Brasil Adelio Bispo recusa delação e mantém versão de que agiu sozinho em ataque

22:45  01 novembro  2019
22:45  01 novembro  2019 Fonte:   poder360.com.br

MP de SP não recebeu depoimento de Marcos Valério que implicaria Lula no caso Celso Daniel

  MP de SP não recebeu depoimento de Marcos Valério que implicaria Lula no caso Celso Daniel Revista afirma que operador do mensalão disse em novo testemunho que ex-presidente seria citado por um empresário ligado ao caso.A reportagem diz ainda que o citado novo depoimento de Valério foi acompanhado pelo promotor Roberto Wider Filho, que atuou nas investigações do assassinato, e encaminhado por ele para o Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado de São Paulo. No entanto, em entrevista ao EL PAÍS, Wider Filho foi categórico em afirmar que enviou, sim, ao Gaeco um depoimento que tomou de Valério em outubro do ano passado, mas que jamais ouviu tal versão que implica Lula como mandante do crime.

Adélio Bispo de Oliveira, preso por ter esfaqueado o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) Polícia Ele ressaltou que não restam dúvidas de que o que levou Adélio a praticar o crime foi o componente político. Política PolíticaBolsonaro tem febre, mas previsão de alta para o fim de semana é mantida .

Ele manteve a versão de que agiu sozinho e negou que o atentado tenha sido encomendado. Bolsonaro e aliados defendem que Adélio agiu a mando de terceiros e pedem mais investigação por parte da PF. Eles citam uma carta enviada por outro preso, o iraniano Farhad Marvizi, dizendo ter

PF ouviu Adelio e outro detento que mandou carta a Bolsonaro e relatou promessa de R$ 500 mil pelo crime© Reprodução PF ouviu Adelio e outro detento que mandou carta a Bolsonaro e relatou promessa de R$ 500 mil pelo crime

Adelio Bispo de Oliveira, autor do ataque a faca ao presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral de 2018, disse em depoimento à Polícia Federal nessa 5ª feira (31.out.2019) que se recusa a fechar acordo de delação premiada porque não tem nada a falar além do que já relatou. A informação é do jornal Folha de S. Paulo.

Adelio foi ouvido na Penitenciária Federal de Campo Grande (MS), pelo delegado Rodrigo Morais, da superintendência da PF em Belo Horizonte. Ele é o responsável pelo inquérito que apura a existência de comparsas ou mandantes do ataque ocorrido em Juiz de Fora (MG).

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  Em jogo truncado, Paraná vence Londrina por 1 a 0 e mantém vivo sonho do acesso Em jogo truncado, Paraná vence Londrina por 1 a 0 e mantém vivo sonho do acessoOs donos da casa sobem, momentaneamente, para 6º, com 47 pontos, ficando apenas a um ponto do G4. Já o time londrinense se mantém na 16ª colocação, com 35 tentos, apenas três do Figueirense, primeiro time da zona de rebaixamento.

Nos últimos 20 anos, algoz trabalhou muitas vezes sem carteira, mudou-se com frequência de cidade e já esteve em Brasília, na Câmara dos Deputados.

A PF ouviu a recusa do próprio Adélio nesta quinta-feira (31), no presídio federal de Campo Grande. Ele repetiu que agiu sozinho , negando que o ataque Ele repetiu que agiu sozinho , negando que o ataque tenha sido encomendado, como afirma Jair Bolsonaro edit. 1 de novembro de 2019, 21:52 h

Ao fim do interrogatório, segundo informou a Folha, Morais ofereceu a Adelio a chance de fechar 1 acordo de colaboração premiada, caso tivesse algo a revelar, mas o suspeito rejeitou a proposta. Ele manteve a versão de que agiu sozinho e negou que o atentado tenha sido encomendado.

O delegado Rodrigo Morais foi a Campo Grande ouvir também o depoimento de 1 interno que disse ter ouvido Adelio confessar que teria conexões com uma facção criminosa e com políticos. O preso é o iraniano Farhad Marvizi, que enviou uma carta a Bolsonaro narrando ter dados que poderiam ajudar a esclarecer o episódio. O informante, no entanto, é considerado pelos investigadores uma fonte de baixa credibilidade, por ser afeito a contar histórias mirabolantes.

