Esportes Cicinho perde ação na Justiça para o Galo, diz que não tem carinho pelo clube e é rebatido por Lásaro Cândido

20:36  30 junho  2020
20:36  30 junho  2020 Fonte:   lance.com.br

Atlético-MG empresta o goleiro Michael para o Paços Ferreira-POR

  Atlético-MG empresta o goleiro Michael para o Paços Ferreira-POR O jogador, que começou como titular em 2020 perdeu espaço no clube e com o desejo de Sampaoli por outro arqueiro, a opçao foi o empréstimo com o valor dos direitos fixadosMichael perdeu espaço no time mineiro com a chegada de Jorge Sampaoli, que ainda deseja um goleiro que saiba jogar com os pés, tendo uruguaio Campaña, do Independiente-ARG, como preferido.

Cicinho foi revelado no Atlético-MG, foi para o São Paulo e chegou ao Real Madrid e Seleção Brasileira-(AFP) © Fornecido por LANCE! Cicinho foi revelado no Atlético-MG, foi para o São Paulo e chegou ao Real Madrid e Seleção Brasileira-(AFP)

O ex-lateral-direito Cicinho, que jogou no Atlético-MG, São Paulo e Real Madrid, manifestou uma opinião que gerou polêmica nas redes sociais. O ex-atleta disse, em entrevista ao Canal do Nicola no Youtube, que não tem boas recordações do Galo e que torce para que o Atlético não se dar bem dentro e fora de campo.

O motivo da mágoa? Uma derrota judicial para o clube mineiro, que custou, nas palavras de Cicinho, R$ 3 milhões.

-No ano passado, eu perdi uma ação para o Clube Atlético Mineiro. Tinha uma cláusula que eu tinha que ter notificado se fosse sair do clube. Tive que pagar R$ 3 milhões. Nunca ganhei dinheiro nenhum do Atlético, só para que o torcedor entenda. Tudo o que ganhei lá em quase três anos, tive que pagar agora para que não penhorassem alguns bens meus- disse.

Por festas durante quarentena, Cazares é intimado pela Polícia Civil

  Por festas durante quarentena, Cazares é intimado pela Polícia Civil O jogador terá de dar esclarecimentos na próxima terça-feira, dia 7 de julhoO jogador do time alvinegro foi intimado e terá de se apresentar para prestar depoimento em uma delegacia na próxima terça-feira 7 de julho.

O ex-jogador, que parou de atuar aos 37 anos, em 2018, reforçou que sua contrariedade é com o clube e não com o torcedor atleticano.

-Não tenho nada contra o torcedor, mas o Atlético não é uma memória agradável para mim. Teve esta falta de honestidade do clube, que perdeu um dinheiro para o banco Axial, e eu que tive que pagar. Tudo foi resolvido. Não guardo mágoa, mas torço para que o Atlético não se dê bem. Paguei mais R$ 300 mil ao advogado-contou.

Cicinho chegou ao Atlético-MG em 2001, ainda como jogador de base, vindo do do Botafogo de Ribeirão Preto,com 20 anos. Ele ficou no alvinegro até 2003, quando foi para o São Paulo. Ao deixar o time mineiro, entrou na Justiça para poder assinar com o Tricolor Paulista. Ao todo, foram 96 jogos com a camisa alvinegra, marcando sete gols.

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No São Paulo, Cicinho teve bons momentos, entrando em campo 151 vezes e anotando 21 gols. O ex-lateral venceu o Campeonato Paulista, a Copa Libertadores e o Mundial de Clubes em 2005, sendo contratado pelo Real Madrid e pouco tempo depois, jogou pela Roma, da Itália. Cicinho também esteve no grupo da Seleção Brasileira que venceu a Copa das Confederações de 2005 e na Copa do Mundo de 2006, ambos na Alemanha.

Galo rebate Cicinho

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  Caio Ribeiro defende volta do futebol e discute com colegas no 'Bem, Amigos!' Ex-atleta e comentarista da 'Globo' participou da atração do 'SporTV' nesta segunda-feira- Ontem eu fiquei muito bem impressionado com o Volta Redonda e como o Botafogo voltou. Falei com uma pessoa de dentro do Volta Redonda e ele me garantiu que os três jogadores que testaram positivo para COVID-19 não tiveram contato com os outros jogadores. Eles chegaram ao CT, não houve concentração. Quando se apresentaram para ir ao jogo, foram testados e imediatamente separados - apontou Caio durante a atração, que foi rebatido por Cleber Machado.

