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Brasil Metade dos brasileiros vive com R$ 413 mensais

17:05  16 outubro  2019
17:05  16 outubro  2019 Fonte:   estadao.com.br

Brasileiros e venezuelanos unem forças para coletar 1 tonelada de lixo de igarapé

  Brasileiros e venezuelanos unem forças para coletar 1 tonelada de lixo de igarapé A Amazônia, suas matas e suas águas, são o maior tesouro nacional do Brasil, mas sua importância é para todo o planeta – e por isso cuidar dela deve ser uma tarefa de primeira importância nacional. Quando tornaram o Brasil seu novo lar, um grupo de refugiados venezuelanos decidiu retribuir pela recepção calorosa que tiveram por aqui retirando lixo das margens do igarapé no meio do Parque Municipal do Mindu, o maior parque urbano da cidade de Manaus – de onde as águas do igarapé correm para desembocar na maior bacia hidrográfica do planeta.

A metade mais pobre da população, quase 104 milhões de brasileiros , vivia com apenas R $ 413 mensais , considerando todas as fontes de renda. Se considerados apenas os trabalhadores com renda do trabalho, a fatia de 1% mais bem remunerada recebia R $ 27.744 mensais , o que

No Brasil Bolsonaro e sua agenda ultraliberal, metade dos brasileiros vive com apenas R $ 413 mensais . A metade mais pobre da população, quase 104 milhões de brasileiros , vivia com apenas R $ 413 mensais , considerando todas as fontes de renda.

  Metade dos brasileiros vive com R$ 413 mensais © Foto: Vanderlei Almeida/AFP/Getty

A desigualdade de renda no País alcançou patamar recorde em 2018, dentro da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A metade mais pobre da população, quase 104 milhões de brasileiros, vivia com apenas R$ 413 mensais, considerando todas as fontes de renda. No outro extremo, o 1% mais rico - somente 2,1 milhões de pessoas - tinha renda média de R$ 16.297 por pessoa. Ou seja, essa pequena fatia mais abastada da população ganhava quase 40 vezes mais que a metade da base da pirâmide populacional.

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No outro extremo, os 2,1 milhões mais ricos recebem 40 vezes mais; desigualdade de renda atingiu nível recorde na série histórica da Pnad Contínua.

A metade mais pobre da população, quase 104 milhões de brasileiros , vivia com apenas R $ 413 mensais , considerando todas as fontes de renda. Em todo o País, 10,4 milhões de pessoas (5% da população) sobrevivem com R $ 51 mensais , em média. Se considerados os 30% mais pobres, o

Em todo o País, 10,4 milhões de pessoas (5% da população) sobrevivem com R$ 51 mensais, em média. Se considerados os 30% mais pobres, o equivalente a 60,4 milhões de pessoas, a renda média per capita subia a apenas R$ 269.

Mesmo passada a crise econômica, a desigualdade se agravou. A renda domiciliar per capita dos 5% mais pobres caiu 3,8% na passagem de 2017 para 2018. Ao mesmo tempo, a renda da fatia mais rica (1% da população) cresceu 8,2%.

O Índice de Gini da renda domiciliar per capita – medida de desigualdade de renda numa escala de 0 a 1, em que quanto mais perto de 1 maior é a desigualdade - subiu de 0,538 em 2017 para 0,545 em 2018, patamar auge na pesquisa.

Os mais pobres ficaram mais pobres, os mais ricos ficaram mais ricos, confirmou Maria Lucia Vieira, gerente da Pnad. Para a pesquisadora, o fenômeno tem relação com a crise no mercado de trabalho, que afetou especialmente o extrato de trabalhadores com menor qualificação e menor remuneração.

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A metade mais pobre da população, quase 104 milhões de brasileiros , vivia com apenas R $ 413 mensais , considerando todas as fontes de renda. No outro extremo, o 1% mais rico – somente 2,1 milhões de pessoas – tinha renda média de R $ 16.297 por pessoa.

A metade mais pobre da população, quase 104 milhões de brasileiros , vivia com apenas R $ 413 mensais , considerando todas as fontes de renda. Em todo o País, 10,4 milhões de pessoas (5% da população) sobrevivem com R $ 51 mensais , em média. Se considerados os 30% mais pobres, o

“Continuam no mercado de trabalho aqueles que ganham mais”, justificou Maria Lucia Vieira.

Quando começou a melhora na geração de vagas, os desempregados que conseguiram retornar ao mercado de trabalho passaram a ganhar menos em funções semelhantes ou a atuar em postos informais, que também remuneram menos.

“Quando as pessoas perdem seus trabalhos, elas vão arrumar outras ocupações em que elas consigam ter alguma remuneração. Se o momento tem mais demanda por trabalho do que oferta, as pessoas acabam aceitando trabalhos com remunerações mais baixas”, explicou a gerente da Pnad.

Com mais pessoas trabalhando, a massa de renda de todas as fontes cresceu de R$ 264,9 bilhões em 2017 para R$ 277,7 bilhões em 2018. Como a concentração de renda aumentou, os 10% mais pobres detinham apenas 0,8% da massa de rendimentos, enquanto que os 10% mais ricos concentravam 43,1% desse bolo.

Se considerados apenas os trabalhadores com renda do trabalho, a fatia de 1% mais bem remunerada recebia R$ 27.744 mensais, o que corresponde a 33,8 vezes o rendimento dos 50% dos trabalhadores com os menores rendimentos, que recebiam, em média, R$ 820, menos que o salário mínimo em vigor no ano. A diferença foi a maior da série histórica da pesquisa.

O índice de Gini da renda do trabalho também registrou piora na passagem de 2017 para 2018, subindo de 0,501 para 0,509 no período, o patamar mais elevado da série.

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