Esportes F1 não tem escolha: "Ou renova com Interlagos ou não terá corrida", diz promotor

18:45  17 novembro  2019
18:45  17 novembro  2019 Fonte:   grandepremio.com.br

Procon notifica GP do Brasil por proibir entrada de alimentos e bebidas

  Procon notifica GP do Brasil por proibir entrada de alimentos e bebidas Procon notifica GP do Brasil por proibir entrada de alimentos e bebidasDe acordo com o Procon, o evento não deve proibir a entrada de alimentos, conforme havia informado em seu site oficial. "A recomendação é que somente sejam proibidos alimentos cujas embalagens impliquem em risco à segurança do consumidor. Não permitir que as pessoas consumam alimentos comprados fora do evento sem justificativa compatível com o resguardo da segurança e saúde dos consumidores pode configurar prática abusiva", diz trecho da notificação.

A Fórmula 1 está garantida no Brasil somente até 2020. Interlagos , que tem sido palco do GP do Brasil desde 1990, já tem um acordo Dessa forma, Tamas Rohonyi, promotor da etapa brasileira da maior das categorias, entende que a F 1 não tem escolha : ou renova o vínculo com São Paulo ou

O piloto da Fórmula 1 Lewis Hamilton pediu um salário anual de 40 milhões de libras (cerca de R$ 292 milhões) por mais três anos de contrato com a Ainda assim, mesmo sem sem aceitar imediatamente os valores, a Mercedes está sim interessada em renovar com Hamilton por mais três anos, segundo

  F1 não tem escolha: © Fornecido por Grande Prêmio
A Fórmula 1 está garantida no Brasil somente até 2020. Interlagos, que tem sido palco do GP do Brasil desde 1990, já tem um acordo com a organização do Mundial, mas ainda não há um novo contrato formalizado. No meio disso, há um projeto de um autódromo no Rio de Janeiro, que visa levar a corrida para a capital fluminense a partir de 2021. Acontece que, apesar do apoio do presidente Jair Bolsonaro, não existe autódromo na cidade carioca e todo o empreendimento para a construção da nova pista está emperrado. Dessa forma, Tamas Rohonyi, promotor da etapa brasileira da maior das categorias, entende que a F1 não tem escolha: ou renova o vínculo com São Paulo ou não terá corrida no Brasil.
Em julho deste ano, Justiça Federal do Rio de Janeiro publicou informe suspendendo o processo de licitação do autódromo de Deodoro. A razão foi a falta de aprovação do estudo prévio de impacto ambiental no local. Em maio último, uma empresa chamada Rio Motorsports venceu o processo de licitação - sendo a única concorrente.
Diante do cenário carioca e do autódromo totalmente reformulado da capital paulista, Rohonyi se mostrou confiante na permanência da corrida em Interlagos. “Quando você tem duas entidades, duas pessoas negociando, é preciso ter alguém que quer vender algo e alguém que quer comprar. A impressão que eu tenho é que o Chase Carey [chefão da F1] quer vender o evento para São Paulo – e não é que ele quer, ele precisa vender. Não tem escolha, tudo bem? Da mesma forma, do outro lado, nós temos autoridades municipais e estaduais que querem o evento em São Paulo, simplesmente porque é um bom negócio para a região e para a cidade”, disse o promotor ao GRANDE PRÊMIO.
  F1 não tem escolha: © Fornecido por Grande Prêmio

“É um excelente negócio que traz R$ 300, R$ 350 milhões de impostos adicionais. Temos de lembrar que isso é um negócio, tem um aspecto esportivo, mas é um negócio mesmo, do mesmo jeito que é um campeonato de esqui, a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos”, completou.

F1: Hamilton diz ter aprendido lição após erros no GP do Brasil

  F1: Hamilton diz ter aprendido lição após erros no GP do Brasil Piloto britânico da Mercedes pondera que a corrida de Interlagos foi diferente de todas as outras da temporada 2019 da Fórmula 1 Hexacampeão mundial da Fórmula 1, Lewis Hamilton crê que seus problemas no GP do Brasil foram um importante exercício de aprendizado, já que o britânico da Mercedes correu de forma mais despretensiosa pelo fato de já ter assegurado o título na etapa anterior, nos EUA.

