Meio Ambiente: Emissão de gases do efeito estufa foi recorde em 2018, revela estudo - PressFrom - Brasil

Meio AmbienteEmissão de gases do efeito estufa foi recorde em 2018, revela estudo

14:46  14 agosto  2019
14:46  14 agosto  2019 Fonte:   revistaplaneta.com.br

As terras e o clima, dois problemas relacionados

As terras e o clima, dois problemas relacionados O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) apresentou, nesta quinta-feira, um relatório sobre as relações entre o uso das terras e o aquecimento global. - Temperatura em alta - Em 2018 o IPCC publicou um estudo sobre como limitar o aquecimento global a 1,5ºC em comparação ao período pré-industrial, um dos objetivos dos acordos de Paris sobre o clima. Em seu estudo, o IPCC destacou a necessidade de reduzir drasticamente as emissões de gases do efeito estufa com a diminuição do consumo de combustíveis fósseis.

O relatório mostra que 2018 foi o ano recorde de emissão desses gases e a capacidade de eles piorarem o aquecimento global aumentou em 43 O governo de Barack Obama impôs taxas à emissão de gás carbônico para produção de energia, o que prejudicou principalmente as usinas de

Relatório divulgado por órgão americano aponta ainda que o ano passado foi o quarto mais quente da história.

Emissão de gases do efeito estufa foi recorde em 2018, revela estudo© Iceberg no Ártico: a região teve a segunda menor extensão de gelo marinho em 2018

Um novo estudo americano divulgado ontem reforça o tom sombrio em relação à mudança climática. Segundo o relatório oficial anual, o 29° consecutivo publicado pela American Meteorological Society e compilado pelo governo dos EUA, os gases do efeito estufa atingiram em 2018 os níveis mais altos já registrados. A influência da presença do dióxido de carbono (CO2) e de outros gases do grupo na atmosfera é agora quase 43% mais intensa do que em 1990.

A medição abrange 60 anos de coleta de dados modernos e 800 mil anos de dados em núcleo de gelo. Mais de 470 cientistas em 60 países participaram da pesquisa, condensada em um trabalho de 325 páginas.

Aquecimento global pode afetar produção de alimentos, alerta IPCC

Aquecimento global pode afetar produção de alimentos, alerta IPCC Relatório deixa clara a importância de combater o desmatamento, promover recuperação florestal, mudar práticas agrícolas e frear a degradação das terras no mundo inteiro como medidas capazes tanto de combater a mudança do clima quanto de promover a adaptação da sociedade a elas. Segundo o relatório, a redução do desmatamento e da degradação tem o potencial de reduzir até 5,8 bilhões de toneladas de CO2 por ano no mundo. Detentor da maior floresta tropical do planeta, o Brasil pode responder por parte importante dessa redução – se governo e sociedade fizerem sua parte.

Segundo o estudo , a concentração anual média global de CO2 foi de 407,4 partes por milhão "Vários índices, como o nível do mar e as concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera Sobre a América do Sul, o relatório aponta que houve um recorde de sete eventos extremos de

Segundo o estudo , a concentração anual média global de CO2 foi de 407,4 partes por milhão “Vários índices, como o nível do mar e as concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera Sobre a América do Sul, o relatório aponta que houve um recorde de sete eventos extremos de

Segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), órgão do governo americano para assuntos sobre meteorologia, oceanos, atmosfera e clima, o relatório “descobriu que os principais indicadores da mudança climática continuam refletindo tendências consistentes com o aquecimento do planeta”.

O ano passado foi o quarto mais quente desde a segunda metade do século 19. As temperaturas se apresentaram 0,3 °C a 0,4 °C acima da média entre 1981 e 2010. Apenas 2015, 2016 e 2017 foram mais quentes. Os níveis do mar foram os mais altos já registrados. As temperaturas da superfície do mar não bateram recorde, mas ficaram perto disso.

A concentração média anual global de dióxido de carbono (CO2) foi de 407,4 partes por milhão (ppm), 2,4 ppm acima do índice de 2017.

