Meio Ambiente: Brasil não assina acordo internacional para combater lixo plástico - - PressFrom - Brasil

Meio AmbienteBrasil não assina acordo internacional para combater lixo plástico

03:20  25 maio  2019
03:20  25 maio  2019 Fonte:   ecycle.com.br

Buenos Aires proíbe uso de canudos de plástico

Buenos Aires proíbe uso de canudos de plástico Buenos Aires eliminará paulatinamente os canudos de plástico para reduzir seu impacto ambiental, com um primeiro passo que proíbe colocá-los à disposição em restaurantes e outros estabelecimentos a partir desta quarta-feira (22). Os locais de venda de bebidas, hotéis e bares "não poderão oferecer ou colocar canudos de plástico de uso único à vista do cliente", indica a norma, publicada no boletim oficial do governo da capital argentina. Nesta primeira etapa os locais poderão fornecer canudos aos clientes que os solicitem, mas a iniciativa prevê que em seis meses entrará em vigor a proibição absoluta de seu uso.

Um acordo para limitar o volume mundial de resíduos plásticos foi assinado por 187 países – da Noruega à Nicarágua. O Brasil , assim como Estados Significa que os países que exportam plástico precisarão do consentimento dos países importadores quando se trata de lixo plástico contaminado

O Brasil e os Estados Unidos estão entre os cinco países que mais produzem lixo plástico . Além deles, a China, a Índia e a Indonésia também integram essa lista. Segundo a ONU, “a poluição proveniente do lixo plástico atingiu proporções epidêmicas com uma estimativa de 100 milhões de

Acordo inclui alguns tipos de plástico em convenção sobre resíduos tóxicos e quer dificultar sua exportação para países em desenvolvimento

Brasil não assina acordo internacional para combater lixo plástico© Fornecido por Epartners Empreendimentos Integrados Ltda. ME Embalagens plásticas

Imagem: Jelleke Vanooteghem on Unsplash

Um acordo que ajuda a reduzir a poluição plástica foi assinado por 187 países na semana passada durante a COP-14. O Brasil, juntamente com Estados Unidos e Argentina, foi contrário à decisão, que acrescenta um compromisso para restringir o plástico dentro da Convenção da Basileia, de 1989, da qual o Brasil é signatário. A COP-14, realizada em Genebra, na Suíça, foi um evento realizado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e reuniu representantes de mais de 190 países ao longo de duas semanas.

O lugar mais isolado da Austrália está coberto de plástico

O lugar mais isolado da Austrália está coberto de plástico Um milhão de sapatos e mais de 370 mil escovas de dentes foram encontrados em uma arquipélago da Austrália O post O lugar mais isolado da Austrália está coberto de plástico aparece primeiro no Go Outside. Leia Mais

Lixo plástico ao longo da costa de Cingapura. Foto: Flickr (CC)/vaidehi shah. O governo da Suécia e a ONU Meio Ambiente anunciaram nesta semana Com financiamento da Agência Internacional de Desenvolvimento da Suécia (SIDA), o programa da ONU Meio Ambiente promoverá a produção de

Pouco a pouco, tenho tentado pessoalmente eliminar todo e qualquer uso plástico .tem sido difícil, mas vamos evitando sacolas em super mercados, canudos em bares e restaurantes, descartáveis de modo geral enfim, tenho buscado fazer minha parte. Contudo, todos sabem o grande mal que os

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Não por acaso, Brasil e Estados Unidos ocupam posição de destaque no G7 do Plástico, os sete países que mais produzem plástico no mundo, segundo o estudo “Solucionar a Poluição Plástica: Transparência e Responsabilização” publicado recentemente pelo WWF. A proposta apresentada pela ONU acrescenta o plástico misto à Convenção da Basileia sobre o Controle de Movimentos Transfronteiriços de Resíduos Perigosos e seu Depósito, tratado cujo objetivo é dificultar a exportação de resíduos perigosos para países em desenvolvimento sem a permissão dos governos locais - segundo o estudo do WWF, em 2016, mais de 76% de todos os resíduos plásticos em países de baixa renda foram mal administrados.

Brasil, um mau aluno da reciclagem de plástico

Brasil, um mau aluno da reciclagem de plástico Parada entre pilhas de sacolas de supermercado usadas, garrafas de refrigerante e embalagens de detergente, Evelin Marcele expressa seu desprezo ante os esforços do Brasil para reciclar os resíduos plásticos. Mas o Brasil está "muito atrasado", diz Marcele, enquanto funcionários do CoopFuturo, usando luvas pretas, remexem uma pilha de sacos de lixo em busca de material que possa ser reciclado. Precisa-se de mais investimento do governo em infraestrutura, como fábricas de classificação e reciclagem, e ações individuais. "Infraestrutura, ajuda... não temos nenhuma das duas", se queixa.

