Brasil: Fim do DPVAT também atinge Salim Mattar, amigo de Paulo Guedes - - PressFrom - Brasil

Brasil Fim do DPVAT também atinge Salim Mattar, amigo de Paulo Guedes

15:11  14 novembro  2019
15:11  14 novembro  2019 Fonte:   correiobraziliense.com.br

Governo quer criar quarentena para servidor público que disputar eleição

  Governo quer criar quarentena para servidor público que disputar eleição Governo quer criar quarentena para servidor público que disputar eleiçãoA proposta vem alinhada à opinião de parte da equipe econômica do governo, que avalia que servidores públicos não devem ter vínculos partidários. Em 5 de novembro, o ministro Paulo Guedes (Economia) reiterou a intenção em entrevista no Ministério da Economia. “Não vou dar estabilidade para militante. É como nas Forças Armadas: é servidor do Estado”, afirmou.

Trata-se de José Salim Mattar Júnior, amigo do ministro da Economia, Paulo Guedes , e que foi convidado pelo próprio ministro para comandar a Secretaria Segundo o governo federal, o valor total contabilizado no consórcio do DPVAT (ou seja, por todas essas empresas que formam a Líder) é de

Salim Mattar é o dono da Localiza, empresa de aluguel de carros, e o secretário de Privatizações do governo Ele também é secretário de Privatizações do governo de Jair Bolsonaro. Salim Mattar foi o quarto Quando resolveu fundar a empresa bilionária, Salim não recebeu apoio dos pais, amigos e

  Fim do DPVAT também atinge Salim Mattar, amigo de Paulo Guedes © Valter Campanato/Agência Brasil

Ao assinar a Medida Provisória que extingue, a partir de 2020, os seguros obrigatórios DPVAT e DPEM, o presidente Jair Bolsonaro atingiu não apenas os negócios do presidente do PSL, Luciano Bivar, mas também a empresa de outro personagem com estreita relação com o Palácio do Planalto. Trata-se de José Salim Mattar Júnior, amigo do ministro da Economia, Paulo Guedes, que o convidou para comandar a Secretaria Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados da pasta.

Salim é dono da Pottencial Seguradora, que compõe, junto com o negócio de Bivar e outras dezenas de empresas, o capital social da Líder Administradora, detentora do direito de exclusividade para operar o DPVAT no Brasil. Segundo o governo federal, o valor contabilizado no consórcio do DPVAT é de cerca de R$ 8,9 bilhões.

Bolsonaro extingue DPVAT, seguro que indeniza vítima de acidente de trânsito

  Bolsonaro extingue DPVAT, seguro que indeniza vítima de acidente de trânsito Bolsonaro extingue DPVAT, seguro que indeniza vítima de acidente de trânsitoO governo afirmou, em nota enviada à imprensa, que a MP “tem o potencial de evitar fraudes no DPVAT, bem como amenizar/extinguir os elevados custos de supervisão e de regulação do DPVAT por parte do setor público”. Isso viabilizaria, segundo defende o texto, o “cumprimento das recomendações do TCU (Tribunal de Contas da União) pela Susep”.

Dono da Localiza Hertz, Salim Mattar é amigo do ministro da Economia, Paulo Guedes , e próximo ao Planalto.

São Paulo . O fim do seguro obrigatório a veículos no país, o Dpvat , anunciado nesta terça-feira (11) pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL), atinge Além de indenizações por mortes, o seguro também cobre gastos hospitalares e sequelas permanentes. Bolsonaro justificou o fim do seguro mediante os

A Pottencial declara, na Receita Federal, ter capital de R$ 98 milhões. A seguradora ainda atua na área de seguros de máquinas e equipamentos. Salim também é dono da Localiza Hertz, uma gigante do setor de locação de veículos no Brasil. Ele faz questão de destacar a amizade de três décadas com Guedes, que já integrou, por três anos, o conselho de administração de uma das empresas do secretário.

A assessoria de Mattar afirmou que ele deixou a administração de todos os seus negócios em dezembro. "A secretaria comandada por ele tem como objetivo as privatizações de empresas estatais e a venda dos imóveis da União. O referido assunto (fim do DPVAT) não é de sua competência, portanto, ele não foi consultado", diz a nota.

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Brasil negocia acordo de livre-comércio com a China, diz Guedes .
Sem entrar em detalhes, o ministro da Economia afirmou que o objetivo é ampliar o governo com o país asiático, ainda que isso signifique uma redução do superávit comercial do Brasil com o parceiro.“Não me incomodo se nossa balança (comercial) com a China se equilibrar lá na frente”, afirmou Guedes, durante evento do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB, na sigla em inglês), também conhecido como o “Banco dos Brics”, promovido em Brasília em ocasião da 11.ª Cúpula do Brics. “O que queremos é mais comércio com a China.

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