A rusga pública exposta por Cicinho gerou uma reação do Atlético-MG, que explicou a situação do seu ponto de vista. O vice-presidente do clube, Lásaro Cândido da Cunha, contou que o Galo moveu um processo contra o ex-jogador por uma dívida com o banco Axial.

A ação movida por Cicinho para deixar o Galo, em 2003, para conseguir deixar o clube, fez o banco perder 50% que tinha nos seus direitos econômicos. O Atlético negociou com o banco a sua parte na dívida e para não ser o único devedor, acionou Cicinho na Justiça, para quitar o débito com o Axial.

O banco Axial com a negociação e a ação judicial, reduziu o valor da dívida de R$ 18 milhões para R$ 9 milhões. Daí, o clube buscou sua parte com o ex-jogador, que pagou ao clube R$ 2,9 milhões, mais R$ 250 mil de custos do processo. Lásaro detalhou como funcionou o seguimento do processo.

-Cicinho jogou no Atlético até 2003. Entrou na Justiça e conseguiu a liberação. Só que Cicinho e Atlético tinham contrato com a Axial. Era uma empresa de São Paulo que tinha direito a 50% dos direitos do jogador. A empresa processou Atlético e Cicinho conjuntamente e ambos foram condenados. Valor total em 2016 foi de R$ 18 milhões. Nós pegamos esta negociação no fim, e nós temos um advogado, o Raul Ribeiro, que representou o Atlético. Nós coordenamos uma tentativa de composição. Conseguimos com a Axial reduzir um valor que era mais de R$ 18 milhões para R$ 9 milhões- disse Lásaro, que prosseguiu.

Vice-presidente do Atlético-MG rebate Cicinho

  Vice-presidente do Atlético-MG rebate Cicinho O ex-lateral-direito Cicinho defendeu o Atlético-MG entre 2001 e 2003, mas a relação entre eles se tornou assunto atualmente. Após declarações do ex-jogador ao canal do jornalista Jorge Nicola, dizendo que não tinha carinho pelo clube, as trocas de farpas começaram. O vice-presidente do Galo, Lásaro Cunha, falou sobre o assunto. “O Cicinho jogou aqui […]“O Cicinho jogou aqui até 2003, entrou na Justiça e conseguiu a liberação. Só que o Cicinho e o Atlético tinham um contrato com Axial, uma empresa que tinha 50% dos direitos econômicos do jogador. A empresa processou o Atlético e o Cicinho, conjuntamente. Ambos foram condenados a pagar em torno de 18 milhões de reais.

-Mas o Cicinho não participou deste acordo. Ele ficou lá escondido e não quis participar inicialmente. O que o Atlético fez? O processou. Valor da dívida dele no pacote era pouco mais de R$ 10 milhões. Nós oferecemos para ele uma oportunidade: fizemos o mesmo desconto que a empresa fez ao Atlético. E ele pagou ao clube R$ 3,2 milhões (Atlético e advogado). E ele deve agradecer ao Atlético porque o Atlético facilitou a vida dele, pois negociou com ele em condições excepcionais. O advogado na época, o Raul, obviamente recebeu os seus honorários, porque ele atuou corretamente e merece isso. Portanto, pare de falar besteira, Cicinho. O Atlético tem péssima recordação de você. Você deu prejuízo ao Atlético e deveria agradecer ao Atlético- completou. Para acertar com o Atlético-MG, Cicinho pagou sua dívida em três parcelas, nos anos de 2018 e 2019, sendo uma no valor de R$ 1.450.000 e três de R$ 500 mil.

Vice do Atlético critica lobby do Flamengo na mudança dos direitos de transmissão: 'Desrespeito à coletividade' .
Segundo Lásaro Cândido, o clube carioca foi desrespeitoso com os demais times brasileiros, já que não tentou buscar algo que seja positivo para todos"Pessoal, em relação à MP publicada ontem, a 984, que causou um reboliço no futebol brasileiro. No que se refere ao direito de arena, vamos trazer uma explicação rápida aqui. Primeiro é preciso explicar o que é medida provisória. MP é editada pelo presidente da República, tem validade de 60 dias e pode ser prorrogada por mais 60. O Congresso tem que aprovar por maioria simples. Não aprovada, ela perde validade. O que causou estranheza foi a forma.

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