Brasil Volta às escolas em Minas será obrigatória a partir de 3 de novembr em

10:26  23 outubro  2021
10:26  23 outubro  2021 Fonte:   em.com.br

Doria anuncia aulas presenciais obrigatórias em São Paulo a partir de 2ª

  Doria anuncia aulas presenciais obrigatórias em São Paulo a partir de 2ª Protocolos sanitários serão mantidos; a partir de 3 de novembro, será obrigatória a presença simultânea de 100% dos alunosDe acordo com o secretário de Educação do Estado, Rossieli Soares, 97% dos profissionais da educação de São Paulo já estão com o esquema vacinal completo. Além disso, 90% dos adolescentes de 12 a 17 anos já têm a 1ª dose.

Depois de quatro meses da reabertura gradativa das escolas em Minas Gerais, a Secretaria de Estado de Saúde (SES/MG) decretou ontem o fim da adesão voluntária às aulas presenciais. A partir do próximo dia 3, o retorno dos estudantes às salas de aula passa a ser obrigatório. A mudança de protocolo, feita pelo Centro de Operações de Emergência de Saúde da pasta, é valida para todos os níveis de ensino e para as redes estadual, municipal e particular. As mudanças, divulgadas ontem, estão na 6ª edição do protocolo sanitário de retorno às atividades escolares.

Governo estadual considerou redução de indicadores da doença para alterar protocolo © Juarez Rodrigues/EM/D.A Press Governo estadual considerou redução de indicadores da doença para alterar protocolo

A exceção ao retorno compulsório é para estudantes com condição de saúde de maior fragilidade à COVID-19, comprovada por meio de prescrição médica para permanecer em atividades remotas. A decisão do Centro de Operações tem como pano de fundo, segundo a SES/MG, “a continuidade da contribuição dos mineiros com as medidas de prevenção à COVID-19 e a boa adesão à vacinação em todas as faixas etárias elegíveis no estado”, cujos efeitos são sentidos “na diminuição de novos casos diários da doença em Minas Gerais, bem como na diminuição dos casos graves e óbitos”.

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O Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinep-MG) apoiou a decisão. “É urgente que o retorno seja em todos os municípios do estado. Em Belo Horizonte, o retorno foi autorizado e a adesão chega à faixa de 85% a 90%. Poucos são os estudantes que estão no sistema remoto. Concordamos com a decisão sobre o retorno obrigatório de 100% presencial, ficando apenas no sistema remoto os estudantes com comorbidades”, afirmou a presidente da entidade, Zuleica Reis. As secretarias Municipal de Educação e a de Saúde também foram procuradas para comentar a obrigatoriedade do ensino presencial. A Prefeitura de BH informou, por meio de sua assessoria de imprensa, “que, no momento, estão mantidas no município as regras do protocolo de retorno às aulas”, segundo as quais as famílias que não se sentirem seguras terão acesso à modalidade remota.

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Dados da chamada Sala de Situação da SES/MG mostram que 81,17% dos trabalhadores da educação (292.623) estão completamente imunizados no estado. Entre crianças e adolescentes da faixa etária de 12 a 17 anos, 39,23% já receberam a primeira dose da vacina contra o coronavírus. Ainda segundo o protocolo, outro ponto a ser destacado é a avaliação do risco/benefício.

“Os benefícios da suspensão dessas medidas se sobrepõem aos riscos relacionados à transmissão no ambiente controlado da escola, em virtude do aumento da população vacinada na comunidade como um todo, inclusive na comunidade escolar, e da própria situação de saúde do público-alvo (comunidade escolar), somado às informações de distribuição epidemiológica”, afirma o texto.

De 14 itens da versão anterior do protocolo, 12 foram revogados e apenas dois mantidos, mas com alterações. Um deles é o uso de elevadores nos estabelecimentos de ensino, que previa distanciamento de 90 centímetros entre as pessoas. Agora, a capacidade máxima de ocupantes volta a ser permitida, mediante uso de máscara. A distância de quase 1 metro exigida entre os alunos foi retirada das obrigações, mas permaneceu a exigência de os estudantes terem lugares fixos para assistir às aulas, bem como a recomendação de se criar um “mapa de lugares” ou “mapa de carteiras”.

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  A ver navios: como Minas comprou, mas não levou, seu pedaço de litoral Debates sobre reativação da ferrovia Bahia-Minas trazem à tona a história da compra pelo estado de 12km de saída para o Atlântico no sul do território baianoTudo começou há 140 anos, atravessando décadas sem resposta e sempre trazendo à tona a compra de uma faixa de terra de 12 quilômetros de largura por 142 quilômetros de extensão no extremo Sul da Bahia, que acompanhava o leito da antiga Companhia de Estrada de Ferro Bahia-Minas, depois hipotecado ao Banco de Crédito Real do Brasil para contração de empréstimo.

