Esportes Bolsonaro critica governadores: 'Medidas extremas que não competem a eles'

16:37  20 março  2020
16:37  20 março  2020 Fonte:   correiobraziliense.com.br

Bolsonaro volta a criticar governadores e diz que medidas de Doria foram 'veneno'

  Bolsonaro volta a criticar governadores e diz que medidas de Doria foram 'veneno' Bolsonaro volta a criticar governadores e diz que medidas de Doria foram 'veneno'"Eles (governadores) acabaram com o comércio. O Doria acabou com o comércio na estrada. Não pediu para mim, não vou conversou comigo, para fazer aquela loucura", declarou. Segundo Bolsonaro, o "remédio" de Doria contra a crise foi superdosado e se tornou um "veneno".

Bolsonaro voltou a criticar o que considera “ medidas extremas ” adotadas, segundo ele , por alguns governadores , para evitar a circulação de pessoas e tentar conter o avanço do coronavírus. “Tem certos governadores , criticar de novo, que estão tomando medidas extremas , que não competem

O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar , em transmissão ao vivo no Facebook na noite desta quinta-feira, 19, as medidas adotadas por governadores para conter a disseminação do coronavírus nos estados. Sua principal crítica , já feita em outras ocasiões

  Bolsonaro critica governadores: 'Medidas extremas que não competem a eles' © Evaristo Sá/AFP O presidente Jair Bolsonaro se posicionou contrário a algumas medidas aplicadas por governadores para conter a disseminação da Covid-19, transmitida pelo novo coronavírus. "Tem certos governadores que estão tomando medidas extremas que não competem a eles, como fechar aeroportos, rodovias, shoppings e feiras".

Bolsonaro afirmou que ficou "preocupado" ao saber que o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, decidiu fechar as divisas da capital. Além disso, também foram proibidas visitas em praias, rios e portos turísticos da cidade. Medidas semelhantes foram aplicadas pelo governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha.

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O presidente Jair Bolsonaro criticou “alguns governadores ” e voltou a chamar a crise causada pelo avanço do novo coronavírus de “histeria”. As declarações foram feitas em entrevista à Super Rádio Tupi, do Rio, na manhã desta terça-feira, 17.

O presidente Jair Bolsonaro esteve há pouco em uma churrascaria em Miami, na Flórida, onde encontrou o bicampeão mundial de Fórmula 1, Emerson Fittipaldi, com quem conversou.E. Em seguida, Bolsonaro passou a falar dos preços dos combustíveis e dos pedágios elevados.

Bolsonaro defende que sejam estabelecidas medidas "equilibradas" para conter a doença e para minimizar os impactos na economia. Afirmou que, apesar de o novo coronavírus ser letal, muitos podem morrer de fome por não terem condições de comprar alimentos. "A pessoa com a alimentação deficitária é mais propensa a pegar o vírus e complicar a situação sanitária", afirmou.

Para ele, a situação é mais grave para o trabalhadores informais, sem vínculo empregatício. O mandatário afirmou que, por conta da redução de movimento nas ruas, muitos estão em casa sem conseguir vender.

"Vai faltar alimento para eles, Da nossa parte, estamos criando um voucher, de R$ 200. É pequeno, mas é o que podemos fazer. Vocês estão levando como se eu estivesse despreocupado, mas não podemos levar para o extremismo", afirmou ao sair do Palácio da Alvorada na manhã desta sexta-feira (20/3).

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