Meio Ambiente Pneus poluem 1.000 vezes mais que o motor de um carro, diz estudo

18:51  26 março  2020
18:51  26 março  2020 Fonte:   msn.com

Ayrton Senna 60 anos: Como seria o ex-piloto na Fórmula 1 atual?

  Ayrton Senna 60 anos: Como seria o ex-piloto na Fórmula 1 atual? Ayrton Senna 60 anos: Como seria o ex-piloto na Fórmula 1 atual?Senna morreu aos 34 anos, ainda no auge da carreira, mas já com marcas e recordes que o mantêm como patamar de grandeza no olimpo do esporte: 3 títulos mundiais, 41 vitórias, 65 pole positions e outros tantos momentos marcantes na memoria dos brasileiros e outros ao redor do planeta.

Entender o motor é bem mais simples do que você imagina. São partes móveis e um constante ciclo entre explosão, combustão, exaustão. Enfim, vamos entender

Dentro de cada cilindro – carros de passeios normalmente têm quatro ou seis – estão os pistões. Número de giros por minuto do virabrequim. Geralmente, um carro de passeio chega a até 6 000 rpm. A cada minuto, todo esse processo se repete até 6 mil vezes no motor do carro .

– © Christian Castanho/Quatro Rodas

Desde 1988 a União Europeia (UE) estabelece regras para controlar as emissões de poluentes dos veículos que rodam pela Europa. Os pacotes de normas são conhecidos como “Euro” e chegaram à sétima edição em 2014.

A última atualização – conhecida como Euro 6 – permite que um veículo a diesel emita no máximo 4,5 miligramas de partículas poluentes por quilômetro rodado.

Porém, tal limite é direcionado apenas aos gases que saem dos escapamentos. Não é analisado em que quantidade o desgaste do veículo pode prejudicar o meio ambiente.

A Emissions Analytics – órgão inglês que realiza testes de emissão de forma independente – afirmou em estudo que desgastes de freios, solo e, principalmente, de pneus, podem ser mais prejudiciais ao meio ambiente que os gases soltos pelo escapamento e, por isso, devem ser reconhecidos como fontes poluidoras.

Ocon fala sobre seu hobby: “É a minha segunda paixão!”

  Ocon fala sobre seu hobby: “É a minha segunda paixão!” Neste longo período sem a Fórmula 1, os pilotos estão encontrando maneiras diferentes de passar o tempo, mas Esteban Ocon tem uma paixão bastante incomum, revelou ele em sua coluna inaugural no Formula1.com. O francês compartilhou que sua “segunda paixão”, além de competir, é construir e competir com carros controlados por rádio. Além de treinar e do tempo que passa em simuladores de corrida, ele freqüentemente trabalha em sua coleção de carros de RC. “Qualquer coisa com um motor e combustível é comigo!”, disse o francês de 23 anos sobre sua paixão. “Passei algum tempo fazendo isso, colocando pneus novos e estragando tudo! Isso é sempre bom”.

Resultado: com tanque cheio de álcool e combustão menos eficiente, um carro bicombustível acaba lançando no ar mais monóxido de carbono Pelo menos é o que sugere um estudo feito por pesquisadores americanos em 2007. Usando um complexo modelo de computador que levou em

Ele limpa o motor , retirando partículas resultantes do processo de combustão e as mantendo. R: Baixar o nível ou não depende mais de como o motor de seu carro está do que do óleo que está O ponto é que a maioria das pessoas não faz isso, pois óleo melhor é óleo mais caro, muitas vezes

Segundo a entidade, o próprio relatório de emissões feito pelo governo do Reino Unido no ano passado indicou que deveriam existir regulamentações para desgaste de componentes, inclusive para carros elétricos que prometem zero emissões.

Para comprovar a tese, a Emissions colocou em teste um veículo popular – que não teve nome divulgado – com pneus novos e calibrados corretamente.

Depois de um quilômetro rodado, veio a surpresa: 5.800 miligramas de partículas nocivas emitidas no ambiente – quase 1.300 vezes mais alto que o limite permitido para os gases de exaustão.

O órgão alertou também que SUVs e carros mais pesados podem piorar este cenário, tendo em vista que veículos maiores geram desgastes proporcionalmente maiores de seus componentes e também das vias.

GP do Brasil de 1993: Há 27 anos, uma multidão invadia o circuito de Interlagos

  GP do Brasil de 1993: Há 27 anos, uma multidão invadia o circuito de Interlagos Não podia ser diferente (e mais saboroso) para os brasileiros fãs de F1. No dia 28 de março de 1993, há exatos 27 anos, Ayrton Senna vencia o GP do Brasil e fazia com que uma multidão em polvorosa invadisse a reta oposta de Interlagos para comemorar a vitória com o já consagrado tricampeão mundial. O ano de 1992 não foi uma boa temporada para os brasileiros na Fórmula 1. A McLaren, com Ayrton Senna e Gerhard Berger, não era o mesmo carro vencedor dos anos passados – a equipe venceu seis dos oito campeonatos de construtores entre 1984 e 1991 – e a Williams chegava com força total para tomar o lugar da compatriota com Nigel Mansell e Ricardo Patrese ao volante do FW14B.

BARULHO DE FERRARI EM CARRO ORIGINAL | SemCulpa - Продолжительность: 4:12 SemCulpa 909 151 просмотр. CONVERTA seu CARRO em uma FERRARI com esta INVENÇÃO - Продолжительность: 10:14 MrFerramenta 1 425 312 просмотров.

O que o valor do seu carro diz sobre você? Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Nevada, em Las Vegas (EUA), chegou a uma E mais: a cada US$ 1 . 000 a mais no preço do veículo, a probabilidade do motorista parar nessa situação cai em 3%. Pelo que foi analisado, os motoristas

“O que é ainda mais assustador é que, embora as emissões de gases de escape tenham sido rigorosamente regulamentadas por muitos anos, o desgaste dos pneus é totalmente desregulado”, afirmou o pesquisador da Emissions Analytics, Richard Lofthouse.

“Com o aumento crescente nas vendas de SUVs mais pesados ​​e carros elétricos movidos a bateria, as emissões não exaustivas (NEE) são um problema muito sério”, acrescentou.

De acordo com o órgão, o desgaste dos componentes dos carros tem de ser regulamentados assim como os gases. Além disso, indicou que pneus de melhor qualidade e redução do peso dos veículos podem ser saídas para melhorar o problema.

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“Nenhuma equipe corre um risco real de não competir”, diz Marko .
A falta de renda devido à falta de corridas, pode ser um grande problema para equipes menores na Fórmula 1, mas Helmut Marko, consultor da Red Bull, acha que o ‘plano de emergência’ da F1 significa que nenhuma equipe será prejudicada. O prêmio em dinheiro da Fórmula 1 distribuído no final de cada temporada, é uma porcentagem da receita bruta que o esporte obtém naquele ano. Como haverá significativamente menos corridas em 2020, esse valor será menor do que em anos anteriores, e isso pode ser um grande problema para a parte financeira de equipes como Haas e Williams.

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