Brasil Procuradoria abre inquérito sobre suposta propina em compra de vacinas

09:32  24 julho  2021
09:32  24 julho  2021 Fonte:   poder360.com.br

Queiroga diz que Brasil não precisa da Covaxin e Sputnik V para 2021

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A Procuradoria da República no Distrito Federal abriu inquérito civil para "apurar possíveis atos de improbidade administrativa praticados pelo então diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, e outros agentes públicos e privados". Confira agora uma oferta imperdível e por tempo limitado! LOGIN EU QUERO.

A Procuradoria da República no Distrito Federal abriu inquérito civil para apurar suposto pedido de propina por parte de Roberto Ferreira Dias, ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde. O inquérito tem como objetivo “apurar possíveis atos de improbidade administrativa praticados pelo então diretor de Logística do Ministério da Saúde No depoimento, Dominghetti disse que esteve no ministério três vezes para tratar da proposta da venda de 400 milhões de doses da vacina da AstraZeneca. Dias negou os fatos à CPI da Covid e afirmou à CPI que se encontrou por acaso com o policial no restaurante.

Ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias é alvo de inquérito no MPF sobre suposto pedido de propina em negociação de vacinas. Na foto, Dias durante depoimento à CPI © Sérgio Lima/Poder360 Ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias é alvo de inquérito no MPF sobre suposto pedido de propina em negociação de vacinas. Na foto, Dias durante depoimento à CPI

A Procuradoria da República no Distrito Federal abriu um inquérito civil para investigar o suposto pedido de propina feito pelo ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias em uma negociação de vacinas da AstraZeneca. O procedimento corre em sigilo.

O inquérito vai apurar possíveis atos de improbidade administrativa praticados por Dias e “e outros agentes públicos e privados”. A portaria com a decisão foi assinada pela procuradora Melina Castro Montoya Flores, no dia 14 de julho, e publicada nesta 6ª feira (23.jul.2021) no Diário do MPF (Ministério Público Federal). Leia a íntegra da portaria (789 KB).

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247 - O Ministério Público Federal abriu inquérito civil para investigar as denúncias feitas por Luiz Paulo Dominghetti, policial militar que se apresenta como representante da Davati Medical Supply, à CPI da Covid sobre um suposto pedido de propina por parte do ex-diretor de Logística do Segundo Dominghetti, Dias teria pedido propina de US$ 1 por dose de vacina para fechar a compra de 400 milhões de doses de imunizantes da AstraZeneca pelo Ministério da Saúde por meio da Davati. O objetivo do inquérito , segundo portaria publicada nesta sexta-feira (23) pela Procuradoria do Distrito

A Procuradoria -Geral da República determina a abertura de um inquérito no Superior Tribunal de Justiça para apurar a eventual omissão do governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), e da prefeitura de Manaus na crise sanitária da cidade. O procurador-geral da República também solicitou informações ao ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, sobre o cumprimento das medidas que são de competência da pasta .

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A abertura do inquérito se dá depois de uma apuração preliminar feita pelos procuradores. O procedimento serve para identificar se há indícios suficientes de crime.

O suposto pedido de propina foi revelado à Folha de S.Paulo, que publicou em 29 de junho uma entrevista com Luiz Paulo Dominghetti Pereira, cabo da PM mineira e vendedor autônomo da Davati Medical Supply. Ele afirmou que Dias pediu o acréscimo de US$ 1 por cada dose de vacina da AstraZeneca. A Davati teria oferecido 400 milhões de doses. Seriam, portanto, US$ 400 milhões em propina pela autorização do negócio. Saiba mais detalhes nesta reportagem.

A Davati afirmou que Dominghetti não representa a empresa no Brasil. Leia a íntegra do posicionamento (80 KB). A AstraZeneca afirmou ao Poder360 que vende sua vacina contra a covid-19 diretamente a governos e organismos multilaterais. Não entrega ao setor privado nem tem intermediários nessas operações.

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Procuradoria da República no Distrito Federal vai investigar suposta ilegalidade no uso de recursos para compra de medicamentos sem eficácia e omissão em relação a vacinas . Por Fernanda Vivas e Márcio Falcão, TV Globo — Brasília. 22/02/2021 15h24 Atualizado 22/02/2021. MPF vai investigar Pazuello por conduta no combate à pandemia. A Procuradoria da República do Distrito Federal abriu inquérito civil para apurar se o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, cometeu improbidade administrativa em relação a ações de combate à Covid-19. O Ministério Público Federal vai investigar

No mesmo dia da publicação da reportagem da Folha de S.Paulo, Dias foi demitido do Ministério da Saúde.

Em sua fala inicial na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid, em 7 de julho, Dias negou ter pedido propina a Dominghetti, que, por sua vez, reafirmou à CPI as declarações dadas à Folha, em depoimento no dia 1º de julho.

Dias falou que, em 25 de fevereiro, combinou de beber um chope com um amigo e encontrou, por acaso, o coronel Marcelo Blanco e um homem que se identificou como Dominghetti.

O depoente relatou que, depois de um tempo de conversa, Blanco disse que Dominghetti tinha uma proposta para fazer ao Ministério da Saúde por vacinas anticovid. Dias teria respondido que a informação sobre a possibilidade de venda de 400 milhões de doses já circulava na pasta e pediu que fosse formalizado um pedido de reunião no departamento de Logística.

Durante o depoimento, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), deu voz de prisão a Dias, o acusando de mentir. O ex-servidor foi detido e, depois de prestar depoimento à Polícia Legislativa e pagar fiança, foi libertado.

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Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), Marcos Pontes, fez o anúncio neste domingo (1º/8) ao dizer que serão investidos R$ 50 milhões O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) anunciou neste domingo (1º/8) que vai investir R$ 50 milhões para que o Centro de Tecnologia em Vacinas (CT-Vacinas) da UFMG se torne "Oxford Brasileira", em alusão à universidade britânica responsável pelo desenvolvimento da AstraZeneca.

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