Brasil Pressionado, Bolsonaro coloca Ciro Nogueira na Casa Civil e recria pasta do Trabalho

00:47  22 julho  2021
00:47  22 julho  2021 Fonte:   estadao.com.br

Ciro classifica ameaça às eleições de general como ato ‘BolsoBraga’

  Ciro classifica ameaça às eleições de general como ato ‘BolsoBraga’ Para candidato do PDT, só ‘velhinha de Taubaté’ acreditaria em versão de que não houve recado a Arthur Lira, como revelou o ‘Estadão’, e faz alusão ao ato institucional da ditaduraEm vídeo postado nas redes sociais, Ciro usou seu costumeiro tom irônico para afirmar que somente a “velhinha de Taubaté, personagem do escritor Luís Fernando Veríssimo, acreditaria que Braga Netto não mandou aquele recado dizendo que não haveria eleições em 2022, caso o Congresso não aprovasse a proposta de emenda constitucional do voto impresso. A proposta está em tramitação na Câmara e somente será analisada novamente após o recesso parlamentar, em agosto.

Bolsonaro pretende entregar a Casa Civil para o senador Ciro Nogueira (PP-PI). O atual ministro, general Luiz Eduardo Ramos, deve ser realocado para a Secretaria-Geral da Presidência da República, pasta hoje comandada por Onyx Lorenzoni. Já para abrigar Lorenzoni, Bolsonaro pretende recriar o Ministério do Trabalho , a partir de um desmembramento do Ministério da Economia.

Com Ciro Nogueira na Casa Civil , o governo espera que o piauiense possa dar um jeitinho de convencer Alcolumbre a colaborar com a aprovação de Mendonça. Ao criar uma pasta para abrir Onyx, o governo pretende apostar em uma estrutura que seria responsável exclusivamente por ações de promoção de emprego e renda. A tática incluir dar mais visibilidade a Onyx, em um movimento semelhante ao que o PT fez com Dilma Rousseff, quando Lula a alçou ao cargo de ministra-chefe da Casa Civil .

BRASÍLIA – Pressionado pelo Centrão e com a popularidade em queda livre, o presidente Jair Bolsonaro vai fazer uma reforma ministerial, nos próximos dias, para fortalecer sua base de sustentação no Congresso e sobreviver às crises. A novidade será a entrada do senador Ciro Nogueira (PI), presidente do Progressistas, na Casa Civil. Sem conseguir enfrentar até agora acusações que pesam contra o governo na CPI da Covid no Senado, Bolsonaro vai mudar a articulação política do Palácio do Planalto e desmembrar o Ministério da Economia.

Com a mudança, o Centrão entra agora no núcleo duro do governo, no Palácio do Planalto. O general Luiz Eduardo Ramos, que hoje comanda a Casa Civil, será deslocado para a Secretaria-Geral da Presidência, atualmente nas mãos de Onyx Lorenzoni. Considerado um curinga do governo, Onyx irá para o Ministério do Trabalho e Emprego, pasta que hoje está sob o guarda-chuva da Economia e será recriada.

"Quero um partido para chamar de meu", diz Bolsonaro, que cogita filiação ao PP, símbolo do centrão

  "Quero um partido para chamar de meu", diz Bolsonaro, que cogita filiação ao PP, símbolo do centrão"Tentei e estou tentando um partido que eu possa chamar de meu e possa, realmente, se for disputar a Presidência, ter o domínio do partido. Está difícil, quase impossível", afirmou Bolsonaro em uma entrevista à Rádio Grande FM, de Mato Grosso do Sul, transmitida também por uma das redes sociais do presidente.

O trabalho em grupo “cronologia da vida” que utilizou o cartaz que é um material de baixo custo e bem acessível permitiu aos alunos usarem a criatividade para colocar suas fases de vida no cartaz e, assim, conhecer todas as fases pela qual já passaram, estão passando e que ainda irão passar. No primeiro bloco, é preciso colocar as verdadeiras intenções do estudo de modo geral, os resultados e os impactos com o público alvo e que seja fácil o entendimento. Tudo isso deve ser escrito totalmente pelo aluno, sem menções. Adiante, são colocados todos os resultados obtidos durante o projeto

Primeiro Debate entre candidatos à Presidência da República de 2018 ocorreu nesta quinta-feira, 9, na Band.

