Meio Ambiente: Cetáceos serão liberados pela Rússia em novo hábitat apesar dos riscos - PressFrom - Brasil

Meio AmbienteCetáceos serão liberados pela Rússia em novo hábitat apesar dos riscos

23:15  15 maio  2019
23:15  15 maio  2019 Fonte:   msn.com

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Cetáceos serão liberados pela Rússia em novo hábitat apesar dos riscos© Sergei PETROV Mamíferos marinhos mantidos em cativeiro em Najodka, na Rússia, em 22 de janeiro de 2019, um caso que provocou mobilização internacional

As autoridades pretendem libertar parte das orcas e das belugas aglomeradas nas bacias do Extremo-Oriente russo sem devolvê-las a seu hábitat natural, como tinham se comprometido a fazer - disse nesta quarta-feira (15) um pesquisador que acompanha esses animais.

Mais de 1,4 milhão de pessoas, entre eles o ator Leonardo DiCaprio, assinaram uma petição no site change.org para pedir a liberação no mar aberto dessas 11 orcas e 93 belugas. Essa situação expôs o comércio desses mamíferos marinhos para parques temáticos aquáticos.

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Durante uma coletiva de imprensa no Ministério russo do Meio Ambiente em Moscou, o pesquisador Vladislav Rojnov disse que uma dezena desses mamíferos marinhos será solta entre o fim de maio e o começo de junho perto das bacias onde estão sendo mantidos.

A divulgação em fevereiro das fotografias de 11 orcas e 93 baleias belugas que tinham passado o verão (boreal) em pequenos tanques perto de Nakhodka para serem vendidas para o exterior provocou uma onda de protestos internacionais.

Desde então, três belugas e uma orca desapareceram.

Diante do escândalo, as autoridades russas e os cientistas estrangeiros concordaram em reintroduzir os cetáceos no mar de Okhotsk, onde tinham sido capturados, a cerca de 1.300 quilômetros de onde estão agora.

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Mas seu transporte acabou sendo considerado muito caro pelas autoridades, disse Vladislav Rojnov.

Segundo ele, os mamíferos liberados poderiam, portanto, permanecer perto de onde foram alimentados e correr o risco de incomodar os turistas.

"Os cientistas oferecem recomendações, mas as autoridades decidem", disse Rojnov, que dirige um instituto ambiental e faz parte de um grupo de especialistas criado para avaliar o destino desses animais.

"Esperamos que as espécies liberadas se movam para o norte e voltem para suas águas originárias", acrescentou.

Em um comunicado, o Ministério russo do Meio Ambiente garantiu, por sua vez, que o transporte dos animais podia lhes fazer mal e criar um estresse adicional.

No mês passado, os especialistas Jean-Michel Cousteau, filho do famoso oceanógrafo Jacques Cousteau, e Charles Vinick visitaram os tanques e se reuniram com autoridades.

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Na quarta, a equipe de Cousteau disse em um comunicado que esta liberação perto das bacias implica "muitos riscos", temendo conflitos entre os barcos e algumas orcas, nas quais se observava "um comportamento agressivo".

A longo prazo, a liberação pode "diminuir suas possibilidades de sobrevivência", acrescenta o comunicado.

A Rússia é o único país onde esses mamíferos marinhos podem ser capturados no oceano aberto com fins "educacionais" - uma lacuna legal usada por traficantes para vender animais para o exterior, especialmente a China.

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