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O MPF-DF (Ministério Público Federal no Distrito Federal) entrou com ação civil pública contra a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada do Brasil em Washington, nos Estados Unidos. Adelio Bispo recusa delação e mantém versão de que agiu sozinho em ataque .

Adelio Bispo de Oliveira, homem que tentou matar Jair Bolsonaro deixa escapar evidência de que não agiu sozinho .

No depoimento, Marvizi disse que ouviu os detalhes do próprio Adelio quando estiveram juntos na ala médica da penitenciária. Ele disse, no entanto, que só contaria o que sabe em troca de perdão judicial do presidente da República.

O iraniano afirmou que o autor da facada ao presidente tinha promessa de receber R$ 500 mil para matar Bolsonaro, mas não revelou quem seria a pessoa responsável pelo pagamento. A reportagem da Folha ainda destaca que o candidato a colaborador não citou até agora nenhum nome de facção ou de político supostamente ligado ao atentado, nem indicou ter provas. A suspeita de envolvimento do PCC (Primeiro Comando da Capital) no caso já foi derrubada pelos policiais.

Marvizi ainda afirmou que não pode dizer mais nada e que teme ser morto. A PF descartou aceitar acordo com o estrangeiro, por desconfiar da veracidade de suas palavras. O iraniano, segundo relata o jornal, tem o hábito de mandar correspondências para personalidades —já teria escrito ao apresentador Silvio Santos e ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

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Presidenciável sofreu atentando enquanto fazia campanha na cidade mineira de Juiz de Fora; Polícia terminou primeiro inquérito sobre ataque . O relatório final da Polícia Federal (PF) no inquérito que investiga o atentado a Jair Bolsonaro deve apontar que Adelio Bispo de Oliveira agiu sozinho ao

Policiais Federais que prenderam Adelio Bispo de Oliveira em Juiz de Fora imediatamente após o atentado afirmaram duvidar de sua “integridade Ele conversou com seus colegas que estavam no local do ataque e não só tiveram de prender o agressor como conter a multidão que tentou linchá-lo

Em 2014, Marvizi espalhou a notícia de que o PCC queria sequestrar o advogado Carlos Araújo, ex-marido da então presidente Dilma Rousseff (PT). Após o alerta, a PF chegou a monitorar Araújo, mas concluiu se tratar de alarme falso.

A carta sobre Adelio mencionada por Bolsonaro não chegou às mãos dos agentes que conduzem o inquérito, que desconhecem seu teor na íntegra. No dia 6 deste mês, o presidente disse que entregou o documento “às autoridades competentes“, mas não especificou quais eram elas.

Segundo pessoas que presenciaram o depoimento, Marvizi é visto na cadeia de Campo Grande como alguém em busca de uma estratégia para conseguir liberdade ou redução de pena. Adelio Bispo teria negado ao delegado que tenha feito alguma revelação a Marvizi e rechaçou a suposta promessa de pagamento de R$ 500 mil.

Marvizi foi condenado a 20 anos de prisão por ordenar atentado contra 1 auditor da Receita Federal no Ceará. A PF ouviu ainda outros 2 presos que poderiam corroborar as informações do iraniano e também teriam ouvido relatos de Adelio durante banhos de sol, sobre o planejamento do ataque a Bolsonaro.

Os 2 depoentes, de acordo com a reportagem, disseram desconhecer as supostas revelações feitas por Adelio no presídio e puseram em xeque as afirmações do iraniano.

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Malafaia se desculpa por divulgar fake news nas eleições de 2018 .
Malafaia se desculpa por divulgar fake news nas eleições de 2018“[Adélio] nunca assessorou Dilma em campanha, então estou aqui corrigindo, porque eu fiz uma declaração na época”, diz Malafaia no vídeo. “Agora, estou reconsiderando neste vídeo, tá certo? A verdade é a verdade.

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