O Progressistas é o principal partido do Centrão e, além de Ciro, tem como expoentes o presidente da Câmara, Arthur Lira (AL), e o líder do governo na Casa, Ricardo Barros (PR), atualmente na mira da CPI da Covid.

O Estadão apurou que o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) foi o primeiro nome a ser chamado para comandar a Casa Civil e também a Secretaria Geral da Presidência, mas não quis. Ex-presidente do Senado, Alcolumbre hoje comanda a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e tem mostrado resistências à indicação do advogado-geral da União, André Mendonça, para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal.

A CCJ vai sabatinar Mendonça em agosto, quando terminar o recesso parlamentar. O governo quer atrair novamente o senador, visto como um aliado rebelde, mas ele prefere investir na candidatura à reeleição, em 2022.

Manifestantes voltam a protestar pelo impeachment em capitais

  Manifestantes voltam a protestar pelo impeachment em capitais SALVADOR, BA, E RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Manifestantes se reuniram em protestos contra o presidente Jair Bolsonaro, na manhã deste sábado (24), em capitais como Rio de Janeiro, Salvador, Recife, São Luís e Teresina. Os protestos fazem parte de uma série de manifestações pelo impeachment do presidente realizadas nos últimos dois meses com organização de sindicatos, movimentos sociais e partidos de esquerda. A expectativa dosOs protestos fazem parte de uma série de manifestações pelo impeachment do presidente realizadas nos últimos dois meses com organização de sindicatos, movimentos sociais e partidos de esquerda.

Em discursos e entrevistas, o presidente Jair Bolsonaro vem minimizando o impacto do coronavírus Sars-CoV-2. Em 9 de março, ele disse "está sendo

See more of Ciro Nogueira on Facebook. Fizemos uma linda festa na nossa Convenção Municipal do Progressista s em São Raimundo Nonato. No evento, foi confirmada a candidatura à reeleição da prefeita Carmelita e do vice Rogério Castro, que executam um trabalho que muito nos orgulha e que, certamente, conta com todo o apoio dos moradores da cidade.

Bolsonaro disse nesta manhã que fará uma “pequena reforma” no ministério, prevista para segunda-feira. Na campanha de 2018, o então candidato do PSL havia prometido não ceder a pressões políticas por cargos nem lotear a equipe. Eleito com um discurso de enxugamento da máquina pública, Bolsonaro também anunciava uma Esplanada com apenas 15 ministérios. Com a pasta do Trabalho, ele terá 24, nove a mais do que o prometido.

Em entrevista à rádio Jovem Pan Itapetininga, o presidente afirmou que os novos ministros foram escolhidos “com critérios técnicos”, sem dar mais detalhes. “É para a gente continuar administrando o Brasil”, justificou.

Como mostrou o Estadão, aliados do governo avaliavam que Bolsonaro precisava contemplar o Senado, principalmente agora, com o governo acuado pela CPI da e na expectativa de aprovar as indicações de Mendonça para uma vaga no Supremo e a recondução de Augusto Aras como procurador-geral da República.

Bolsonaro anda de moto com Braga Netto por Brasília em dia de protestos contra o governo

  Bolsonaro anda de moto com Braga Netto por Brasília em dia de protestos contra o governo O passeio de Bolsonaro ocorre a poucas horas do início de mais uma manifestação contra sua gestão na capital federal . Manifestantes devem se reunir às 15h na área central de Brasília para pedir o impeachment de Bolsonaro. Na tarde deste sábado, o presidente compartilhou nas redes sociais um vídeo com trechos do passeio. - Hoje, pelas comunidades de Brasília. pic.twitter.com/jXczaH9AZh — Jair M.

Em entrevista à rádio Jovem Pan de Itapetininga, o presidente Jair Bolsonaro disse que fará uma reforma ministerial na próxima semana. A declaração ocorreu na manhã desta quarta-feira (21). Segundo informações que circulam nos bastidores do governo, o mandatário deve mesmo entregar a pasta da Casa O general Luiz Eduardo Ramos deve deixar a Casa Civil e assumir a Secretaria-Geral da Presidência, sob atual comando de Onyx Lorenzoni. Já Onyx, de acordo com apurações do Conexão Política, deve assumir o Ministério do Trabalho e Previdência, que deverá ser recriado .

