Brasil Adriano da Nóbrega teria doado R$ 2 milhões à campanha de Witzel, diz revista

00:05  22 fevereiro  2020
00:05  22 fevereiro  2020 Fonte:   poder360.com.br

Flávio Bolsonaro comenta morte de miliciano e cobra elucidação do caso

  Flávio Bolsonaro comenta morte de miliciano e cobra elucidação do caso Flávio Bolsonaro comenta morte de miliciano e cobra elucidação do casoDENÚNCIA! Acaba de chegar a meu conhecimento que há pessoas acelerando a cremação de Adriano da Nóbrega para sumir com as evidências de que ele foi brutalmente assassinado na Bahia. Rogo às autoridades competentes que impeçam isso e elucidem o que de fato houve.

Parceiros na campanha eleitoral de 2018, Witzel e Jair Bolsonaro se tornaram desafetos, sobretudo depois que anunciaram a intenção de concorrer As ligações de Adriano da Nóbrega com a família Bolsonaro datam de longa data e o miliciano foi sido homenageado pelo então deputado estadual

Adriano Magalhães da Nóbrega durante vida como fugitivo na Bahia Imagem: Reprodução. Adriano foi alvejado no tórax e na região entre o pescoço e a clavícula, segundo informou na tarde de hoje a SSP-BA Voluntária de igreja é acusada de desviar R $ 2 milhões para pagar casamento.

O ex-policial Adriano da Nóbrega estava foragido e morreu durante conflito com policiais baianos no início do mês. Ele era suspeito no caso Marielle e de integrar a milícia no Rio de Janeiro © Reprodução O ex-policial Adriano da Nóbrega estava foragido e morreu durante conflito com policiais baianos no início do mês. Ele era suspeito no caso Marielle e de integrar a milícia no Rio de Janeiro

O ex-capitão do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) Adriano da Nóbrega teria doado R$ 2 milhões em dinheiro vivo à campanha do hoje governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), em busca de proteção em investigações. A informação foi passada pela viúva do ex-policial, Júlia Lotufo, a fontes ouvidas pela reportagem da revista Veja. Witzeu nega.

De acordo com a publicação, Júlia havia manifestado preocupação, ainda em 1º de fevereiro, de que Adriano poderia ser executado como “queima de arquivo“, a mando de Witzel. O ex-policial veio a ser morto 8 dias depois, em operação da Polícia Militar da Bahia com apoio do grupo de inteligência do Rio de Janeiro. As circunstâncias ainda não foram elucidadas pelas investigações.

Juiz ordena que corpo do capitão Adriano vá para o IML do Rio

  Juiz ordena que corpo do capitão Adriano vá para o IML do Rio Juiz ordena que corpo do capitão Adriano vá para o IML do RioA mulher do ex-policial, Júlia Mello, foi quem pediu ao juiz a transferência do corpo, alegando que ele corre risco de se decompor, pois, segundo ela, está guardado em lugar inadequado.

A família do miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega , morto no último domingo, 9, na área rural de Esplanada, na Bahia, afirmou que irá recorrer à Justiça baiana para que seja realizado um novo exame cadavérico do corpo do ex-capitão do Batalhão Especial de Operações Especiais da Polícia Militar do

O deputado foi procurado por meio de sua assessoria para explicar por que apagou a postagem mas não respondeu. Segundos depois, Eduardo fez outro comentário no qual diminui o tom da crítica ao senador e diz que Gomes cometeu uma “atitude insensata”.

Apesar da suposta doação a Witzel, Adriano da Nóbrega veio a ser alvo de denúncia em fevereiro de 2019. O Ministério Público do Rio de Janeiro acusou o ex-PM de chefiar o chamado Escritório do Crime (que promovia a contratação profissional de homicídios).

Alvo de ordem de prisão preventiva, Adriano ficou foragido e cobrou proteção de aliados, que teriam dito a ele que Witzel o queria como “1 troféu” para seu governo.

Em nota à Veja, Witzel negou conhecer Adriano e disse que não recebeu doações dele para sua campanha. Além disso, afirmou que vai processar a viúva do policial por calúnia, difamação e injúria.

O senador Flavio Bolsonaro (sem partido) destacou trecho da reportagem da Veja em sua conta no Instagram. “Peço desculpas a todos que votaram nele a meu pedido“, escreveu o político, em referência a Witzel.

O governador era aliado do clã Bolsonaro durante as eleições, o que alavancou seu desempenho nas urnas. Contudo, a relação estremeceu ao longo de 2019.

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Após carta coletiva crítica a Bolsonaro, Doria diz que 'nunca os governadores estiveram tão unidos' .
Governador de São Paulo encontrou Wilson Witzel nesta domingo no Rio e não descarta novo documento do grupoRIO - O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), informou que o presidente Jair Bolsonaro ainda não respondeu a carta enviada por 20 governadores brasileiros após o presidente acusar o governador da Bahia, Rui Costa (PT), pela morte do miliciano Adriano da Nóbrega. O governador almoçou hoje com o governador do Rio, Wilson Witzel, acompanhado dos ex-assessores da campanha de Bolsonaro, Paulo Marinho e Gustavo Bebiano.

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