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Meio Ambiente Óleo no Nordeste: chega a 409 número de localidades afetadas

18:27  08 novembro  2019
18:27  08 novembro  2019 Fonte:   estadao.com.br

Governo define períodos adicionais de restrição à pesca devido a óleo no Nordeste

  Governo define períodos adicionais de restrição à pesca devido a óleo no Nordeste Governo define períodos adicionais de restrição à pesca devido a óleo no NordesteSegundo instrução normativa do Ministério do Meio Ambiente no Diário Oficial da União desta terça-feira, a medida é motivada pela "provável contaminação química" devido ao derramamento de óleo.

O petróleo tem chegado às praias em diferentes intensidades desde o dia 2 de setembro e permanece ocorrendo até esta semana. As manchas se caracterizam como vestígios, esparsas, descontínuas e contínuas de acordo com a cobertura observada na areia das praias. Por ser uma substância tóxica

Chega a 124 o número de localidades afetadas por manchas de óleo no Nordeste https Manchas de óleo atingem área de praia do maior berçário de tartarugas da espécie oliva do país https VAZAMENTO DE ÓLEO NAS PRAIAS DO NORDESTE - Entenda o Caso - Продолжительность: 15

Óleo chegou a pelo menos 409 localidades do Nordeste © Tiago Queiroz/Estadão Óleo chegou a pelo menos 409 localidades do Nordeste

O número de localidades do Nordeste atingidas por óleo chegou a 409, segundo balanço divulgado na quinta-feira, 7, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Ao todo, ao menos 104 municípios de todos os nove Estados do Nordeste foram afetados por fragmentos ou manchas de petróleo crudesde 30 de agosto.

Segundo o Ministério da Saúde, o Nordeste tem 153 municípios litorâneos, o que significa que o óleo chegou a ao menos 67,9% das cidades da costa da região.

O balanço do Ibama indica, também, que apenas 166 das 409 localidades atingidas estão "limpas", isto é, sem vestígios ou manchas. Dentre as que ainda têm óleo, estão a Praia do Japaratinga e a Foz do Rio Manguba, em Alagoas, e a Ilha de Comandatuba e a Costa do Sauípe, na Bahia.

Pesquisadores detectam imagem que pode explicar origem do óleo no Nordeste

  Pesquisadores detectam imagem que pode explicar origem do óleo no Nordeste Dizem que pode ter surgido no pré-sal. Seria consequência de perfuração. Mancha tem 55 quilômetrosA análise foi feita na última 2ª feira (28.out) por 1 satélite da Agência Espacial Europeia. É a 1ª vez desde o início do desastre ambiental que os cientistas conseguem observar o óleo no mar. Segundo os especialistas, pelo padrão da mancha, o óleo estaria vindo do fundo do oceano.

Mancha de óleo atinge 43 praias do Nordeste e chega a Sergipe. Por ser uma substância tóxica, a recomendação do Ibama e das Superintendências Estaduais de Meio Ambiente é de que as pessoas evitem o banho de mar, a prática de esportes náuticos e também a pesca, bem como evitar o

Desde o dia 30 de agosto, praias do Nordeste sofrem com o aparecimento de manchas de óleo no Quanto óleo vazou no mar? A embarcação Bouboulina, suspeita de ter causado o vazamento, tem Segundo o Ibama, "não é possível prever com segurança as localidades que podem ser atingidas

Por Estado, as 243 localidades ainda oleadas se distribuem da seguinte forma: Bahia (100), Alagoas (45), Sergipe (34), Pernambuco(26), Rio Grande do Norte (21), Ceará (11), Maranhão (3), Paraíba (2) e Piauí (1).

Em relação à fauna, ao menos 128 animais oleados foram identificados pelo Ibama. Os dados se referem especialmente a tartarugas marinhas (89) e aves (25). Nas redes sociais, a Fundação Mamíferos Aquáticos chegou a compartilhar imagens da recuperação de uma ave oleada encontrada em Maragogi (AL).

Uma publicação compartilhada por Fundação Mamíferos Aquáticos (@mamiferosaquaticos) em 23 de Out, 2019 às 1:02 PDT

Na Praia do Janga, em Paulista (PE), o Estadochegou a encontrar algumas dezenas de peixes mortos junto a uma grande mancha em outubro. Além disso, o material já foi encontrado em regiões de corais.

Manchas de óleo chegam ao litoral do Sudeste

  Manchas de óleo chegam ao litoral do Sudeste Força-tarefa do governo federal afirma que 'pequenos fragmentos de óleo' chegaram à praia de Guriri, no Espírito SantoSegundo nota do Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA), composto pela Marinha, Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), as amostras da substância foram encaminhadas para o Instituto de Estudos do Mar (IEAPM). O órgão confirmou ser o mesmo óleo encontrado no litoral do Nordeste.

Número de localidades afetadas pelo petróleo, que chegou à costa no começo de setembro, continua aumentando. Último estado livre das manchas no Nordeste , a Bahia foi afetada na quinta (3), segundo o Projeto Tamar. Ibama e Marinha confirmaram a contaminação. Por G1. 06/10/2019 19h57

Total de páginas visualizadas no Portal do Holanda em setembro de 2019, segundo o Google Analytics. Contudo, a sua origem ainda não foi identificada. Em análise feita pela Petrobras, a empresa informou que o óleo encontrado não é produzido pelo Brasil", informou o órgão ambiental.

Pesquisadores apontam que o petróleo também foi encontrado no organismo de animais diversas, como mariscos e peixes. Eles também ressaltam que o impacto ambiental do óleo pode persistir por décadas.

Peixes mortos encontrados junto de óleo na Praia do Janga em outubro © Tiago Queiroz/Estadão Peixes mortos encontrados junto de óleo na Praia do Janga em outubro

A primeira mancha de óleo foi oficialmente identificada em 30 de agosto, no município de Conde, na Paraíba. Quatro dias depois, o material foi encontrado no segundo Estado, Pernambuco, na Ilha de Itamaracá. Em 1º de novembro, a Bahia foi o nono e último Estado do Nordeste a receber óleo, com a primeira mancha identificada na Mata de São João.

Ao todo, foram atingidos mais de 2,2 mil quilômetros da costa, dos quais foram retiradas mais de 4,3 mil toneladas de petróleo.

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Universidade afirma ter identificado navio que derramou óleo no litoral .
Universidade afirma ter identificado navio que derramou óleo no litoralRIO - A Universidade Federal de Alagoas (Ufal) informou neste domingo, 17, ter identificado um navio que seria responsável pelo vazamento de óleo no litoral do nordeste. O nome da embarcação e a sua bandeira não foram divulgados, mas não se trata de nenhuma das cinco apontadas pela Marinha como as principais suspeitas pelo derramamento. O cargueiro teria partido da Ásia em direção à África.

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