Meio Ambiente Ação humana devastou fauna na América Latina, aponta estudo

00:32  25 setembro  2020
00:32  25 setembro  2020 Fonte:   ecycle.com.br

Atividade humana nos trópicos americanos: 500 anos de destruição

  Atividade humana nos trópicos americanos: 500 anos de destruição Estudo brasileiro e britânico mostra que, desde a chegada dos europeus ao continente, a devastação atingiu duramente os mamíferos locaisMais da metade das espécies em assembleias locais (conjuntos de espécies coexistentes) de mamíferos de médio e grande porte que viviam nos Neotrópicos das Américas Central e do Sul (que incluem essas partes do continente americano e também áreas do México) morreu desde que a região começou a ser colonizada pelos europeus, em 1500.

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Pesquisadores revelam que mais da metade dos mamíferos locais desapareceu nos últimos 500 anos

animal pantanal © Fornecido por eCycle animal pantanal

Imagem de Nareeta Martin em Unsplash

A enorme variedade de mamíferos encontrada nos trópicos americanos não é segredo para ninguém. As Américas do Sul e Central são mundialmente reconhecidas pela biodiversidade e importância para o equilíbrio ecológico do planeta. No entanto, um estudo publicado na revista Scientific Reports revela que essa realidade vem sendo ameaçada há pelo menos 500 anos.

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Conduzido pelos pesquisadores Juliano André Bogoni e Carlos Peres, da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, e Katia Ferraz, da Universidade de São Paulo (USP), o estudo traz números preocupantes. Desde o início da colonização pelos europeus, em 1500, aproximadamente 56% dos mamíferos originários da região neotropical desapareceram, em um processo conhecido como “defaunação”.

Segundo os cientistas, a atividade humana é a principal causa dessa defaunação. Mamíferos de médio e grande porte, como queixadas e antas brasileiras, foram as espécies mais afetadas pelo fenômeno.

O estudo também alerta para o impacto cada vez maior da defaunação nos principais biomas ainda relativamente intactos, que estão sendo rapidamente afetados pelo desmatamento.

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Tanto no Chile como na Argentina os presidentes têm uma ideologia definida, um programa claro de governo. Nada parecido quando se trata de Jair Bolsonaro.

A pesquisa

Para desenvolver o trabalho, os pesquisadores examinaram todos os inventários de animais em mais de mil lugares de estudo neotropicais publicados nos últimos 30 anos, que compilam dados sobre a região desde a era colonial.

Os resultados foram elaborados com base na análise de 165 espécies e das perdas locais em mais de mil assembleias – conjuntos de espécies coexistentes – de mamíferos de médio e grande porte, abrangendo 23 países, como México, Argentina, Chile e Brasil.

Essas descobertas revelam que mudanças de habitat, como extração de madeira e incêndios, e caça excessiva são as principais causas da extinção de espécies e da redução de tamanho das assembleias locais. Ao longo do tempo, a média de peso dos animais que compõem essas assembleias passou de aproximadamente 14 kg para apenas 4 kg.

Esforços para conservação devem ser mobilizados

Para Juliano Bogoni, os resultados obtidos pela equipe de pesquisa podem servir para incentivar as políticas internacionais de conservação e restauração da biodiversidade nativa.

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Com 1473 metros de comprimento, situa-se sobre o rio Santa Maria, na Cidade de Cacequi/RS. O lugar é muito bonito e a ponte simplesmente maravilhosa.

Chegando em mais um país da América do sul a Argentina e começamos bem com lindas paisagens - 2019.

“Mais esforços de conservação devem ser mobilizados para evitar que os biomas mais intactos da fauna, como a Amazônia e o Pantanal, sigam os passos dos chamados ‘ecossistemas vazios’, atualmente típicos de áreas historicamente degradadas, como a Mata Atlântica e a Caatinga”, afirma.

Para ele, esses esforços devem assegurar a aplicação da lei nas áreas de proteção ambiental já existentes e a redução de pressões políticas para diminuir a extensão dessas áreas.

“Devem ser investidos mais recursos no controle eficaz da caça ilegal, sobretudo da caça comercial, do desmatamento e dos incêndios, além de garantir que as áreas sob proteção estejam, de fato, sendo protegidas”, conclui Bogoni.

Desacelerar é preciso

Carlos Peres aponta a importância de unir a gestão de recursos ao contexto socioeconômico, estimulando potenciais alianças locais a preencher uma lacuna institucional em regiões de baixa governança, em vez de afastá-las.

Ele ressalta que há três milhões de anos, desde o período Paleolítico, hominídeos e outros mamíferos têm coexistido em harmonia. No entanto, as perdas na biodiversidade do planeta começaram a se acelerar vertiginosamente após a Revolução Industrial.

"Devemos nos certificar de que essa onda implacável de extinções locais seja desacelerada rapidamente. Caso contrário, as perspectivas para mamíferos neotropicais e outros vertebrados se mostrarão cada vez mais sombrias”, finaliza.

Fonte: Phys.org

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