Brasil Réu pela morte de Henry, Jairinho é denunciado por estupro e agressões contra ex

15:22  21 julho  2021
15:22  21 julho  2021 Fonte:   noticiasaominuto.com

Réu pela morte de Henry, Jairinho é denunciado por estupro e agressões contra ex

  Réu pela morte de Henry, Jairinho é denunciado por estupro e agressões contra ex Réu pela morte de Henry, Jairinho é denunciado por estupro e agressões contra exSegundo a denúncia apresentada nesta terça-feira pela 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal de Violência Doméstica da área Oeste/Jacarepaguá do Núcleo Rio de Janeiro, em outubro de 2015 Jairinho drogou a vítima e, sem seu consentimento, praticou sexo anal com ela. Em dezembro de 2016, enfurecido por estar sendo ignorado, o ex-vereador xingou e chutou a então namorada, causando fratura em um dedo do pé dela.

O médico e ex-vereador do Rio de Jairo Souza Santos Junior, conhecido como Doutor Jairinho, foi denunciado nesta terça-feira, 20, pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) por estupro, lesões leve e grave, vias de fato e lesão na modalidade de dano à saúde emocional contra uma ex-namorada, com quem Jairinho se relacionou entre 2014 e 2020. O nome da vítima não foi divulgado. Jairinho está preso desde 8 de abril e é réu pela morte de seu enteado Henry Borel, de 4 anos, em 8 de março, além de também ser acusado por outros crimes. A mãe de Henry, Monique Medeiros, que era namorada do ex-vereador, também está presa pela morte do filho.

Ministério Público quer que mãe e padrasto do menino Henry paguem R$ 1,5 mi de indenização

  Ministério Público quer que mãe e padrasto do menino Henry paguem R$ 1,5 mi de indenização RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu à Justiça que a mãe e o padrasto do menino Henry Borel, morto aos quatro anos de idade em março, sejam condenados a pagar uma reparação de R$ 1,5 milhão por danos morais ao pai da criança, o engenheiro Leniel Borel. O pedido foi recebido pelo juiz Daniel Werneck Cotta, no 2º Tribunal do Júri, na última sexta (16). No mesmo dia, ele negou pedido das defesas e manteve a prisão preventiva de Monique Medeiros e de Jairo Souza Santos Júnior, o verador Dr. Jairinho, que teve seu mandato cassado em junho.

A mãe de Henry, Monique Medeiros, que era namorada do ex-vereador, também está presa pela morte do filho © Renan Olaz/CMRJ A mãe de Henry, Monique Medeiros, que era namorada do ex-vereador, também está presa pela morte do filho

Segundo a denúncia apresentada nesta terça-feira pela 1ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal de Violência Doméstica da área Oeste/Jacarepaguá do Núcleo Rio de Janeiro, em outubro de 2015 Jairinho drogou a vítima e, sem seu consentimento, praticou sexo anal com ela. Em dezembro de 2016, enfurecido por estar sendo ignorado, o ex-vereador xingou e chutou a então namorada, causando fratura em um dedo do pé dela.

Em 2020, quando o casal passava um fim de semana de lazer em Mangaratiba, Jairinho se irritou com o fato de a vítima não permitir que ele consultasse o celular dela e praticou vias de fato. Primeiro deu um golpe popularmente conhecido como "mata leão", depois arrastou-a para fora de casa e, no jardim, praticou mais agressões. Em uma noite de abril do mesmo ano, a vítima estava em sua casa com familiares quando foi surpreendida com a chegada de Jairinho, que, alterado, cobrava explicações sobre um comentário que ela havia postado nas redes sociais. O ex-vereador convenceu a namorada a sair de sua casa para conversar, obrigou a vítima a ingressar em seu veículo e a agrediu com puxões de cabelo e um soco no rosto.

