Brasil Mulher é presa por discriminação racial contra taxista em BH: 'Não gosto de negro'

13:15  06 dezembro  2019
13:15  06 dezembro  2019 Fonte:   em.com.br

Mulher é presa suspeita de matar filha de 2 anos por asfixia em Capelinha

  Mulher é presa suspeita de matar filha de 2 anos por asfixia em Capelinha Mulher é presa suspeita de matar filha de 2 anos por asfixia em CapelinhaUma equipe da Polícia Militar foi acionada a comparecer na casa da suspeita, no Bairro Jardim Aeroporto. De acordo com o boletim de ocorrência (BO), a mulher alegou que a menina tinha morrido após engasgar com a mamadeira.

Mais um crime de discriminação racial foi registrado em Belo Horizonte. Desta vez, contra um taxista na Avenida Álvares Cabral, no Bairro Santo Agostinho, na Região Centro-Sul. Segundo o boletim de ocorrência, uma mulher afirmou a um taxista que não andava com negros .

Conheça um curso online de manutenção de celular, onde você pode montar seu próprio negócio e conquistar a sua independência financeira. Mulher ofende taxista negro e desacata PM após ser presa - Продолжительность: 2:14 Jornal da Alterosa 1 524 просмотра.

  Mulher é presa por discriminação racial contra taxista em BH: 'Não gosto de negro' © Foto: Getty

Mais um crime de discriminação racial foi registrado em Belo Horizonte. Desta vez, contra um taxista na Avenida Álvares Cabral, no Bairro Santo Agostinho, na Região Centro-Sul. Segundo o boletim de ocorrência, uma mulher afirmou a um taxista que não andava com negros. Segundo a Polícia Militar (PM), na delegacia a autora ainda chamou uma sargento de sapatão.

O caso aconteceu na tarde desta quinta-feira. Segundo o registro policial, o taxista Luis Carlos Alves Fernandes, de 51 anos, estava parado na Avenida Álvares Cabral em frente a Justiça Federal quando avistou Natália Gomes, de 36.

"Foi por volta de 14h. Vi a mulher acompanhada de um senhor com dificuldade para andar. Ela passou pelo ponto de táxi, olhou dentro de três e não entrou. Foi quando eu perguntei educadamente: 'você precisa de um táxi?'. E ela me respondeu: 'até preciso, mas não ando com negro'. Foi quando questionei e ela repetiu: 'eu não gosto de negro'", relatou o taxista. 

Mineirão cria canal para denúncias de racismo e injúria racial

  Mineirão cria canal para denúncias de racismo e injúria racial O Mineirão aproveitou o mês em que se comemora o Dia da Consciência Negra para criar um canal em que os próprios torcedores poderão enviar denúncias de crimes de discriminação ou preconceito racial presenciados no estádio. Desde o último domingo (24), na partida entre Atlético-MG e Athletico-PR, o frequentador do estádio que sofrer ou perceber casos de racismo ou injúria racial pode enviar um e-mail para este endereço e relatar o ocorrido.De acordo com os profissionais que cuidam do estádio, todas as informações serão repassadas para que os órgãos competentes tenham conhecimento e sigam com as devidas investigações para punir possíveis culpados.

Uma mulher foi detida na tarde desta quinta-feira (5) suspeita de injúria racial contra um taxista na Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Ainda conforme a ocorrência, o motorista alegou que a mulher não poderia dizer aquilo, porque era crime; ela respondeu: eu não gosto de negro , sou

Mais um crime de discriminação racial foi registrado em Belo Horizonte. Desta vez, contra um taxista na Avenida Álvares Cabral, no Bairro Santo Agostinho, na Região Centro-Sul. Segundo o boletim de ocorrência, uma mulher afirmou a um taxista que não andava com negros .

Neste momento, ele disse que ela estava sendo racista e a mulher o surpreendeu dizendo "eu sou racista".

De acordo com Luis, ele disse que chamaria a polícia e ela ainda cuspiu em seu pé. "Ela chegou  entrar em um dos táxis. Mas nos impedimos de seguir. Todos ficaram muito revoltados, queriam agredi-la. Mas, a polícia chegou muito rápido", contou. "Até então, ela estava muito calma. Ela se exaltou ao chegar na delegacia onde precisou ser algemada", completou.

Mesmo detida pelos militares, segundo o boletim de ocorrência, a mulher continuou exaltada. Segundo a PM, uma sargento pediu para ela se sentar na delegacia e como resposta foi chamada de “sapata”.

A vítima conta que a  mulher foi muito arrogante e tinha certeza da impunidade. "Ela achou que iria dizer o que disse e sairia impune.  Disse que o pai é delegado e repetia "você não sabe com quem está falando".

O advogado da mulher e a irmã da vítima não conversaram com a reportagem do Estado de Minas.

Até às 20h, o taxista e a mulher estavam sendo ouvidos na Central de Flagrantes. Ainda será definido se o crime caracteriza-se racismo ou injúria racial. 

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Nomeado para Palmares diz que não dará 'suporte algum' para Dia da Consciência Negra“No que depender de mim, a Fundação Palmares não dará suporte algum a essa data (Dia da Consciência Negra). Vamos revalorizar o dia 13 de maio e o papel da princesa isabel na libertação dos negros”, afirmou Camargo após uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro. O secretário de Cultura, Roberto Alvim, também esteve na reunião.

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