Brasil Estado de SP registra queda de 39% em mortalidade por aids em 10 anos

05:51  02 dezembro  2020
05:51  02 dezembro  2020 Fonte:   istoe.com.br

EUA : conheça a região com a maior taxa de mortalidade por Covid-19 no mundo

  EUA : conheça a região com a maior taxa de mortalidade por Covid-19 no mundo Mais de 12 milhões de pessoas estão contaminadas pela Covid-19 nos Estados Unidos. Mas o vírus não ataca o país de maneira equitativa. Os estados do centro assistem a uma progressão acelerada da epidemia nas últimas semanas e as regiões rurais, poupadas no início da crise sanitária, são as que mais sofrem atualmente. A reportagem da RFI visitou a cidade de Bismarck, na Dakota do Norte, um dos estados que registram os maiores índices de mortalidade ligados ao coronavírus no mundo. © RFI/Anne Corpet Anne Corpet, enviada especial a Bismarck, na Dakota do NorteSegundo um estudo de Harvard, a Dakota do Norte detém o triste recorde da pandemia.

Dia Mundial de Luta contra a Aids é celebrado neste dia 1º; aumento de incidência em homens jovens preocupa secretaria.

Estadão - Portal do Estado de S. Paulo. Fundado em 1875, online desde 1995. Corrida eleitoral em Guarulhos e em outras 4 cidades da Grande SP tem disputas hostis.

os últimos dez anos, o Estado de São Paulo registrou uma queda de 39% na mortalidade por aids e de 33% de novos casos da doença, mas o aumento da incidência, principalmente entre homens jovens, ainda é uma preocupação. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde nesta terça-feira, 1º, quando é celebrado o Dia Mundial de Luta contra a Aids. Na capital, o número de novos casos de HIV caiu pelo terceiro ano seguido.

“A gente vê uma queda importante na mortalidade e a incidência de infecção vem declinando em um aspecto geral, mas ainda temos um aumento na população jovem. Não é um aumento estrondoso, mas vem ocorrendo. São pessoas que não viram os casos graves de infecção nos anos 1980 e que acham que o tratamento é a cura”, diz Alexandre Gonçalves, coordenador do Programa Estadual de IST/Aids.

O coronavírus está se tornando mais letal?

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O governo de São Paulo informou nesta terça-feira (16) que já vem testando a dexametasona, um corticoide que pode ser o primeiro remédio eficaz para reduzir

Taxa de mortalidade também caiu nos últimos quatro anos . Ainda segundo o boletim, nos últimos quatro anos também houve queda de 16,5% na taxa de mortalidade pela síndrome passando de 5,7 mortes por 100 mil habitantes em 2014 para 4,8 óbitos em 2017.

A secretaria informa que, em 2010, o Estado contabilizou 3.023 mortes, totalizando uma taxa de 7,3 óbitos por 100 mil habitantes. No ano de 2019, a taxa passou para 4,2 por 100 mil habitantes, com 1.840 mortes. A incidência de novos casos teve queda de 33,2%, de 20,5 casos por 100 mil habitantes por ano em 2010 para 13,7 no ano passado.

A pasta associa a queda de óbitos ao acesso ao tratamento antirretroviral, que está disponível de forma gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS), e também à realização de medidas de testagem, para evitar o diagnóstico tardio, e ações informativas.

“O que ajudou foi o trabalho em conjunto, com medidas de educação e cidadania, para chegar às populações mais vulneráveis, porque não adianta ficar na unidade esperando que a população venha. Estamos fazendo ações extramuros para testagem, para já começar o tratamento com antirretroviral e evitar o diagnóstico tardio. Assim, a pessoa não desenvolve a aids”, explica Gonçalves.

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  Europa supera 400.000 mortes provocadas pelo coronavírus A Europa, segunda região do mundo mais afetada pela pandemia, superou neste sábado a marca de 400.000 mortes provocadas pelo novo coronavírus, no momento em vários países flexibilizam as restrições, com o desejo de recuperar parte da normalidade até o Natal. Segundo um balanço atualizado pela AFP na manhã deste sábado, com base em dados oficiais dos países, a Europa registra desde o início da pandemia 400.649 vítimas fatais (e 17.606.370 contágios), atrás da América Latina e Caribe (444.026 mortes e 12.825.500 casos).

O Atestado de Antecedentes é um documento fornecido pelo Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt (IIRGD), órgão da Secretaria da Segurança Pública, que tem por objetivo informar a existência ou a inexistência de registro de antecedentes criminais

Nos anos 2000, ele recebeu a Ordem do Mérito, um dos mais altos reconhecimentos do serviço público da Alemanha. Para marcar o Dia Mundial de Luta contra a Aids em 2020, as autoridades de saúde alemãs e ativistas iniciaram uma campanha contra A taxa de mortalidade do vírus é de 90%.

