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Brasil Caso Raissa: Polícia diz ter certeza de participação de adolescente no crime

19:05  19 outubro  2019
19:05  19 outubro  2019 Fonte:   estadao.com.br

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Caso Raissa Polícia diz ter certeza de participação de adolescente no crime .

de Polícia de Repressão aos Crimes Contra a Crianças e o Adolescente , afirmou não existir mais nenhuma dúvida da participação do menino de 12 anos Segundo o delegado, uma série de dados apontam para a participação do menor. © Reprodução Raíssa Eloá Caparelli Dadona, de 9 anos

SÃO PAULO - Em entrevista coletiva no Departamento Estadual de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o delegado Luiz Eduardo Aguiar Marturano, da 5ª Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes Contra a Crianças e o Adolescente, afirmou não existir mais nenhuma dúvida da participação do menino de 12 anos no assassinato de Raíssa Eloá, 9 anos, encontrada morta e amarrada em uma árvore no Parque Anhanguera. Ainda assim, só um exame de DNA, que deve ficar pronto na próxima semana, deve confirmar se o garoto agiu sozinho ou não.

“Nós descartamos qualquer hipótese desse adolescente ser uma vítima ou testemunha”, disse Marturano. Segundo o delegado, uma série de dados apontam para a participação do menor.

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Em coletiva, delegado disse que hipótese de adolescente ser vítima ou testemunha está descartada. Exame de DNA, que pode comprovar se ele agiu sozinho ou não, deve ficar pronto semana que vem.

A polícia descartou nesta sexta-feira (18) a participação de uma segunda pessoa no assassinato da menina " Temos certeza do envolvimento dele no crime ", afirmou o delegado do DHPP. Na semana que antecedeu ao assassinato de Raíssa , disse Marturano, o adolescente foi suspenso da

Raíssa Eloá Caparelli Dadona, de 9 anos, morava no bairro do Morro Doce, na zona norte de São Paulo   © Reprodução Raíssa Eloá Caparelli Dadona, de 9 anos, morava no bairro do Morro Doce, na zona norte de São Paulo

A polícia também já descarta a existência do suspeito descrito pelo garoto, um homem de baixa estatura, calça branca, camiseta cinza e uma bicicleta verde. “Ouvimos mais de 20 seguranças do parque e também temos o material das câmeras de segurança. Podemos afirmar que esse homem descrito pelo menor não existe. Esse indivíduo foi criado por ele” disse o delegado.

O inquérito ainda aponta que o garoto teria se inspirado em filmes de violência e terror para cometer o crimes. Segundo a polícia, a escola frequentada pelo menor já tinha relatado pelo menos dois casos de atos obscenos com meninas da escola - e um caso de agressão a um colega de classe com deficiência mental.

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  Suspeito de abuso sexual de alunos do Colégio Magnum presta depoimento em BH Suspeito de abuso sexual de alunos do Colégio Magnum presta depoimento em BHPor volta das 10h, havia apenas a movimentação da imprensa na porta da delegacia. Mais cedo, o Estado de Minas tentou contato telefônico com o advogado de Hudson, Marciano Soares Andrade, mas as ligações não foram atendidas. O suspeito nega os crimes.

De acordo com a polícia , o menino se recusou a dizer a motivação do crime . Os vizinhos, que preferem não gravar entrevista, contam que Raíssa e o adolescente de 12 anos brincavam muito na rua de casa e também no Centro Educacional Unificado (CEU) Anhanguera, de onde Raíssa

Caso Raíssa : polícia diz ter certeza de participação de adolescente no crime . Entrave deixa Ricardo Oliveira perto de adeus ao Santos. Novo presidente do clube negou que o jogador esteja de saída, mas adiantou que não vai oferecer um contrato de duas temporadas ao veterano.

Outro caso, relatado pela escola no dia 23 de setembro, mostrava que o garoto, na ocasião, atacou outras crianças com agulhadas. A escola também comunicou a polícia que, apesar das advertências e suspensões, os pais do menino não apareciam na escola para discutir as questões envolvendo o aluno. “Nas últimas semanas, ele ia para escola na segunda e terça. O restante da semana ele ficava suspenso”, comentou o delegado.

A escola teria comunicado a atitude do aluno aos pais e ao Conselho Tutelar. O delegado ressaltou que o garoto não apresentava nenhum sintoma de dificuldade de aprendizagem.

Indícios

De acordo com o delegado, vigias do Parque ficaram consternados com o comportamento frio do menino ao levá-los até o corpo da menina - um dos seguranças registrou, inclusive, uma foto do garoto chupando um pirulito a poucos metros do corpo, como se nada tivesse acontecido.

Outro indício seria o sangue na camisa do garoto. Em um primeiro momento, ele disse se tratar de picadas de mosquito, mas depois mudou a versão, dizendo que havia tocado no sangue no chão e depois limpado na camisa.