DJ Ivis faz vídeo com pedido de desculpas a ex-mulher: 'Assumo meu erro'

  DJ Ivis faz vídeo com pedido de desculpas a ex-mulher: 'Assumo meu erro' SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O músico Iverson de Souza Araújo, o DJ Ivis, 29, divulgou, através de seus advogados, um vídeo em que pede desculpas a ex-mulher, Pamella Holanda, 27, pelas agressões que vieram a público no último final de semana. Ele está preso pelo crime. Segundo o advogado Igor Coutinho, DJ Ivis gravou o vídeo na última quarta-feira (14), cerca de 20 minutos antes de ser preso. Com a chegada da polícia em sua casa, ele não teria tido tempo de postar as imagens em suas redes sociais, afirmou o defensor.

Ainda de acordo com a denúncia, de novembro de 2014 até outubro de 2020, em diversas ocasiões, com o objetivo de causar desequilíbrio emocional e dominar a vítima, Jairinho praticou perseguição, invasão de domicílio, ameaças e ofensas morais, ocasionando danos à saúde da então namorada, que passou a sofrer de ansiedade e taquicardia, tendo chegado a receber atendimento de emergência quando constatados 230 batimentos cardíacos por minuto em situação de repouso.

Também segundo a denúncia, Jairinho rondava a casa da vítima; surgia de forma abrupta nos lugares em que a vítima se encontrava, a lazer ou a trabalho, obrigando-a a ir embora; ficava à espreita da vítima, observando-a pela janela de sua casa; ligava várias vezes durante o dia e a noite a fim de controlá-la; exigia que a vítima ficasse ao telefone durante a madrugada para ter certeza de que ela estava sozinha e em sua casa; invadia sua casa, tendo em certa ocasião encontrado a sogra em roupas íntimas; ameaçava a vítima e seus filhos; em mais de uma ocasião, obrigou a vítima a deixar seu emprego, que lhe garantia autonomia financeira; desqualificava a vítima e seu trabalho; após agredi-la, afirmava que nada tinha feito e que a vítima estava ficando louca, fazendo-a duvidar de sua sanidade mental, e se utilizava de seu cargo político, prestígio e poder para fazer crer que podia fazer tudo sem jamais ser punido.

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O MP-RJ chama atenção para o fato de Jairinho ostentar histórico de ofensas e agressões, demonstrando não se intimidar com os registros de ocorrências policiais. Frisa a Promotoria que os fatos só vieram à tona depois que o réu foi preso pelo homicídio de Henry Borel, porque até então a vítima tinha medo de registrar as violências sofridas.

O advogado Braz Sant’Anna, que defende Jairinho, afirmou ao Estadão que tomou conhecimento da denúncia na noite desta terça-feira e que só vai se manifestar depois de ler o documento.

Prisão mantida. Em decisão emitida na última sexta-feira, 16, o juiz Daniel Werneck Cotta, que atua no 2ª Tribunal do Júri da capital, negou os pedidos de relaxamento e revogação das prisões preventivas de Jairinho e de Monique Medeiros. Eles permanecerão presos, portanto.

Na mesma decisão, o juiz recebeu aditamento da denúncia apresentado pelo MP-RJ. Na peça, o promotor Fábio Vieira dos Santos acrescenta pedido de que Monique e Jairinho sejam condenados a pagar pelo menos R$ 1,5 milhão ao pai de Henry, o engenheiro Leniel Borel de Almeida, como reparação pela morte de seu filho.

Processo contra Ryan Lochte por denúncia falsa de assalto durante Olimpíada do Rio é arquivado .
Ação movida contra o nadador prescreveu neste mês; nadador que ganhou medalha de ouro na Olimpíada de 2016, no Rio de Janeiro, fez uma falsa denúncia de assalto feita durante a Olimpíada do Rio de Janeiro, em 2016, prescreveu e foi arquivado neste mês. O nadador admitiu que a acusação de furto era mentira mas ele não pagou multa ou foi preso, punições previstas pelo crime. A Polícia Civil indiciou o norte-americano mas o caso não andou no judiciário.

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