Emissão de gases de efeito estufa atinge recorde em 2018, diz estudo

Emissão de gases de efeito estufa atinge recorde em 2018, diz estudo Emissão de gases de efeito estufa atinge recorde em 2018, diz estudo

Segundo o estudo , a concentração anual média global de CO2 foi de 407,4 partes por milhão "Vários índices, como o nível do mar e as concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera Sobre a América do Sul, o relatório aponta que houve um recorde de sete eventos extremos de

Segundo o estudo , a concentração anual média global de CO2 foi de 407,4 partes por milhão "Vários índices, como o nível do mar e as concentrações de gases de efeito estufa na atmosfera Sobre a América do Sul, o relatório aponta que houve um recorde de sete eventos extremos de

Perdas constantes

A extensão do gelo marinho do Ártico e da Antártida quase atingiu seu ponto mínimo. As geleiras seguiram derretendo e perdendo massa pelo 30º ano consecutivo.

Ocorreu um número recorde de ciclones de categoria 5 (máxima) nos trópicos: 11. O supertufão Mangkhut matou 160 pessoas e causou danos de US$ 6 bilhões no oeste do Pacífico. A tempestade tropical Son-Tinh matou 170 pessoas no Vietnã e no Laos.

O recorde mundial de chuva para o período de três dias foi conquistado pelo distrito de Iduki, na Índia: 710,2 milímetros. O novo recorde americano de precipitação pluviométrica em um único dia ficou com Waipā Gardens, na ilha de Kauai (Havaí): 1.262 milímetros.

O número de eventos climáticos e climáticos nos EUA que causaram mais de US$ 1 bilhão em danos chegou a 14, o quarto maior desde o início dos registros, em 1980. Quarta tempestade mais forte a atingir o país até hoje, o furacão Michael matou mais de 30 pessoas e provocou danos calculados entre US$ 15 bilhões e US$ 20 bilhões.

Em 2018, emissão de gases que causam efeito estufa atinge recorde

Em 2018, emissão de gases que causam efeito estufa atinge recorde Dados são do Estado do Clima 2018. 4º ano mais quente desde o século 19

Com o aumento na emissão dos gases do efeito estufa , 2018 se tornou o quarto ano mais quente desde o final do século 19, momento em que a medição começou a ser feita. Os únicos anos mais quentes que o ano passado foram 2015, 2016 e 2017. O relatório usa a "normal climatológica"

Essa é a conclusão do relatório 'Estado do Clima' publicado pela respeitada Agência Oceânica e a Atmosférica dos EUA, que teve a contribuição de 460 cientistas de 60 países.

Calor recorde

A Europa viveu em 2018 seu segundo ano mais quente desde pelo menos 1950. Vários países estabeleceram novos recordes de temperatura ou chegaram perto deles, como França, Grécia, Itália, Bósnia e Herzegovina, Croácia e Sérvia. No fim de julho e início de agosto, a França passou por uma onda de calor com temperaturas acima de 40 °C .

O México registrou seu terceiro ano mais quente em 48 anos. O Alasca viveu seu segundo mais quente em 94 anos. A Austrália teve seu terceiro ano mais quente desde 1910.

No Brasil, a Região Sudeste viveu seu verão mais seco desde 2003. “As condições extremas de seca provocaram incêndios florestais, que afetaram os campos de cultivo e as áreas protegidas”, escreveram os autores do relatório. Já a estiagem registrada no Nordeste desde 2012 teve menos intensidade.

O centro e o sul dos Andes peruanos viveram sete eventos extremos de queda de neve. Com isso, a região teve seu inverno mais chuvoso em 19 anos.

Riscos da engenharia climática no centro das futuras normas industriais.
Lutar contra o aquecimento global, graças a tecnologias experimentais? A ISO, organização responsável pela elaboração de normas internacionais, empurraria as empresas nessa direção, correndo o risco de ameaçar os esforços para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa - revela um documento fornecido à AFP. A Organização Internacional de Normalização (ISO), que inclui 160 Estados-membros, elabora normas internacionais para atender as necessidades das indústrias em uma infinidade de setores. A ISO está trabalhando em uma nova norma para ajudar as empresas a medirem sua ação climática.

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