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  Viúva de Marielle pede a Moro mais empenho em investigações de crime Viúva de Marielle pede a Moro mais empenho em investigações de crimeMônica Benício se reuniu com Moro e dois delegados da Polícia Federal no ministério, em Brasília. Na véspera, o crime completou 580 dias.

O adolescente negou participação no crime e foi liberado ao final do depoimento. A polícia fez buscas na casa do adolescente e apreendeu desenhos e jogos de videogame. A polícia diz que os dois tinham um "pacto", segundo o qual cometeriam o crime e depois se suicidariam.

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A polícia tem certeza que o menor teria mentido sobre a corda (mudando a versão pelo menos três vezes).

Laudo

Laudo da Polícia Técnico-Cientifica de São Paulo mostrou que a menina morreu por asfixia mecânica. O laudo também descreve uma série de lesões sofridas por Raissa, incluindo ferimentos compatíveis com mordidas, arraste, estrangulamento e enforcamento.

Já outras lesões descritas no laudo seriam características de estupro, com introdução de objeto contundente na vítima, segundo aponta o exame. Também foi encontrado sêmen no corpo da menina - esse é o material que ainda está em análise.

Raíssa foi encontrada amarrada pelo pescoço a uma árvore do Parque Anhanguera no dia 29 de setembro. Ela havia desaparecido quando participava de uma festa com outras crianças em um Centro Educacional Unificado (CEU) vizinho.

No dia 14 de outubro, a Promotoria de Justiça da Infância e Juventude aditou a representação contra o adolescente, que está internado na Fundação Casa. Para o Ministério Público de São Paulo (MPE-SP), o assassinato aconteceu por meio cruel, sem possibilidade de defesa da vítima e por feminicídio.

Laudo aponta que Raissa foi estuprada antes de ser morta na zona norte de SP

  Laudo aponta que Raissa foi estuprada antes de ser morta na zona norte de SP Laudo aponta que Raissa foi estuprada antes de ser morta na zona norte de SPA informação foi divulgada nesta quinta-feira, 17, pelo site do jornal Agora São Paulo. Assinado pela médica legista Paolla Rossi, o laudo descreve uma série de lesões sofridas por Raissa, incluindo ferimentos compatíveis com mordidas, arraste, estrangulamento e enforcamento.

A Certidão de Antecedentes Criminais é o documento com validade de 90 dias que informa a existência ou não de registros criminais nos sistemas informatizados da Polícia Federal.

Em caso de sentença de internação definitiva, o prazo máximo é de 3 anos. Feller afirmou que o adolescente negou ter ajudado a planejar o massacre na escola de Suzano. A polícia diz que os dois tinham um "pacto" segundo o qual cometeriam o crime e depois se suicidariam.

No documento, o MPE-SP afirma que Raissa "não tinha necessário discernimento para a prática do ato e não poderia oferecer resistência", uma vez que tinha apenas 9 anos e era diagnosticada com autismo. De acordo com a versão da promotoria, a menina foi morta com "emprego de asfixia (meio cruel)", "para assegurar a ocultação e impunidade do ato infracional equiparado ao crime de estupro" e "por razões da condição do gênero feminino e em menosprezo a ela".

O adolescente também participava da festa no CEU Anhanguera e teria se aproveitado da ausência da mãe da menina para levá-la a uma área afastada do parque, a cerca de quatro quilômetros de distância do evento. Na versão do MPE-SP, o homicídio aconteceu porque Raíssa teria se recusado ao ato sexual e o adolescente pretendia "calar a ofendida e assim ocultar o estupro".

"Para tanto, (...) passou a agredir o corpo de Raissa com empurrões e chutes e golpes realizados com instrumentos contundentes, possivelmente galhos de árvores", diz o documento. O jovem teria, ainda, tentado amarrar as mãos da menina com uma meia, sem sucesso. Só então "estrangulou" a garota e a "arrastou pelos cabelos" até uma árvore, onde foi amarrada pelo pescoço.

"O adolescente usou recurso que dificultou a defesa da vítima por atacá-la de surpresa, após tê-la levado para local ermo, aproveitando-se da enfermidade mental da vítima, de sua ingenuidade infantil e da confiança que ela, mesmo autista, depositava nele", afirma o MPE-SP.

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Em frente a escola, estudante de 14 anos é baleada na cabeça na Grande BH .
Em frente a escola, estudante de 14 anos é baleada na cabeça na Grande BHUma menina de 14 anos foi baleada na cabeça na manhã desta segunda-feira (28), na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O caso aconteceu quando a adolescente deixava a Escola Estadual José Amâncio dos Santos, localizada na Rua Anair Rosa, no Bairro Resplendor, em Igarapé.

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