenta vazamento de dados Doria fala em 'ineficiência' do Ministério da Saúde e lamenta vazamento de dados"Tive notícias sobre o vazamento de dados. É lamentável, além de todo o grau de ineficiência que o Ministério da Saúde tem apresentado, ainda mais em uma circunstância como essa, acrescentando mais um fator negativo, o vazamento de dados de 16 milhões de pessoas", disse Doria durante coletiva de imprensa nesta quinta-feira, 26.

VOTO DE PESAR EM PROTESTO | Hoje, fiz um voto de profundo pesar aos 9 jovens mortos em Paraisópolis /SP. Foi um voto em sinal de protesto , em sinal de que

O Cidade Alerta acompanhou ao vivo momentos de tensão durante o ato de moradores de Paraisópolis e familiares das vítimas do massacre no baile funk. A PM impediu a chegada dos manifestantes ao Palácio dos Bandeirantes , mas tentou organizar uma comissão para levar as

Os nove jovens foram pisoteados após a polícia atuar para dispersar o baile da DZ7 na comunidade de Paraisópolis. Esse pancadão, na época, costumava reunir entre 3 mil e 5 mil pessoas nos fins de semana. Os agentes dizem que perseguiam um suspeito e foram alvo de disparos. A ação causou tumulto e levou as vítimas para duas vielas da comunidade, onde as pessoas se aglomeraram. Testemunhas relatam truculência na ação policial, o que teria colaborado para aumentar o tumulto e dificultar a dispersão pelas ruas estreitas do local.

A principal investigação do caso é conduzida desde dezembro pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil. Em nota enviada nesta segunda-feira, 30, a Secretaria da Segurança Pública informou que a apuração segue em andamento, sob sigilo, “com o cumprimento de solicitações feitas pela promotoria”. A pasta disse também que os policiais envolvidos seguem afastados do serviço operacional. Trinta e um deles haviam sido afastados pouco tempo depois da ocorrência.

Segunda onda de covid-19 já causou mais mortes na Europa do que a primeira .
Pandemia ceifou mais de 152.000 vidas na UE desde 1º de agosto, ante 136.000 na primeira onda. Países do Leste foram duramente afetados desta vezNo total, a UE registou 31 mortes a mais para cada milhão de habitantes nos últimos quatro meses do que na primeira fase. E ainda resta uma temporada de inverno que também se antecipa letal. A “luz no fim do túnel”, como a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, definiu a vacina em preparação, provavelmente restaurará a esperança, mas não será suficiente, por enquanto, para frear de todo a crescente sombra de luto que cobre o Velho Continente e a maior parte do planeta.

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