Brasil Mostra ‘Uma Revolução em Curso’ é uma das novidades desta edição da SP-Arte

15:06  14 outubro  2021
15:06  14 outubro  2021 Fonte:   estadao.com.br

20 dos maiores roubos de arte de todos os tempos

  20 dos maiores roubos de arte de todos os tempos 20 dos maiores roubos de arte de todos os tempos , listados para despertar a atenção de todos para um tipo de crime que, definitivamente, não deveria acontecer: 1- Mona Lisa – O quadro mais famoso do mundo já foi roubado. Pouco se falava da pintura até 1911, quando o italiano Vincenzo Peruggia passou uma noite de sábado escondido num armário do Museu do Louvre com dois compatriotas para roubar passaram a noite trancados em um armário no Louvre e depois roubaram a Mona Lisa, partindo de um trem de Paris logo na manhã do domingo.

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Um espaço preenchido por telas de TV, furos, tomadas, luzes, cores e aparelhos ligados. Tal ambiente caótico foi nominado pelo filósofo checo-brasileiro Vilém Flusser (1920-1991) como a terceira catástrofe do homem, sendo as duas primeiras bipedismo e a sedentarização. Esta tríade foi reunida em uma de suas reflexões sobre o nomadismo: a nova mobilidade do ser humano acontece, paradoxalmente, quando está imóvel, diante de toda essa vida virtual que se descortina diante de nossos olhos.

É desse universo em que transitamos de forma fluida e ao mesmo tempo estática que trata a exposição Arte e Tecnologia: Uma Revolução em Curso, uma das novidades desta edição da SP-Arte, evento que ocorre entre os dias 20 e 24 de outubro. Outra novidade é justamente onde ele acontece: pela primeira vez, a feira comandada por Fernanda Feitosa, que visa aproximar o público de artistas, galerias e profissionais do meio e promover discussões sobre temas atuais do mundo da arte, ocupa a Arca, espaço de 9 mil metros quadrados localizado na Vila Leopoldina.

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“O novo local, um galpão industrial dos anos 1940 que, no passado, representou a modernização e industrialização de São Paulo, agora tem um novo significado. Um bairro que traduz uma atual fronteira imobiliária, perto do Ceagesp, do Parque Villa-Lobos e da ciclovia da marginal, que está em processo de revitalização. O novo endereço da feira traz uma energia renovada, com uma mirada no futuro”, conta Fernanda Feitosa.

Em 17 anos de feira, o formato híbrido nunca esteve tão forte, afirma ela. A retomada das atividades presenciais se dá em consonância com o Viewing Room, espaço digital da SP-Arte, que apresenta uma consistente atuação online por intermédio do site e das redes sociais. É por isso que o tema da exposição em cartaz durante os dias de evento é tão oportuno.

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A mostra, com curadoria de Ana Carolina Ralston, ocupa o galpão vizinho à Arca, chamado State, que abriga um coworking de startups de tecnologia – nada mais em sintonia com o Zeitgeist: “A SP-Arte busca estar sintonizada com o espírito do seu tempo. Na edição deste ano adotamos um formato mais conciso, de alta qualidade, sem perder o frescor do novo e a riqueza de uma maior diversidade que represente o pulso da nova produção artística”, explica Feitosa.

A mostra reúne obras de 22 artistas, nacionais e internacionais, e de diferentes gerações que, em comum, desdobram suas pesquisas utilizando a tecnologia como parte do processo criativo – e isso inclui as tão faladas Cripto Arte e NFT, ferramentas que ajudam na autenticação e valorização da produção artística digital e que tem ganho força especial nos últimos anos. “O impacto da tecnologia na arte ao longo do tempo é algo fascinante e transformador e que sempre permitiu o alargamento das fronteiras no segmento. Foi assim com a fotografia, que revolucionou a pintura, com o vídeo e as impressoras 3D, que revolucionaram a escultura e os objetos. Agora isso ocorre com as interações digitais através do computador, que ampliam as possibilidades não só do fazer artístico como de colaboração e interação da coletividade”, explica.

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Entre as obras que compõem a mostra e que contam com NFT, sigla em inglês para token não fungível, utilizado para registro da obra, impedindo que elas sejam recriadas, modificadas ou substituídas, está Autorretrato, de Eduardo Kac, uma animação feita em gif. Tido como um dos pioneiros na arte digital e transgênica, Kac chamou a atenção do mercado com suas ideias de vanguarda e um tanto polêmicas, como a GFP Bunny (2000), na qual utilizou engenharia genética para introduzir genes de fluorescência em células reprodutivas de uma coelha. Sob luz azul, o animal resultante emite luz verde.

Outro highlight entre as registradas em NFT é Coronews, da artista Giselle Beiguelman, um dos nomes de referência da arte digital. A obra, produzida este ano e em dois formatos, físico e virtual, reúne páginas de jornais online em que se discute o futuro pós-pandêmico. Tais folhas apresentam códigos de programação embaralhados pela artista, que resulta em uma interessante fusão de signos. Na versão NFT é possível acompanhar o processo de Beiguelman de corromper arquivos digitais.

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  Artista que foi engenheira e depois ambulante provoca mercado de arte ao doar obra SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Quando voltou ao circuito da arte após alguns anos afastada, período no qual vendeu brigadeiros nas ruas de São Paulo, Alice Shintani passou a pintar abstrações com tinta guache em sanfonas de papel. Conforme o trabalho se desenvolveu, ela colocou as sanfoninhas coloridas sobre dezenas de caixas de papelão de produtos alimentícios e de limpeza recolhidas de um mercado da Liberdade, o bairro japonês da cidade. O resultado foi uma instalação chamada "Menas", um dos trabalhos mais conhecidos da artista, mostrado anteriormente em galerias e agora em exibição na Bienal de São Paulo.

A luz e a cor, outros dois pilares usados por muitos artistas tecnológicos, estão presentes nas obras do chileno Iván Navarro e do escocês David Batchelor. O primeiro utiliza elementos como espelhos, luzes, vidros e eletricidade, para o envolvimento do espectador em seu trabalho. Em uma experiência sensorial, o público se vê em uma espécie de dimensão paralela da realidade por meio de túneis luminosos. Já Batchelor, que ficou conhecido mundialmente por suas instalações constituídas de detritos industriais, como caixas de luz achadas nas redondezas de seu ateliê, em Londres, carrinhos, estantes e sucata de fábrica, transforma tais objetos em molduras para conter montagens em néon e luz fluorescente. “A tecnologia tem um papel fundamental na democratização da arte. E por essa palavra se entenda acesso, aproximação, alcance”, define Feitosa. E por meio dela e suas conexões que o público chega de forma física e virtual à SP-Arte 2021.

SERVIÇO

SP-ARTE

ARCA

AV. MANUEL BANDEIRA, 360. 4ª (20/10) A SÁB. (23/10), 12H/20H. DOM. (24/10), 11H/19H. VENDA DE INGRESSOS SOMENTE ONLINE: R$ 50 E R$ 25. SERÁ EXIGIDO COMPROVANTE DE VACINAÇÃO CONTRA COVID 19 (IMPRESSO OU DIGITAL). ATÉ 24/10.

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