Meio Ambiente: Bolsonaro irá recém-operado à ONU defender posição sobre Amazônia - - PressFrom - Brasil

Meio AmbienteBolsonaro irá recém-operado à ONU defender posição sobre Amazônia

02:00  03 setembro  2019
02:00  03 setembro  2019 Fonte:   msn.com

Incêndios na Amazônia têm ‘assinatura do desmatamento’, aponta NASA

Incêndios na Amazônia têm ‘assinatura do desmatamento’, aponta NASA Após a divulgação de imagens de satélite mostrando o deslocamento da fumaça, a NASA diz que os focos de incêndio na floresta amazônica têm assinatura do desmatamento. Pesquisadores da agência espacial norte-americana endossaram o aumento expressivo diagnosticado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Segundo o órgão brasileiro, entre janeiro e agosto, os incêndios na Amazônia atingiram o maior número desde 2013. – Todos

Meio AmbienteBolsonaro irá recém - operado à ONU defender posição sobre Amazônia . "Eu vou comparecer à ONU nem que seja de cadeira de rodas, de maca, vou comparecer. Porque eu quero falar sobre a Amazônia ", disse Bolsonaro à imprensa em frente à sua residência oficial em Brasília.

Em seu discurso de estreia na Assembleia-Geral da ONU (Organização das Nações Unidas), o presidente Jair Bolsonaro defendeu na manhã desta terça-feira (24)

Bolsonaro irá recém-operado à ONU defender posição sobre Amazônia© EVARISTO SA "Eu vou comparecer à ONU nem que seja de cadeira de rodas, de maca, vou comparecer. Porque eu quero falar sobre a Amazônia", disse Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro, que passará por uma nova cirurgia no domingo que vem, anunciou nesta segunda-feira que comparecerá à Assembleia Geral da ONU para defender a posição do Brasil sobre a Amazônia, "nem que seja de cadeira de rodas".

"Eu vou comparecer à ONU nem que seja de cadeira de rodas, de maca, vou comparecer. Porque eu quero falar sobre a Amazônia", disse Bolsonaro à imprensa em frente à sua residência oficial em Brasília.

O Brasil tradicionalmente realiza o primeiro discurso da Assembleia Geral, marcada para 24 de setembro.

Fogo avança na Amazônia, apesar da mobilização de soldados e aviões

Fogo avança na Amazônia, apesar da mobilização de soldados e aviões Cerca de mil novos incêndios foram declarados nas últimas horas na Amazônia, enquanto os aviões do Exército Brasileiro atravessaram nesta segunda-feira as grandes áreas afetadas para tentar conter as chamas que mobilizaram a atenção os líderes do G7 e mantiveram o mundo em suspense. Porto Velho, capital do estado de Rondônia (norte), acordou com uma leve neblina de fumaça e cheiro de queimado trazido pelos ventos dos incêndios florestais na região, relataram jornalistas da AFP presentes no local.

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Bolsonaro será o oitavo a discursar, depois do próprio Figueiredo e de José Sarney, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Desde Figueiredo, o único que não compareceu foi Itamar Franco. Bolsonaro deve defender soberania em discurso na ONU .

Bolsonaro passará por uma quarta cirurgia no domingo, resultante facada no abdômen que recebeu em 6 de setembro de 2018 em um ato eleitoral. Os médicos estimam que ele precisará de um repouso de 10 dias.

Os incêndios na Amazônia provocaram uma crise ambiental e diplomática.

De janeiro até a tarde deste domingo, os satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) contabilizaram 91.891 focos de incêndio, 1.390 mais que na véspera, um recorde desde 2010 para esse período. Do total, 52% foram registrados na região amazônica.

Bolsonaro irá recém-operado à ONU defender posição sobre Amazônia© Gustavo Angeleas

Os dados do Inpe apontam que apenas em agosto a Amazônia concentrou um terço de todo o fogo registrado no Brasil até aqui neste ano - 30.901 focos.

O Brasil condicionou o recebimento de uma ajuda de 20 milhões de dólares oferecida pelos países do G7 para lutar contra o fogo a o presidente francês, Emmanuel Macron, se retratar de pronunciamentos nos quais mencionou uma possível internacionalização da Amazônia brasileira, uma região essencial para o equilíbrio climático do planeta.

Cacique Raoni falou com Macron sobre Amazônia ao fim do G7

Cacique Raoni falou com Macron sobre Amazônia ao fim do G7 O líder indígena Raoni, figura da luta contra o desmatamento da Amazônia, reuniu-se nesta segunda-feira à tarde com o presidente francês, Emmanuel Macron, conforme anunciou em entrevista coletiva em Biarritz ao fim do G7. "Falei com o presidente Macron sobre muitos temas e tivemos uma boa conversa", disse. "Pedi ao presidente Macron que nos ajude a preservar nossas terras". "Ele vai convencer os chefes de Estado a ajudarem a Amazônia com os incêndios e o estado crítico da floresta", acrescentou o cacique caiapó, de 89 anos.

Bolsonaro diz que irá a jantar com Trump durante Assembleia da ONU . Em resposta, o governo Bolsonaro lançou uma campanha de relações públicas afirmando a soberania do Brasil sobre a Amazônia e o compromisso de proteger e desenvolver de forma sustentável a floresta.

Bolsonaro irá recém - operado à ONU defender posição sobre Amazônia . Hezbollah ameaça lançar ampla retaliação se for atacado por Israel.

"Eu não vou aceitar esmola de país nenhum do mundo a pretexto de preservar a Amazônia", declarou Bolsonaro, que quer liberar a exploração da mineração em reservas indígenas e áreas protegidas e questiona a ação da ONGs e o interesse de países europeus na preservação da floresta como ingerências que ameaçam a soberania do Brasil.

A Amazônia "está sendo loteada e vendida não vou deixar essa oportunidade" na ONU, acrescentou.

O governo, que atribui os incêndios principalmente à estação seca, proibiu na semana passada as queimadas em todo o país, mas logo reduziu a norma à área dos nove estados com floresta tropical.

Um estudo de Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam, um "think tank" científico de questões ambientais) apontou que "a incidência do fogo na região amazônia está diretamente relacionada à ação humana, e as chamas costumam seguir o rastro do desmatamento".

Na semana passada, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, defendeu a possibilidade de organizar uma reunião específica sobre a Amazônia, "onde a situação é claramente muito grave", mas esta iniciativa não parece ter avançado.

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