Esportes Witzel desiste de levar F1 ao Rio e mira etapa da Fórmula E no Parque Olímpico

20:06  21 novembro  2019
20:06  21 novembro  2019 Fonte:   grandepremio.com.br

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  Witzel desiste de levar F1 ao Rio e mira etapa da Fórmula E no Parque Olímpico © Fornecido por Grande Prêmio
Se as chances de o projeto de levar a F1 de volta ao Rio de Janeiro já eram pequenas por conta das notórias dificuldades para tirar do papel a construção do Autódromo de Deodoro, elas sofreram mais um baque nos últimos dias. De acordo com a rádio Jovem Pan, o governador do estado, Wilson Witzel, desistiu do projeto tríplice que envolve também a Prefeitura do Rio e também o governo federal. A intenção do político é levar para a Cidade Maravilhosa uma etapa da Fórmula E nos próximos anos.
 
Antigos aliados políticos, Witzel e Jair Bolsonaro entraram em rota de colisão recentemente, o que também afeta a intenção do Rio em levar de volta o GP do Brasil de F1. O governador chegou a receber o chefão da Fórmula 1, Chase Carey, para uma reunião, na qual apresentou ao dirigente norte-americano as intenções do estado. Em maio, o presidente da República chegou a dizer que as chances de o Rio receber de volta a categoria estavam em “99%”.
 

Entretanto, de acordo com a emissora, a F1 pediu estímulos e incentivos fiscais ao estado, que sofre gravíssima crise financeira. Os custos de construção do Autódromo de Deodoro beiram os R$ 700 milhões, em área coberta pela Mata Atlântica. Além dos altos custos, há outro entrave para que o projeto vá em frente: a emissão de um estudo de impacto ambiental, sobretudo porque a floresta conta com várias espécies em extinção.

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  Witzel desiste de levar F1 ao Rio e mira etapa da Fórmula E no Parque Olímpico © Fornecido por Grande Prêmio
O Rio de Janeiro concorre com São Paulo pela chance de estabelecer um vínculo com a categoria nos próximos anos. No último domingo, o governador paulista, João Doria, afirmou que tem marcada uma reunião decisiva para dezembro com a intenção de renovar o contrato com a Fórmula 1 e manter o GP do Brasil em Interlagos até 2030.
 
Em entrevista ao GRANDE PRÊMIO no último fim de semana em Interlagos, Tamas Rohonyi, promotor do GP do Brasil, foi enfático sobre a situação da prova no país: "Ou renova com Interlagos ou não terá corrida", rechaçando qualquer possibilidade do Rio.
 

Por conta de todo o potencial de desmatamento na área destinada à construção do complexo e todo o dinheiro que seria gasto, Lewis Hamilton, hexacampeão mundial de F1 e a maior voz do esporte a motor na atualidade, se mostrou frontalmente contra. 

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Hamilton e Verstappen gostariam de ver Alonso de volta à Fórmula 1 em 2021. Para Mattia Binotto, alemão sofreu com a falta de estabilidade do modelo SF90 na parte traseira, sobretudo nas freadas, condições nas quais o tetracampeão não encaixa estilo de pilotagem.

"É a primeira vez que ouvi sobre a corrida no Rio. Eu acho, sinceramente, que tem muito dinheiro envolvido na construção destes circuitos. Já temos um autódromo histórico aqui, não precisa derrubar árvores, destruir mais território", afirmou.
 
"Eu acho que o dinheiro pode ir para algo melhor, tem coisa que o governo pode investir nas cidades. Tem muito talento e gente aqui. Se fosse meu dinheiro, colocaria em coisa melhor. Educação é muito importante. No meu time, temos vários engenheiros novos, mas poucos do Brasil, deveríamos ter mais", seguiu Hamilton.
 
"Isso significa que vão derrubar árvores? Não aprovo isso. Temos um país muito bonito aqui, uma floresta importante para o nosso futuro. Temos que focar mais no meio ambiente. Amo o Rio, gostaria de passar mais tempo lá, mas não quero correr em um circuito que prejudicou o meio ambiente, uma terra tão bonita para o nosso futuro."
 
"Precisamos pensar no futuro da nossa geração, que fica pior a cada ano. As mudanças climáticas estão piores a cada ano. Existem muitas áreas que precisamos atacar, esta é uma delas. Me disseram que destroem um algo do tamanho de um campo de futebol na floresta a cada dia. Não acho que a F1 contribui para isso [preocupações ambientais]", concluiu.

Em contrapartida, Witzel considera a Fórmula E uma opção para levar uma categoria de ponta do automobilismo mundial para o Rio de Janeiro. A ideia do político é levar o eP carioca para o Parque Olímpico, que foi construído para os Jogos Olímpicos de 2016 justamente onde estava localizado o antigo Autódromo de Jacarepaguá. 

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“Lá em Londres eu me reuni com a Fórmula E, que já tem um traçado e cresce muito anualmente. Seria para um circuito ali na arena onde é o Rock in Rio. Já tem um circuito pronto, tem um investimento do Estado, na ordem de R$ 35 milhões, uma única vez. Quer dizer, seria do Estado e de patrocinadores, aí caberia captar esses recursos”, disse.
 
“Esse circuito ficaria para ser utilizado em outras ocasiões, também, e a Fórmula E mostrou interesse em vir para o Rio de Janeiro. O primeiro circuito seria em fevereiro de 2021, e agora estou trabalhando para conseguir, com a Caixa Econômica Federal, que eles passem com a Prefeitura para que a gente possa tentar. Eu já levei essas questões ao assessor do prefeito, que parece que é quem resolve lá na Prefeitura”, complementou Witzel, indicando clima de animosidade com o mandatário do município, Marcelo Crivella.
 
Além da F1, o Rio também pretende levar a MotoGP ao hoje inexistente Autódromo de Deodoro. Tanto que, recentemente, a Dorna anunciou um princípio de acordo para levar o Mundial de Motovelocidade para o Rio de Janeiro a partir da temporada 2022.

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A temporada de Fórmula 1 está chegando rapidamente à sua conclusão, com a corrida final em Abu Dhabi neste fim de semana. O chefe da Alfa Romeo, Frédéric Vasseur, quer que sua equipe tenha um bom ímpeto no inverno e na próxima temporada. Foi uma temporada mista para a equipe, Kimi Raikkonen conquistou 43 pontos para colocá-lo em décimo segundo lugar na classificação dos pilotos, enquanto seu companheiro de equipe Antonio Giovinazzi tem 14 pontos, colocando-o em 17º. “Chegamos a Abu Dhabi ainda fervilhando com o excelente resultado da última corrida”, disse ele na prévia da Alfa Romeo.

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