Meio Ambiente: À base de plantas, ou de células, as alternativas à carne se multiplicam - - PressFrom - Brasil

Meio AmbienteÀ base de plantas, ou de células, as alternativas à carne se multiplicam

17:41  09 maio  2019
17:41  09 maio  2019 Fonte:   msn.com

Agência ambiental dos EUA diz que glifosato 'provavelmente não é cancerígeno'

Agência ambiental dos EUA diz que glifosato 'provavelmente não é cancerígeno' A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) declarou nesta terça-feira (30) que o herbicida glifosato "provavelmente não é cancerígeno para os humanos", mas recomendou uma nova rotulagem para reduzir os riscos ecológicos, em particular as borboletas. "A EPA não identificou nenhum risco de saúde pública relativo ao uso atual do glifosato", declarou Andrew Wheeler, administrador da agência, em um comunicado. A EPA propõe, em troca, que as etiquetas advirtam a partir de agora para o risco de o produto pode representar para os polinizadores no ar, especialmente para a borboleta monarca.

Plantas Medicinais. Doenças de Pele. Transtornos Psicológicos. Dentro das células sanguíneas infectadas, que são chamadas de Esquizontes, os parasitas se Usar repelente à base de DEET (N-N-dietilmetatoluamida), respeitando as orientações do fabricante quanto à reposição do repelente

O medicamento é feito a base de plantas . Este " a base " tem crase? Sou editora-chefe de uma revista científica e tenho grandes discussões com os autores a este respeito.

À base de plantas, ou de células, as alternativas à carne se multiplicam© Drew Angerer Start-up vegana Beyond Meat entra na Bolsa

Entre Burger King que propõe uma versão vegetariana de seu famoso hambúrguer "Whopper", ou a chegada em Wall Street da start-up vegana Beyond Meat, as empresas apresentam múltiplas alternativas à carne animal.

À base de plantas, ou de células, as alternativas à carne se multiplicam
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- Produtos à base vegetal -

O bife de soja existe há muito tempo e é referência nas lojas orgânicas. Nos últimos anos, porém, algumas empresas passaram para uma nova etapa, usando tecnologias sofisticadas para imitar o sabor, a textura e até mesmo o sangue da carne animal.

Elas usam beterraba, grão de bico, ou óleo de coco para fazer hambúrgueres, salsichas e carne moída.

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ONU: natureza já está em parte 'perdida', e restante, em declínio "Grande parte da natureza já está perdida, e o que resta continua em declínio", afirmam especialistas da ONU sobre Biodiversidade em um relatório que enumera ecossistemas devastados, água poluída, ar viciado e milhares de espécies ameaçadas de extinção. O relatório do grupo de especialistas do IPBES é muito mais dramático: entre 500 mil e um milhão de espécies estariam hoje em dia em perigo. Fazendo uma projeção com base nas múltiplas avaliações de espécies, é "provável que ao menos um milhão de espécies de animais e plantas se encontrem ameaçadas de extinção", indica o projeto de informe.

Como parte de cancro do sangue, as células cancerosas se multiplicam rapidamente e são Os exames de sangue são propensos a indicar agrupamentos anormais de células plasmáticas. É aconselhada a diminuição de consumo de carnes , gordura trans ou saturada e consumo excessivo

Espécies de vírus de plantas normalmente apresentam nomes que fazem referência a planta hospedeira e a característica do sintoma causado O Sistema de Classificação de Baltimore, criado por David Baltimore, é um modo de classificação que ordena os vírus em sete grupos, com base na

Entre as start-ups mais conhecidas estão a Beyond Meat, que acaba de fazer sua estreia em Wall Street digna das maiores estrelas da tecnologia, ou a Impossible Burger, que concluiu uma parceria com a Burger King.

Elas têm se aproveitado das mudanças nos hábitos alimentares de uma determinada parte da população movida por razões ambientais, de saúde, ou de proteção dos animais, para limitar seu consumo de carne animal.

- "Carne in vitro" -

O primeiro hambúrguer "in vitro" feito a partir de células-tronco de vaca por um cientista holandês da Universidade de Maastricht, Mark Post, foi apresentado em 2013. Foi nomeado "Frankenburger".

Várias start-ups já se lançaram no nicho, nos Estados Unidos, em Israel, na Holanda, ou no Japão, para tentar fabricar, apenas a partir de células animais, pedaços de frango, pato, porco, ou peixe.

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A moda e a polêmica das carnes 'alternativas' "Carne sem abate", "carne limpa", "carne 2.0", "carne falsa", ou "carne sintética": os termos para classificar as alternativas à carne convencional, criadas à base de plantas, ou de células animais, ainda causam polêmica. Para os produtos fabricados com base em células animais, "não há consenso realmente", afirma Matt Ball, porta-voz de uma associação que faz a promoção dessas alternativas, The Good Food Institute. Em sua apresentação em 2013, o primeiro hambúrguer preparado "in vitro" ganhou as manchetes como "Frankenburger", ou ainda "carne de laboratório", "carne artificial" e "carne de cultura".

Multiplicam -se de maneira desordenada e descontrolada, ou seja elas se dividem mais rapidamente do que as células normais do tecido à sua volta, e o crescimento celular torna-se contínuo. O excesso de células vai invadindo progressivamente todo o organismo, adoecendo todo o corpo.

A síntese das proteínas é o processo por meio do qual as células biológicas geram novas proteínas; é um fenómeno rápido e muito complexo que ocorre em quase todos os organismos, e que se desenvolve no interior das células . Este processo tem três fases: transcrição, Ativação e a tradução.

Elas ainda não conseguiram passar para uma produção em massa para baixar os preços o suficiente. Mas as start-ups americanas Memphis Meat e Dutch Mosa Meat anunciaram que querem comercializar um produto já em 2021.

- Investimento ainda pequeno -

Se as vendas de produtos à base de plantas para substituir a carne convencional explodiram nos Estados Unidos, em 23% em 2018, segundo uma associação promotora do setor, The Good Food Institute, elas ainda representam menos de 1% do mercado total de carne no país.

E os investimentos no setor ainda são pequenos.

Em 2018, US$ 673 milhões foram investidos em fábricas que desenvolvem a partir de plantas o equivalente de alimentos à base de carne, ovos, ou leite, em comparação com US$ 96,6 bilhões no setor de tecnologia agrícola, ou cerca de US$ 25 bilhões no de cannabis.

Para Danielle Beck, representante da Associação Americana de Produtores de Carne Bovina (NCBA), o entusiasmo por esses novos produtos não representa uma ameaça para os produtores de gado.

Com o aumento do padrão de vida nos países emergentes, "a demanda por proteína continua forte", observa ela.

E, quando a população mundial chegar a quase 10 bilhões em 2050, "precisaremos de carne de todas as formas", ela prevê.

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