Brasil Ministério da Saúde nega retenção de vacinas em centro de distribuição

09:25  06 setembro  2021
09:25  06 setembro  2021 Fonte:   poder360.com.br

Rui Costa diz que vai acionar STF contra a Saúde por corte de vacinas

  Rui Costa diz que vai acionar STF contra a Saúde por corte de vacinas Governador da Bahia havia adiantado que iria acelerar a “judicialização dessa questão” para que a pasta corrija o equívoco.“A Bahia recebeu menos 930 mil vacinas contra a covid-19 do que deveria. Essa distribuição não proporcional à população é uma perseguição odiosa com o povo nordestino e baiano. Vamos acelerar a judicialização dessa questão para que o Ministério da Saúde corrija este equívoco!”, escreveu no Twitter.Antes, ele disse que pediu à PGE-BA (Procuradoria Geral do Estado da Bahia) para analisar o fato de o Ministério da Saúde manter retidas doses de vacinas no centro de distribuição.

O secretário-executivo adjunto do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, afirmou nesta 6ª feira (13.ago.2021) que a pasta não tem retido doses de vacinas contra covid-19 no Centro de Distribuição, em Guarulhos (SP). Segundo ele, as doses que ainda estão no local estão passando por um processo de verificação de qualidade.

O secretário-executivo adjunto do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, explicou a jornalistas como é o fluxo de recebimento, liberação e distribuição das doses para os Estados © Reprodução/MS O secretário-executivo adjunto do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, explicou a jornalistas como é o fluxo de recebimento, liberação e distribuição das doses para os Estados

“Não há doses de vacinas covid-19 paradas no Centro de Distribuição do Ministério da Saúde”, disse a pasta no Twitter.

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  BH vacina pessoas de 28 anos nesta terça (17/8); veja os locais Mais de 100 locais estarão disponíveis para vacinar o público. O horário de funcionamento dos locais de vacinação é das 8h às 17h para pontos fixos e extras

A jornalistas, Rodrigo Cruz explicou como funciona o fluxo de recebimento, liberação e distribuição das doses para os Estados. Segundo ele, o que demora hoje é o recebimento das informações, por parte dos laboratórios, sobre a qualidade da vacina.

“As vacinas chegam ao Centro de Distribuição, em regra, no final do dia. Essas vacinas precisam passar por um processo de liberação, para que a gente ateste sua a qualidade para que, aí sim, a gente distribua essas vacinas, atestando a segurança delas a todos os brasileiros”, disse.

“Os órgãos reguladores são muito ágeis nas análises. Hoje, o que tem demorado é o recebimento de todas as informações por parte do laboratório, para que a gente possa protocolar esses documentos nos órgãos reguladores que atestam a qualidade da vacina”, acrescentou.

Rui Costa diz que vai à Justiça contra a Saúde por retenção de vacinas em centro

  Rui Costa diz que vai à Justiça contra a Saúde por retenção de vacinas em centro Ministério admitiu na 4ª feira retenção de 9,5 milhões de doses. Governador pede análise da PGE-BANa 4ª feira (11.ago.2021), o Ministério da Saúde disse, em nota enviada à GloboNews, que tinha 9,5 milhões de doses de vacinas contra covid-19 da Pfizer e CoronaVac em seu no Centro de Distribuição em Guarulhos, em São Paulo. Desse total, só 3,6 milhões de doses seguiriam aos Estados até o fim de semana.

O secretário afirmou ainda que, em alguns casos, há dificuldade para acessar a leitura do dispositivo que mede a temperatura das doses. Quando isso acontece, segundo ele, a pasta “reporta” ao laboratório, “que manda para a sede e depois volta ao Brasil” e é liberada.

A partir da liberação, o Ministério da Saúde disse que elabora “a pauta de distribuição aos Estados”, que recebem as doses em até 48 horas.

“A gente teve, em um caso extremo, uma demora de 7 dias. A regra é que chegue entre 24h e 48h”, disse Rodrigo Cruz.

O Ministério da Saúde disse que mantém diálogo com laboratórios e com órgãos reguladores para tentar agilizar o processo de liberação das vacinas. “Trabalhamos, de 2ª a 2ª, para que a gente possa fazer com que as vacinas cheguem de forma mais rápida ao braço do brasileiro”, disse Cruz.

Segundo a pasta, até o momento, há cerca de 3,5 milhões de doses de vacinas contra covid no Centro de Distribuição, em Guarulhos (SP). Dessas, 1,2 milhão foram liberadas nesta 6ª feira (13.ago).

Governo Bolsonaro deixa vencer R$ 243 mi em vacinas, testes e remédios

  Governo Bolsonaro deixa vencer R$ 243 mi em vacinas, testes e remédios BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O Ministério da Saúde deixou vencer a validade de um estoque de medicamentos, vacinas, testes de diagnóstico e outros itens que, ao todo, são avaliados em mais de R$ 240 milhões. Agora, todos esses produtos devem ser incinerados. O cemitério de insumos do SUS está em Guarulhos (SP), no centro de distribuição logística da pasta. Ali estão 3,7 milhões de itens que começaram a vencer há mais de três anos. Quase todos expiraram durante a gestão de Jair Bolsonaro (sem partido). Todo o estoque é mantido em sigilo pelo ministério.

Em nota, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) afirmou que “não há nenhuma pendência” da agência em relação às doses armazenadas pelo ministério em Guarulhos.

  Ministério da Saúde nega retenção de vacinas em centro de distribuição © Fornecido por Poder360   Ministério da Saúde nega retenção de vacinas em centro de distribuição © Fornecido por Poder360

GESTORES ESTADUAIS COBRAM

Gestores estaduais têm cobrado a pasta nas últimas semanas e questionando o motivo de haver vacinas estocadas no centro de distribuição do Ministério da Saúde, como: o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD); o governador de São Paulo, João Doria (PSDB); e o governador da Bahia, Rui Costa (PT). O último afirmou que vai à Justiça contra o Ministério da Saúde.

Como Davati negociou vacinas Brasil afora sem aval de fabricantes .
Cidades e Estados brasileiros receberam ofertas de milhares de doses de vacina de supostos representantes da Davati, empresa que negociou doses com o governo brasileiro. Luiz Paulo Dominghetti, suposto representante da Davati, disse ter ouvido oferta de propina de funcionário do Ministério da Saúde, que nega.Cidades e Estados brasileiros receberam ofertas de milhares de doses de vacina de supostos representantes da empresa - a BBC News Brasil encontrou ao menos mais três, além de Luiz Paulo Dominghetti Pereira, que depôs na CPI da Covid na semana passada. O problema? A Davati nunca teve acesso a imunizantes.

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