Meio Ambiente: Estudo reduz número de planetas capazes de abrigar vida - - PressFrom - Brasil

Meio AmbienteEstudo reduz número de planetas capazes de abrigar vida

19:55  12 junho  2019
19:55  12 junho  2019 Fonte:   revistaplaneta.com.br

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Não dá para ficar melhor que isso, certo? Errado. Um novo estudo mostra que não só pode, como deve haver outros sistemas planetários ainda melhores para a vida que o nosso -- com dois planetas vizinhos capazes de abrigar uma biosfera e trocando "figurinhas" entre si o tempo todo.

No quadro 5EM1 de hoje você vai descobrir (entre outras curiosidades) quantos planetas são capazes de abrigar algum tipo de vida ! ✍ INSCREVA-SE

Estudo reduz número de planetas capazes de abrigar vida© Fornecido por Três Editorial Ltda A atmosfera de planetas na parte externa da zona habitável tende a ser tóxica para os humanos. Imagem: Nasa/ESA/G. Bacon

Vários planetas extrassolares localizados na “zona habitável” de uma estrela – a região ao redor desse corpo celeste onde um planeta recebe energia suficiente para ter água líquida em sua superfície – podem ter atmosferas venenosas, segundo cientistas americanos. A descoberta, anunciada no congresso da Sociedade Astronômica Americana (AAS, na sigla em inglês) realizado esta semana e abordada em artigos nas revistas “The Astrophysical Journal” e “Cosmos”, pode limitar bastante o número de exoplanetas habitáveis ​​em termos de formas de vida mais complexas que os micróbios, de acordo com a biologia que conhecemos.

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Um novo estudo fornece evidências de que Dione, uma das luas de Saturno, também tem um oceano sob sua superfície de gelo. A essa altura ela se junta a um grupo bastante numeroso de astros Isso sem falar no especulol que rola sobre outras luas e até alguns planetas anões, como Plutão.

Image caption Descoberta de lago subterrâneo, após anos de análise de dados de sonda espacial lançada em 2003, aumenta chances de se encontrar vida no planeta . Cientistas da Agência Espacial Italiana anunciaram nesta quarta-feira que existe água líquida em Marte, de forma constante.

Estudo reduz número de planetas capazes de abrigar vida
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Os limites de uma zona habitável são em geral determinados pelo tamanho e pela temperatura da estrela no centro do sistema. Se ela é fria e escura, sua zona habitável fica mais próxima dela; se é quente e brilhante, a zona habitável se afasta. Mas um componente fundamental nessa questão ainda não havia sido abordado em profundidade: a atmosfera dos planetas.

“Quanto mais longe da estrela, mais dióxido de carbono é necessário para [o planeta] permanecer descongelado”, afirmou Edward Schwieterman, pesquisador de pós-doutorado da Universidade da Califórnia em Riverside (EUA) e líder do estudo, na reunião da AAS. Ou seja: para o planeta ficar aquecido o suficiente, seria necessário multiplicar por dezenas de milhares de vezes o dióxido de carbono presente na atmosfera terrestre.

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O planeta é chamado de LHS1140b, e assim como os planetas descobertos pela Nasa na região O objetivo da expedição não tripulada é estudar exoplanetas, aqueles que não orbitam o nosso sol Ele fica no que cientistas chamam de “zona habitável”: a distância entre o planeta e a estrela mais

exclusivo no gênero, o caçador de planetas Harps, do ESO, instalado no Observatório La Silla (Chile). Esse exoplaneta ( planeta fora do Sistema Solar), de massa reduzida , faz a órbita em torno da tranquila, de modo que os seus planetas poderiam constituir o ambiente capaz de abrigar vida e já A próxima etapa será estudar detalhadamente as suas atmosferas e sua composição química.

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Pelos cálculos de Schwieterman, os planetas na metade externa das zonas habitáveis ​​da maioria das estrelas precisariam de atmosferas contendo pelo menos 10% de dióxido de carbono. Até mesmo microrganismos teriam dificuldade em sobreviver nessas condições, considera o pesquisador: “Isso está muito além dos níveis conhecidos como tóxicos”.

Considerando isso, Schwieterman acredita que o tamanho da zona habitável capaz de abrigar um planeta com níveis de CO2 aceitáveis para humanos e outros animais de ordem superior deve diminuir para menos de um terço da zona habitável tradicional.

Apesar desses complicadores, o pesquisador avalia que a busca por formas de vida em outros planetas não deve ser descartada. Seu estudo, na verdade, serve para refinar a lista de candidatos mais prováveis a abrigar vida como a que existe na Terra. “Esta é a primeira vez que os limites fisiológicos da vida na Terra foram considerados para prever a distribuição de vida complexa em outras partes do universo”, afirma Timothy Lyons, biogeoquímico da UC-Riverside e coautor do estudo.

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