Segundo ele, o tratamento baixa a carga viral no organismo e, com a evolução das medicações, houve um aumento da gama de medicamentos disponíveis, que têm uma posologia mais fácil, permitindo uma adesão maior ao tratamento.

Ainda de acordo com o coordenador, ações combinadas de prevenção, com a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e a Profilaxia Pós-Exposição de Risco (PEP), têm auxiliado no processo de redução das infecções.

“No passado, falávamos só em preservativo, que continua sendo muito importante. Agora, falamos em prevenção combinada, porque cada pessoa tem o seu modo de prevenção. Tem a PrEP, para as pessoas que não conseguem se adaptar a outros métodos, a PEP para quem teve uma exposição de risco, os preservativos.”

Queda da capital

De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, a capital registrou queda de novos casos de HIV pelo terceiro ano seguido, situação que não ocorria desde a primeira notificação do vírus na cidade em 1981. Os registros de aids estão caindo na capital desde 2015.

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a explosiva epidemia de Aids desde os anos 1990? como categoria (ainda frequentemente sinônimo de “mulher”) 10 . Quando da emergência da Aids , o movimento homossexual e outros movimentos. aparentemente inescapável de mortalidade e morbidade relacionada à Aids , levando.

Objetivo caracterizar os óbitos por aids elegíveis para investigação pelo Comitê Municipal de Mortalidade por Aids (CMAids) de Porto Alegre, Brasil, em 2015, e seus itinerários terapêuticos. Métodos estudo descritivo, com dados secundários de sistemas de informações de vigilância e das

“Em 2019, foram registrados 2.946 novos casos de HIV, 11,7% a menos do que no ano anterior, quando houve 3.340 notificações. Se a comparação for com 2017, a diminuição chega quase aos 25% (3.889 casos). Em relação à aids, a queda foi de mais de 20% entre 2018 e 2019 (2.033 para 1.623) e de 30% entre 2015 e 2019 (2.421 para 1.623)”, informou a pasta.

Na capital, mais de 80% dos cerca de 3 mil novos registros da doença em 2019 foram detectados em homens, com quase metade dos novos casos em jovens de 15 a 29 anos. A predominância é na faixa etária de 25 a 29 anos. Nos registros de aids, 80% também foram em homens, mas com mais casos na faixa entre 25 e 34 anos.

Casos entre homens jovens preocupam

As estatísticas da secretaria apontam queda de casos positivos de HIV entre mulheres, com redução de 10,8%, mas um aumento de 58% entre os homens.

No ano passado, o sexo masculino teve a maior taxa de detecção de infecção pelo vírus. Foram 72,4 novas infecções por 100 mil habitantes na faixa entre 20 e 24 anos.

“Desde que começou a epidemia, o número de casos sempre foi maior entre homens do que em mulheres. Quando tem queda entre homem heterosexual, vai ter queda entre mulheres”, explica o coordenador.

De acordo com o levantamento da pasta, a taxa de incidência da aids é menor entre as mulheres e também caiu no período avaliado: de 13 para 6,2 por 100 mil. No caso dos homens, a redução foi de 28,5 para 21,7 por 100 mil.

O adoecimento pelo vírus é mais acentuado entre jovens gays.

“Desde 2010, 8.462 jovens de ambos os sexos adoeceram. Porém, entre o sexo masculino, na faixa etária de 15 a 19 anos, houve um aumento de 1,8 vezes na taxa de incidência da aids, que subiu de de 2,9 para 5,2 por 100 mil até 2019. Crescimento similar ocorreu na faixa de 20 a 24 anos: elevou-se 1,4 vezes, saltando de 25,4 para 34,9 por 100 mil homens no mesmo período”, informa a pasta.

O primeiro caso da doença ocorreu em 1980 e, até junho de 2020, foram notificados 281.093 casos de aids e 120.371 mortes no Estado.

Segunda onda de covid-19 já causou mais mortes na Europa do que a primeira .
Pandemia ceifou mais de 152.000 vidas na UE desde 1º de agosto, ante 136.000 na primeira onda. Países do Leste foram duramente afetados desta vezNo total, a UE registou 31 mortes a mais para cada milhão de habitantes nos últimos quatro meses do que na primeira fase. E ainda resta uma temporada de inverno que também se antecipa letal. A “luz no fim do túnel”, como a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, definiu a vacina em preparação, provavelmente restaurará a esperança, mas não será suficiente, por enquanto, para frear de todo a crescente sombra de luto que cobre o Velho Continente e a maior parte do planeta.

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