A Fundação Renova é uma organização não governamental privada e sem fins lucrativos. Foi constituída em 2 de março de 2016, por um Termo de Transação e de Ajustamento de Conduta (TTAC), e iniciou suas operações em 2 de agosto do mesmo ano.

Você que gosta de assistir seriado e filmes juridicos como Suits, O Demolidor, CSI, ou Lie To Me (entre outros) já deve ter ouvido vários termos como

“Às vezes, a palavra negócio é usada de uma forma negativa, mas simplesmente a conta tem de fechar. É claro que, se o rei do Bahrein acha a F1 legal e a quer, ele só assina o cheque, porque ele pode, e a conta fecha”, acrescentou, se referindo à todo o investimento que é necessário para garantir uma etapa do Mundial, como, por exemplo, as taxas cobradas pela detentora dos direitos comerciais.

Questionado se a corrida dá retorno, Rohonyi respondeu que "a conta sempre fechou aqui". "O que há é uma insatisfação da FOM [empresa que detém os direitos da F1], porque, para eles, a conta não fecha bem. Eles querem fechar melhor, o que é totalmente natural. Abu Dhabi paga US$ 72 milhões (cerca de R$ 300 mi), Silverstone fechou por US$ 18 milhões (R$ 75 mi) e Mônaco paga zero. Então, da maneira como eles precisam olhar, que tem de apresentar 20 ou 21 corridas, de preferência em lugares que fazem um pouquinho de sentido ainda, a conta geral precisa fechar também. Isso é o que eles têm de fazer.”
O dirigente húngaro ainda vai mais longe ao expor a situação atual da F1. “Tem países como a Rússia, em que o presidente liga para alguém fazer um cheque e faz, mas tem países em que há uma administração pública democrática e, vamos dizer assim, minimamente controlada, é difícil. Por exemplo, a Alemanha perdeu o GP porque não consegue catar US$ 10 milhões (R$ 40 milhões). Não é que não tem dinheiro, mas quem na Alemanha vai assinar um cheque? Acha que o prefeito pode assinar um cheque? Um governador, um presidente da república? Não é assim. Então, é uma negociação que tem de entrar entidades particulares, patrocinadores. Tudo’, acrescentou.
  F1 não tem escolha: © Fornecido por Grande Prêmio
“Entenda a posição da F1: eles são uma empresa pública com ações na bolsa de Nova York. Eles não são esportistas, eles querem valorizar suas ações. O ponto de vista é diferente do que era quando Bernie Ecclestone era chefe, porque ele era um cara do esporte a motor. Ele tinha uma outra visão. Não é uma crítica. É uma questão de que o ponto de vista deles é outro”, explicou Tamas.
Por fim, o promotor deixou claro que a F1 deve renovar com Interlagos. “A F1 não tem escolha. Ou é aqui ou não vai ter corrida no Brasil. Não vai ter na América do Sul. Agora como isso se encaixaria nos grandes planos deles, uma empresa pública, americana, acho que seria uma péssima notícia...”

Marca de Ayrton Senna gera R$ 8 bilhões e carreira vai virar seriado .
Marca de Ayrton Senna gera R$ 8 bilhões e carreira vai virar seriadoEm pleno 2019, o piloto que será o mais festejado pela torcida no autódromo de Interlagos durante o GP do Brasil de Fórmula 1 não será Lewis Hamilton ou Sebastian Vettel. É Ayrton Senna quem vai ganhar uma homenagem antes da corrida. A cerimônia reforça o quanto o nome do tricampeão mundial continua forte 25 anos depois de sua morte, capaz de cativar idolatria, gerar elevadas receitas em vendas de produtos e virar até tema de um seriado em 2021.

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