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Brasil Laudo aponta que Raissa foi estuprada antes de ser morta na zona norte de SP

02:17  18 outubro  2019
02:17  18 outubro  2019 Fonte:   estadao.com.br

Caso Mariana: Laudo confirma estupro antes de morte de estudante de 19 anos

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Menina foi encontrada morta e amarrada a uma árvore no Parque Anhanguera em setembro; exame aponta que Raissa morreu por asfixia. Já outras lesões descritas no laudo seriam características de estupro , com introdução de objeto contundente na vítima, segundo aponta o exame.

A menina Raissa Eloá Capareli Dadona, de 9 anos, encontrada morta e amarrada em uma árvore no Parque Anhanguera, na zona norte , foi vítima de estupro e morreu por asfixia, segundo aponta laudo da Polícia Técnico-Cietífica de São Paulo. Um garoto de 12 anos, que teria confessado o

Raíssa Eloá Caparelli Dadona, de 9 anos, morava no bairro do Morro Doce, na zona norte de São Paulo   © Reprodução Raíssa Eloá Caparelli Dadona, de 9 anos, morava no bairro do Morro Doce, na zona norte de São Paulo

SÃO PAULO - A menina Raissa Eloá Capareli Dadona, de 9 anos, encontrada morta e amarrada em uma árvore no Parque Anhanguera, na zona norte, foi vítima de estupro e morreu por asfixia, segundo aponta laudo da Polícia Técnico-Cietífica de São Paulo. Um garoto de 12 anos, que teria confessado o assassinato, está apreendido.

A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 17, pelo site do jornal Agora São Paulo. Assinado pela médica legista Paolla Rossi, o laudo descreve uma série de lesões sofridas por Raissa, incluindo ferimentos compatíveis com mordidas, arraste, estrangulamento e enforcamento.

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SÃO PAULO - A menina Raissa Eloá Capareli Dadona, de 9 anos, encontrada morta e amarrada em uma árvore no Parque Anhanguera, na zona norte , foi vítima de estupro e morreu por asfixia, segundo aponta laudo da Polícia Técnico-Cietífica de São Paulo. Um garoto de 12 anos

Raíssa foi encontrada morta em parque de SP — Foto: Arquivo Pessoal. A perícia concluiu que a menina Raíssa Eloá Caparelli Dadona, de 9 anos, foi estuprada e morta por asfixia mecânica em 29 de setembro no Parque Anhanguera, na Zona Norte de São Paulo.

"O conjunto de vestígios descritos permite afirmar que a morte foi em decorrência de asfixia mecânica por obstrução de vias respiratórias, e as modalidades de constrição cervical e sufocação direta concorreram para o óbito", afirma o documento.

Ainda segundo o laudo, a análise externa do corpo permitiria afirmar que a variedade de lesões seria decorrente de "mais de um tipo de instrumento contundente". Os ferimentos teriam, ainda, "gravidades variadas (...) consequente à ocorrência de espancamento, indicando sofrimento aplicado à vítima nos momentos que antecederam a morte".

A médica legista não encontrou ferimentos que indiquem que Raíssa tenha tentado ou conseguido se defender. Apesar disso, a Polícia Técnico-Científica conseguiu recolher material genético sob as unhas da vítima que pode ajudar na investigação do caso.

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A menina de 9 anos, Raíssa Eloá Capareli Dandona , encontrada morta em 29 de setembro, na zona norte da capital paulista, foi estuprada antes de ser morta por estrangulamento. As novas evidências são constatadas no laudo necroscópico feito pela Polícia Científica e pelo Instituto Médico Legal.

Antes de ser encontrada morta , Raíssa estava com sua mãe em uma festa no CEU (Centro de Educação Unificada) Anhanguera, na região de Perus ( zona norte ), quando desapareceu. Imagens de uma câmera de monitoramento mostram Raíssa e o adolescente, que foi apreendido

Já outras lesões descritas no laudo seriam características de estupro, com introdução de objeto contundente na vítima, segundo aponta o exame. Também foi encontrado sêmen no corpo da menina - o material foi recolhido para análise. Exame complementar apontou, ainda, ausência de álcool ou droga no sangue da vítima.

Raíssa foi encontrada amarrada pelo pescoço a uma árvore do Parque Anhanguera no dia 29 de setembro. Ela havia desaparecido quando participava de uma festa com outras crianças em um Centro Educacional Unificado (CEU) vizinho.

Dois dias depois, a Polícia Civil informou que um garoto de 12 anos confessou ter assassinado a menina. O adolescente morava na mesma rua da vítima e foi visto na companhia dela no dia do crime.

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Revista: Marcos Valério aponta Lula como mandante da morte de Celso DanielSegundo a publicação, o relato feito ao Ministério Público de São Paulo foi de que um empresário que chantageou graduados do PT teria dito que iria implicar Lula como ‘cabeça’ da morte do correligionário. O depoimento gravado também em vídeo foi encaminhado pelo promotor Roberto Wider Filho ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP e anexado a uma investigação sigilosa em curso.

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