Brasil Juiz concede liberdade provisória a mulher presa por injúria racial contra taxista em BH

21:30  07 dezembro  2019
21:30  07 dezembro  2019 Fonte:   em.com.br

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Juiz concede liberdade provisória a mulher presa por injúria racial contra taxista em BH

Mulher é detida por injúria racial contra taxista em BH . Mulher é levada para delegacia após injúria racial contra taxista em BH — Foto: Danilo Girundi/TV Globo. Uma mulher foi detida na tarde desta quinta-feira (5) suspeita de injúria racial contra um taxista na Região Centro-Sul de Belo Horizonte.

A mulher foi presa no Bairro Santo Agostinho, na Região Centro-Sul de BH © Reprodução/Redes Sociais A mulher foi presa no Bairro Santo Agostinho, na Região Centro-Sul de BH

A Justiça concedeu liberdade provisória a Natália Burza Gomes Dupin, de 36 anos, presa depois de ofender um taxista negro no Bairro Santo Agostinho, na Região Centro-Sul da cidade. Em audiência de custódia, realizada na manhã deste sábado no Fórum Lafayette, o Juiz determinou o pagamento de fiança de R$ 10 mil para liberar ré. Os advogados de defesa informaram que vão se posicionar sobre o caso ainda nesta tarde.  

As audiências de custódia consistem na apresentação do preso em flagrante a um juiz no prazo de 24 horas. Após a audiência, o magistrado decide se o custodiado deve responder ao processo preso ou em liberdade, podendo ainda decidir pela anulação da prisão em caso de ilegalidade.

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Autuada em flagrante pela Polícia Civil, Natália Burza Gomes Dupin, de 36 anos responderá judicialmente por injúria racial , desacato, desobediência e

A mulher foi presa depois de cometer injúria racial contra o porteiro onde mora, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). Ela pagou fiança de R$ 2

A mulher foi autuada em flagrante por injúria racial, desacato, desobediência e resistência após dizer ao motorista que “não andava com negros” e de se confessar racista. Ela foi levada para uma unidade do sistema prisional, mas poderá ser solta. Segundo o registro policial, o taxista Luis Carlos Alves Fernandes, há 16 anos na profissão, estava parado na Avenida Álvares Cabral, em frente ao prédio da Justiça Federal.

Ele teria presenciado a mulher, identificada como Natália Gomes, se aproximando com um idoso e aparentemente procurando um táxi. Segundo o motorista, ele se dirigiu à mulher para perguntar se precisava do serviço. Segundo relato da vítima que consta do boletim de ocorrência, no momento ele foi interrompido pela mulher, que teria dito: “Precisando de um táxi estou mesmo, mas não ando com negros”.

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Bala perdida mata mulher quando ela ia buscar neto na escola.

O taxista disse que questionou se a mulher sabia que estava cometendo um crime. Nesse momento ela respondeu, segundo o relato do condutor: “Não gosto de negro mesmo. Sou racista”. E cuspiu no seu pé, contou ele. Ela chegou a entrar em um dos táxis, mas foi impedida de seguir com a corrida. A vítima narrou que todos ficaram muito revoltados e tentaram agredi-la. Entretanto, a polícia chegou muito rápido. "Até então, ela estava muito calma. Ela se exaltou ao chegar à delegacia, onde precisou ser algemada", completou.

De acordo com a PM, quando os militares chegaram ao local, a mulher os ignorou. Acabou sendo conduzida para a Delegacia Adjunta ao Juizado Especial Criminal (Deajec). Mesmo detida, segundo o boletim de ocorrência, a mulher continuou exaltada. De acordo com a PM, uma sargento pediu para ela se sentar na delegacia. Como resposta, foi chamada de “sapata”.

'Não pode deixar passar. É preciso denunciar'

O taxista conta que exerce a profissão há 16 anos como taxista e nunca havia sofrido nenhum tipo de preconceito, mas agora está revoltado. Segundo a vítima, desde o primeiro momento, a mulher foi muito arrogante e tinha certeza da impunidade. "Ela achou que diria o que disse e sairia impune. Disse que o pai é delegado e repetia 'você não sabe com quem está falando'". Luis Carlos ainda disse que é importante ficar atento: “O racismo não está só nas palavras usadas pela mulher. Pode ser muito sutil, mas precisamos denunciar”, disse o homem, que espera que o caso seja classificado como racismo.

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