Combatendo o problema. Os participantes do Fórum pretendem pesquisar alternativas para que o setor industrial e a população possam combater o lixo no mar. Image caption Pesquisador defende trabalho conjunto entre vários setores para combater o problema | Foto: Lab Manejo.

Internacional . Desperdício de alimentação. “Ver os frascos de água sanitária esparramados nos lixos dos grandes supermercados junto com alimentos consumíveis é escandaloso” Segundo dados do Ministério da Ecologia, 20 quilos de comida são jogados no lixo por pessoa a cada ano na França.

A decisão da ONU vai no sentido de fortalecer as regras e aumentar a transparência sobre o comércio internacional de lixo plástico. A decisão foi tomada após propostas da Noruega, UE e China para listar os resíduos de plástico como um material que requer consideração especial para ser comercializado entre países. A decisão final exige que a maioria das misturas de resíduos de plástico contaminados tenham o consentimento prévio dos países receptores antes de serem comercializados, com as exceções notáveis de misturas de polietileno (PE), polipropileno (PP) e polietileno tereftalato (PET).

  • Conheça os tipos de plásticos

O acordo se tornou mais urgente depois que a China parou de importar alguns tipos de plástico, piorando a situação de países vizinhos que ainda recebem lixo estrangeiro. A decisão foi recebida com aplausos na sala do plenário e é considerada um avanço histórico e inovador sobre um problema transfronteiriço, de proporções globais. O Brasil, apesar de ter anunciado o Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar, segue mais uma vez na contramão dos acordos globais para o meio ambiente a as mudanças climáticas ao votar contra o acordo internacional, mostrando incoerência entre o discurso e a prática.

Cerca de 190 países assinam acordo sobre descarte de lixo

Cerca de 190 países assinam acordo sobre descarte de lixo Quase todos os países do mundo se comprometeram a interromper o envio de resíduos plásticos de difícil reciclagem para os países mais pobres, relata o The Guardian. A política internacional de resíduos plásticos ajudará a reduzir a poluição e proteger a população e os oceanos. O acordo “histórico” foi assinado por 187 países e afirma que os países exportadores devem obter permissão dos países em desenvolvimento antes de lhes enviar seus resíduos plásticos contaminados, misturados ou não recicláveis.

Acordo de Paris sobre o clima. O setor de energia por si só não fornecerá as reduções de emissões exigidas pelo Acordo de Paris para o Clima ou as aspirações do No Dia Mundial do Meio Ambiente, a Organização Internacional para as Migrações (OIM) também se uniu ao coro que pede o fim da

29 de maio de 2019|CLDF assina acordo de cooperação técnica com TRF4 para uso do Sistema Eletrônico de Informações.

A poluição por plásticos em ecossistemas marinhos é um problema global urgente, com impactos adversos na economia, saúde humana e no meio ambiente. Os números são impressionantes: desde 2000, o mundo já produziu mais plástico do que em todos os anos anteriores somados - o que equivale a um aumento de 200 vezes desde 1950 (Geyer, et al, 2017). 75% de todo o plástico já produzido foi desperdiçado (Silpa Kaza, et al, 2018). Cerca de oito milhões de toneladas de resíduos de plástico mal geridos chegam aos oceanos do mundo todos os anos (Jambeck, et al, 2015). A poluição plástica marinha tornou-se um dos maiores problemas ambientais do nosso tempo.

A decisão da COP-14 é um passo muito importante para corrigir o desequilíbrio entre o uso, o descarte e o reúso do plástico e restaurar uma medida de responsabilidade para o sistema global de gerenciamento de resíduos plásticos. No entanto, isso só faz parte do caminho. O que nós - e o planeta - precisamos é de um tratado abrangente para enfrentar a crise global do plástico. O comprometimento dos países através dos acordos globais é o primeiro passo para isso.