Para a pasta foi nomeado como titular o Deputado Fabio Faria/RN", publicou Bolsonaro na internet. Cerca de uma hora depois, ao chegar ao Palácio da Alvorada, Bolsonaro disse que houve "aceitação excepcional" sobre a decisão. O presidente também negou ter negociado a indicação de Fábio Faria A PGR, posteriormente, pediu o desarquivamento do caso e a volta da investigação. Mas Faria alegou que as provas foram consideradas ilegais. A PGR aceitou o argumento e desistiu do desarquivamento, devolvendo o caso à Justiça Eleitoral do Rio Grande do Norte. Fábio Faria também foi delatado por

Trabalho e Emprego é o segundo ministério recriado por Bolsonaro para acomodar a base aliada. No ano passado, o presidente havia relançado o ministério das Comunicações para nomear o deputado Fábio Faria (PSD-RN), que está de malas prontas para o Progressistas e também despacha no Planalto, ao lado de Flávia Arruda (PL) na Secretaria de Governo.

Nos grupos de WhatsApp do Progressistas, parlamentares já começaram a parabenizam Ciro pelo cargo. Efetivada a nomeação do senador, hoje titular da CPI da Covid, quem assume a vaga no Senado é sua mãe, Eliane Nogueira.

Desde o início do governo Bolsonaro, Onyx já mudou três vezes de ministério: foi chefe da Casa Civil, comandou a pasta de Cidadania, está hoje à frente da Secretaria-Geral e vai assumir o Trabalho. Dirigentes do Centrão avaliam que Onyx só trabalha para construir sua candidatura ao governo do Rio Grande do Sul, em 2022, e não ajuda na articulação política. Além disso, a percepção desses aliados é que a forma como ele atacou o deputado Luis Miranda (DEM-DF) – que acusou o governo de acobertar um esquema de corrupção nas negociações para compra da vacina indiana Covaxin – provocou efeito bumerangue e acabou agravando a situação de Bolsonaro na crise.

Organizadores dizem que atos contra Bolsonaro ganharam força após ameaça de Braga Netto

  Organizadores dizem que atos contra Bolsonaro ganharam força após ameaça de Braga Netto Pelo menos 123 novos protestos são agendados após fala do ministro sobre eleições e o acerto do governo com o CentrãoA decisão do presidente de entregar o comando da Casa Civil para o senador Ciro Nogueira (PP-PI), principal expoente do Centrão, também impulsionou o movimento.

Onyx tem muitos desafetos no Centrão e não são poucos os que dizem que ele tem exposto o governo a situações vexatórias. Em março, por exemplo, o ministro disse que lockdown não funciona para frear a disseminação da covid-19 porque insetos podem transportar o vírus. Foi desmentido em seguida por especialistas.

O general Ramos, por sua vez, vem sendo apontado por governistas como o ministro que deu informações erradas ao presidente sobre a votação do fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões, na semana passada, fazendo com que Bolsonaro acusasse o vice-presidente da Câmara, Marcelo Ramos (PL-AM), de “atropelar o regimento” na votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).

O deputado presidia a sessão que sancionou a LDO e o fundo que agora Bolsonaro promete vetar. O presidente o chamou de “insignificante” e atribuiu a ele a aprovação da verba “astronômica” para financiar campanhas eleitorais.

Depois das críticas, Marcelo Ramos – que publicamente mantinha posição neutra em relação ao Palácio do Planalto – se declarou na oposição e agora está analisando os mais de 100 pedidos de impeachment contra Bolsonaro. Em entrevista ao Estadão/Broadcast, o deputado disse que a Câmara precisa delimitar até onde o presidente pode ir. “Se não fizermos isso, Bolsonaro vai avançar e marchar sobre a democracia”, afirmou. /COLABORARAM SOFIA AGUIAR, GUSTAVO CÔRTES E MATHEUS DE SOUZA

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