Possibilidades Levando-se em consideração as diferenças regionais e de realidade entre as escolas, a SES/MG informa que instituições de ensino da rede particular (escolas, faculdades e centros universitários) e rede pública municipal devem elaborar um plano individual da instituição de ensino com estratégias de retomada segura, etapas de retorno e adoção de medidas sanitárias, que devem seguir as diretrizes do protocolo feito pela secretaria.

Recomenda ainda que “mediante a construção local de planos de reabertura de escolas, com ênfase na biossegurança e vigilância em saúde, as instituições de ensino sejam submetidas a processos de inspeção sanitária coordenados pelas equipes de vigilância sanitária local, na medida das possibilidades do município”. Na rede estadual de ensino, a Secretaria de Educação anunciará na semana que vem suas diretrizes.

O retorno das atividades escolares presenciais está indicado inclusive nos municípios das macrorregiões localizadas na onda vermelha do plano Minas Consciente, que prevê diretrizes para a flexibilização das medidas de combate à COVID-19 nos municípios e a reabertura da economia. Onde houver a classificação de “cenário desfavorável epidemiológico e assistencial”, a retomada não poderá ocorrer, “tendo em vista os potenciais impactos na comunidade”, mas se as aulas presenciais já tiverem sido iniciadas, poderão ser mantidas.

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  Uberaba vai manter modelo híbrido da rede municipal até o final do ano Secretária Municipal de Educação disse que realidade local não é favorável ao retorno 100% presencial e obrigatório".   Portanto, a rede está estruturada e vai encerrar o ano letivo de 2021 no modelo híbrido, atendendo a todos: os que enviaram os filhos para a escola e os que optaram por ficar em casa, com aulas remotas”, informou a titular da pasta, a secretária Sidnéia Zafalon.

Caso os indicadores da doença respiratória demonstrem patamares elevados, como  taxa de ocupação de leitos pediátricos, ou incidência de síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica, entre outros parâmetros, o município e o estado poderão suspender as aulas presenciais, adverte o protocolo.

Os dados informados pelo boletim epidemiológico da SES/MG, divulgado na manhã de ontem, apontam mais 20 mortes provocadas pela COVID-19 em Minas e 1.728 novos casos de infecção no período de 24 horas. Ao todo, o estado contabiliza 55.367 mortes desde o início da pandemia, em março de 2020, e o número de pessoas contaminadas pelo vírus alcança 2.175.842. Há outros 23.048 casos em acompanhamento.

Alívio e preocupação Belo Horizonte fechou a semana num cenário de alívio, de um lado, e preocupação, de outro, com o avanço da COVID-19. Levando-se em conta a ocupação de leitos nas redes pública e privada de saúde, a capital mineira estava ontem com 48% dos leitos de terapia intensiva ocupados. Na quinta-feira, a taxa era de 46,6%. Por outro lado, houve queda em relação à demanda dos leitos de enfermaria nas redes pública e privada, saindo de 40% para 39,1%.

A transmissão do coronavírus na capital, que havia atingido 0,98 na quinta-feira, desacelerou e agora está em 0,94. Com a margem de ontem, o indicador estava próximo de entrar no alerta amarelo, uma vez que a pontuação de 1 até 1,19 representa atenção intermediária. O indicador atualmente mostra que cada 100 pessoas contaminadas transmitem o vírus para outras 94. BH já registra 287.367 diagnósticos da doença e 6.863 óbitos. De quinta-feira para ontem, foram registrados 217 casos da enfermidade e 13 mortes.

Impasse sobre ensino presencial segue nas salas de aula em Minas

  Impasse sobre ensino presencial segue nas salas de aula em Minas Apesar de determinação da Saúde estadual para volta obrigatória, autonomia dos municípios fará com que a retorno não seja uniformeQuarta-feira que vem deveria marcar o retorno dos alunos às salas definitivamente. A mudança de protocolo, feita pelo Centro de Operações de Emergência de Saúde do estado, em tese põe fim à adesão voluntária de famílias e alunos ao ensino presencial, e é valida para todos os níveis de ensino e para as redes estadual, municipal, particular e mesmo federal, segundo o protocolo. Mas a obrigatoriedade de ir para a escola esbarra em outra questão: a autonomia dos municípios.

