Ciência e Tecnologia Tribunal alemão retoma restrições ao Facebook sobre coleta de dados de usuários

20:31  23 junho  2020
20:31  23 junho  2020 Fonte:   reuters.com

Curador do Jabuti diz que errou, depois de post polêmico minimizando as mortes pelo coronavírus

  Curador do Jabuti diz que errou, depois de post polêmico minimizando as mortes pelo coronavírus No domingo, 24, ele foi alvo de um manifesto público que já soma mais de 4 mil assinaturas; leia sua 'retratação' e veja a repercussão entre editores, escritores e intelectuaisCurador do Prêmio Jabuti, um dos mais prestigiosos da literatura brasileira, Pedro Almeida causou polêmica neste domingo, 24, ao escrever um post em seu perfil no Facebook em que minimizava as mortes pelo coronavírus. Almeida, que é editor da Faro, começou seu texto com a frase "Alguém está mentindo para você" e passou a questionar os números da covid-19 e a comparar o número de mortes este ano e no ano passado.

. © Reuters .

Por Ursula Knapp

KARLSRUHE, Alemanha (Reuters) - O Facebook deve cumprir uma ordem do órgão de controle antitruste da Alemanha e restringir a coleta de dados de usuários, decidiu um tribunal do país nesta terça-feira.

A ordem provisória do Tribunal Federal, que suspende uma decisão de um tribunal inferior, apoia a visão original do Bundeskartellamt, órgão regulador antitruste da Alemanha, de que o Facebook abusou de seu domínio de mercado para coletar informações sobre usuários sem o consentimento deles.

"Estou encantado com esta decisão", disse o presidente do órgão, Andreas Mundt. A decisão mostrou que "se os dados forem coletados e explorados ilegalmente, deve ser possível tomar medidas antitruste para evitar o abuso do poder de mercado".

Bilionário não disse que financiaria ‘grupos de ódio negro’

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O Facebook não respondeu de imediato o pedido de comentário.

A Alemanha tem estado na vanguarda de uma reação global contra o Facebook, que enfrenta críticas crescentes de que está sendo usado para espalhar desinformação política.

O órgão antitruste do país se opôs a como o Facebook agrupa dados de pessoas de aplicativos de terceiros - incluindo os de sua propriedade WhatsApp e Instagram - e o rastreamento online de pessoas que não têm contas por meio dos botões "curtir" ou "compartilhar" no Facebook.

Em sua decisão, o Tribunal Federal disse que não se opôs às afirmações do órgão de que o Facebook abusa de seu domínio de mercado e que o uso de dados da empresa carece do consentimento adequado de seus usuários.

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