Malásia devolverá centenas de toneladas de plástico para países de origem

Malásia devolverá centenas de toneladas de plástico para países de origem A Malásia afirmou, nesta terça-feira (28), que devolverá centenas de toneladas de resíduos plásticos para seus países de origem e disse que não quer continuar sendo o "lixão" do planeta. Os números oficiais apontam que as importações de plástico para a Malásia triplicaram desde 2016, atingindo 870.000 toneladas no ano passado. Leia Mais

No Brasil , a ONU Meio Ambiente irá promover e apoiar uma série de ações durante toda a semana, entre os Na ocasião, também serão anunciadas as medidas de redução do plástico descartável nas operações Além de inserir a poluição dos rios interiores na agenda de debates sobre lixo marinho

Combate ao lixo marinho é tema de curso gratuito da ONU. Foto: Flickr (CC)/Bo Elde. Quer conhecer estratégias para combater a poluição dos oceanos? Tem interesse em liderar pessoas e organizações que atuam pela defesa da vida marinha? O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente

  • Nova lei de lixo da China pode deixar 111 milhões de toneladas de plástico sem destino até 2030

Apesar do Brasil não ter assinado o acordo agora, essa postura pode ser revista em setembro, quando acontece uma nova reunião da ONU. Para pressionar o governo brasileiro e também os de outros países, está circulando na internet uma petição dirigida aos líderes mundiais para que eles estabeleçam metas rigorosas para acabar com o despejo de plástico nos oceanos até 2030. É importante participar e deixar sua opinião, já que o número de assinaturas pode ajudar a pressionar os líderes mundiais.

Mesmo sem terem assinado o acordo, Brasil e Estados Unidos não conseguirão ficar totalmente de fora. A decisão da 14ª COP determina que nenhum país poderá enviar os resíduos plásticos para os países em desenvolvimento que fazem parte da Convenção de Basileia sem prévia autorização. Ou seja: se o governo do possível comprador não autorizar, será necessário lidar com o lixo plástico localmente.

A partir de 2020, as nações exportadoras terão de obter o consentimento de países que recebem resíduos plásticos contaminados, mistos ou não recicláveis. Antes, os lixos plásticos de menor qualidade eram enviados para entidades privadas em países em desenvolvimento sem obter a aprovação de seus governos.

UE aprova proibição de plásticos descartáveis até 2021

UE aprova proibição de plásticos descartáveis até 2021 Nova legislação europeia bane plásticos de uso único como canudos e cotonetes e estabelece normais mais rigorosas para utilização de produtos e embalagens A União Europeia (UE) aprovou formalmente na semana passada a decisão do Parlamento de proibir, até 2021, do uso de determinados produtos de plástico de uso único, como canudos, varas de balões e cotonetes. De acordo com as novas regras aprovadas pelo Conselho da UE, entre os produtos estão também pratos e talheres. App Microsoft Notícias Baixe Agora Publicidade para Android e iOS A lei europeia relativa aos plásticos de utilização única é baseada na legislação da UE sobre resíduos atualmente em vigor.

O acordo foi assinado no Cairo (Egito) pela representante especial da ONU sobre Violência Sexual em Conflitos, Zainab Hawa Bangura, e pelo secretário-geral da Liga dos Estados Árabes, Nabil el-Araby. O objetivo do acordo é criar bases para mobilizar comprometimento político e colaboração no

Campanha Mares Limpos visa combater poluição dos oceanos causada pelo consumo e produção de plástico . Na área de políticas públicas, o Ministério do Meio Ambiente irá apresentar a iniciativa que cria o Plano Nacional de Combate ao Lixo Marinho, enquanto vereadores das cidades de São Paulo

Em nota, o Itamaraty informou que o Brasil irá acatar a decisão da COP-14: "O acordo firmado para incluir certos resíduos plásticos no rol de resíduos perigosos submetidos ao procedimento de consentimento prévio informado é de natureza vinculante às partes da Convenção de Basileia e passará a vigorar a partir de dezembro de 2020, conforme seu texto final. O Brasil apoiou a adoção das decisões em apreço, engajou-se de forma construtiva nos debates de Genebra e, como parte da Convenção de Basileia, deverá cumprir com as obrigações decorrentes do novo acordo", declara o texto.

Estima-se que 100 milhões de toneladas de lixo plástico são despejados nos oceanos todos os anos. O Brasil é o quarto maior produtor de lixo plástico no mundo, com 11 milhões de toneladas ao ano, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, China e Índia.

Fontes: WWF, UN Environment e G1

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Brasil não assina acordo da ONU para conter uso de plástico.
O governo brasileiro se negou a assinar um acordo global, proposto pela ONU, para tentar conter o problema dos plásticos na natureza. Ambientalistas consideraram a decisão uma contradição, já que, antes, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) deu prioridade ao combate ao lixo marinho com a criação do Plano de Ação Nacional de Combate ao Lixo no Mar, para o qual seriam investidos R$ 40 milhões. App Microsoft Notícias Baixe Agora Publicidade para Android e iOS Em entrevista ao Blog da Amelia Gonzalez, do G1, a gerente do Programa Marinho e Mata Atlântica do WWF Brasil, Anna Carolina Lobo, confirmou que o Brasil, junto dos Estados Unidos e de outros cinco paíse

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