Passaporte da vacina ganha aval de 75%

Gabriela Bernardes*

Brasília – Três em cada quatro brasileiros concordam com a exigência de comprovante de vacinação contra a COVID-19 em empresas privadas, segundo a pesquisa Saúde Brasil, que entrevistou 1.006 pessoas entre 29 de setembro e o último dia 8. O apoio à medida também é expressivo entre os funcionários públicos. O estudo investigou a adesão dos brasileiros em oito situações. O maior apoio à exigência do “passaporte” foi registrado entre torcedores em estádios de futebol (80%). Na  vice-liderança ficaram os estudantes de universidades (76%).

Com 76% de apoiadores, os funcionários públicos em governos e repartições firmaram no terceiro lugar do ranking destacado pela pesquisa, seguidos dos estudantes em escolas (74%); empregados em empresas privadas (74%); e clientes em bares e restaurantes (68%). Mostraram menor adesão, passageiros em empresas de ônibus (58%) e moradores de condomínios (54%).

Wladimir Gramacho, professor da Universidade de Brasília e coordenador do Centro de Pesquisa em Comunicação Política e Saúde Pública (CPS), observa que, em serviços considerados essenciais e mandatórios, como universidades e trabalho em empresas privadas, os entrevistados tiveram opiniões semelhantes. Nesse contexto, eles consideram o passaporte primordial, diferentemente de locais privados, como condomínios.

“Em lugares como condomínios, por exemplo, as pessoas veem aquele lugar como sua casa, e, assim, podem escolher o que fazer nela. Parece-me que as pessoas, em geral, apoiam a exigência do comprovante da vacina para aqueles lugares em que nós temos que conviver obrigatoriamente com outras. Mas, nas suas casas, o que os dados sugerem é que cada pessoa deve ser livre”, comenta o pesquisador.

Duelo entre Galo FA e Golden Lions vai agitar Pará de Minas. Partida terá ingresso social e limitação de público

  Duelo entre Galo FA e Golden Lions vai agitar Pará de Minas. Partida terá ingresso social e limitação de público O jogo será o primeiro da Liga MGFL 2021, abrindo a temporada do FA em Minas GeraisE a competição foi apresentada oficialmente em Pará de Minas , onde acontecerá a primeira partida, no dia 6 de novembro, às 15h, entre Galo FA e Golden Lions, no Estádio Municipal, no Campo do Guarany.

Gramacho observa que o estudo revelou como a exigência de comprovação da vacina é consi- derada fator de segurança para a maioria dos brasileiros. “[O passaporte da vacina] é muito importante neste momento para aumentar o nível de segurança interpessoal – a confiança de que, de fato, estamos vacinados e seguros”, ressalta o professor da UnB.

Ele acredita que assim o quanto antes a população poderá voltar a ter uma atividade econômica mais forte e com a maior segurança possível. As medidas de prevenção devem ser mantidas.

*Estagiária sob a supervisão de Carlos Alexandre de Souza

Pfizer é 91% eficaz entre 5 e 11 anos

Dados divulgados ontem pela grupo farmacêutico Pfizer apontam que doses da vacina desenvolvida pela companhia contra a COVID-19 para crianças de 5 a 11 anos são seguras e apresentaram eficácia de quase 91% na prevenção de infecções sintomáticas. A divulgação ocorre em meio às análises feitas pelos Estados Unidos para aplicação do imunizante nessa faixa etária. De acordo com a agênca de notícias Associated Press, as aplicações no país podem começar no início de novembro se os órgãos reguladores americanos derem sinal verde. O Departamento de Saúde e Serviços Humanos (FDA, na sigla em inglês) ainda terá que publicar sua revisão independente dos dados de segurança e eficácia da empresa. Os consultores do FDA vão debater publicamente as evidências da eficácia do imunizante na próxima semana. Nos EUA, a vacina é autorizada para maiores de 12 anos, mas pediatras e familiares aguardam a nova aprovação voltada às crianças mais novas como forma de conter as infecções crescentes da variante Delta do coronavírus.

Minas rescinde contrato com Maurício Souza após polêmica .
O central Maurício Souza teve o contrato rescindido com o Minas Tênis Clube na última quarta-feira (27). A decisão aconteceu após a repercussão, nos últimos dias, das postagens de teor homofóbico realizadas pelo atleta. Ele chegou a fazer dois pedidos de desculpas nas redes sociais, mas ressaltando se tratar de uma opinião, não de homofobia. A postura irritou os patrocinadores e o clube, que optou pelo fim do contrato. O jogador estava afastadoO jogador estava afastado das atividades do clube desde a última terça-feira (26) além de ser multado. As ações aconteceram após pressão dos patrocinadores (Fiat e Gerdau) para que o Minas tomasse "medidas cabíveis" em relação às postagens do central em sua rede social.

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