Meio Ambiente: Navio identificado pela Ufal não foi responsável por óleo na costa brasileira, diz Marinha - - PressFrom - Brasil

Meio Ambiente Navio identificado pela Ufal não foi responsável por óleo na costa brasileira, diz Marinha

03:35  19 novembro  2019
03:35  19 novembro  2019 Fonte:   estadao.com.br

Análise da Ufal indica que óleo veio de navio fantasma, não de embarcação grega

  Análise da Ufal indica que óleo veio de navio fantasma, não de embarcação grega Análise da Ufal indica que óleo veio de navio fantasma, não de embarcação gregaA embarcação teria passado pela costa brasileira com o sistema de rastreamento por satélite, o transponder, desligado para não ser detectada pelas autoridades. Os dados de navegação usados na pesquisa são provenientes da plataforma Marine Traffic, provedora mundial de trajetórias de navios.

A Universidade Federal de Alagoas ( Ufal ) informou neste domingo, 17, ter identificado um navio que seria responsável pelo vazamento de óleo no litoral do Nordeste. O nome da embarcação e a sua bandeira não foram divulgados, mas não se trata de nenhuma das cinco apontadas pela Marinha

A Universidade Federal de Alagoas ( Ufal ) informou neste domingo, 17, ter identificado um navio que seria responsável pelo vazamento de óleo no litoral do Nordeste. O nome da embarcação e a sua bandeira não foram divulgados, mas não se trata de nenhuma das cinco apontadas pela Marinha

Marinha diz que investigação continuará ocorrendo © Tiago Queiroz/Estadão Marinha diz que investigação continuará ocorrendo

BRASÍLIA - A Marinha distribuiu nota descartando a possibilidade levantada pela Universidade Federal de Alagoas (Ufal) que informou, neste domingo, 17, ter identificado um navio cargueiro que teria partido da Ásia em direção à África como o responsável pelo derramamento de óleo no litoral brasileiro. O cargueiro não está na lista das cinco embarcações apontadas pela Marinha como as principais suspeitas pelo derramamento.

A negativa foi dada com base em estudos realizados pelo Centro de Hidrografia da Marinha e pela geointeligência do Ibama. De acordo com a nota a Marinha, a hipótese apresentada pelo Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (Lapis), sobre um eventual derramamento de óleo ocorrido por um navio a 26 km da costa da Paraíba, em 19 de julho, “não geraria o espalhamento de manchas que foi observado em nosso litoral, principalmente no sul do estado da Bahia e norte do Estado do Espírito Santo”.

700 homens da Marinha chegam ao Nordeste para ajudar na limpeza das áreas atingidas por óleo

  700 homens da Marinha chegam ao Nordeste para ajudar na limpeza das áreas atingidas por óleo 700 homens da Marinha chegam ao Nordeste para ajudar na limpeza das áreas atingidas por óleoSegundo nota do Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA) da crise, formado pela Marinha do Brasil, Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), atracaram no porto o Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) Atlântico e o Navio Doca Multipropósito (NDM) Bahia.

A Universidade Federal de Alagoas ( Ufal ) informou neste domingo, 17, ter identificado um navio que seria responsável pelo vazamento de óleo no O nome da embarcação e a sua bandeira não foram divulgados, mas não se trata de nenhuma das cinco apontadas pela Marinha como as principais

Marinha nega que imagem identificada pela Ufal no RN seja mancha de óleo . O navio Dragão afundou na costa de Maceió em 1927, a aproximadamente 8 milhas náuticas da costa (14,8 km). Segundo o site de pesquisas Naufrágios do Brasil, o nome oficial da embarcação brasileira é André

Segundo a Marinha, se a embarcação fosse a apontada pela universidade, o óleo apareceria no litoral bem antes de 30 de agosto, data do primeiro registro. A hipótese levantada pelo Lapis foi apresentada pelo coordenador do laboratório, Humberto Barbosa.

“O Ibama, por meio de geointeligência, considerou que não existem elementos científicos para afirmar que a feição linear escura encontrada nas imagens de radar apresentadas pelo Lapis trata-se de vazamento de óleo, sendo provável que seja fenômeno natural formado pelo rastro de um navio”, prossegue a nota.

A Marinha, depois de informar que não só ela, mas os demais colaboradores, nacionais e estrangeiros, “permanecerão conduzindo a investigação até que todas as questões envolvidas sejam elucidadas”. Ressalta também que “o ineditismo dessa ocorrência exigiu o estabelecimento de protocolo próprio de investigação, demandando a integração e coordenação de diferentes organizações e setores da sociedade, além de ampla troca de informações com organismos internacionais”. E esclarece que o Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA), “estabeleceu uma coordenação científica com apoio de mais de 100 pesquisadores e cientistas de Universidades e Institutos de Pesquisa” para investigar o ocorrido e que “o estudos e metas contemplam ações de curto, médio e longo prazo”.

Organização dos EUA afasta tese de que navio grego é o responsável por derramamento de óleo

  Organização dos EUA afasta tese de que navio grego é o responsável por derramamento de óleo Organização dos EUA afasta tese de que navio grego é o responsável por derramamento de óleoNo dia 2 de novembro, a Polícia Federal deflagrou a “Operação Mácula” e cumpriu mandados de busca e apreensão em duas empresas no Rio - na Lachmann Agência Marítima e na Witt O Brien’s - que teriam relação com a empresa grega. A Delta Tankers negou ser autora da tragédia e se dispôs a colaborar com as investigações brasileiras. O governo divulgou o nome da empresa grega e, ao menos por enquanto, não voltou atrás em relação a essa posição na investigação.

A Universidade Federal de Alagoas ( Ufal ) informou neste domingo, 17, ter identificado um navio que seria responsável pelo vazamento de óleo no litoral do Nordeste. O nome da embarcação e a sua bandeira não foram divulgados, mas não se trata de nenhuma das cinco apontadas pela Marinha

A Universidade Federal de Alagoas ( Ufal ) informou neste domingo (17) ter identificado um navio que seria responsável pelo vazamento de óleo no litoral do Nordeste. O nome da embarcação e a sua bandeira não foram divulgados, mas não se trata de nenhuma das cinco apontadas pela Marinha

Em outro comunicado, a Marinha, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), informam que nesta segunda-feira, 18, o navio-patrulha Guanabara encontra-se na região do Delta do Parnaíba-PI, com agentes do ICMBio e Secretaria de Meio Ambiente do Piauí embarcados, de modo a reforçar as ações de busca e recolhimento de resíduos oleosos no mar.

Diz também que na costa do Piauí militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica e todos os equipamentos disponíveis pelas forças estão sendo empregados em ações de limpeza e coleta de vestígios de óleo, assim como os agentes de órgãos estaduais e municipais. Além disso, equipes do Ibama e ICMBio “realizam ações de acompanhamento e avaliação dos possíveis danos causados na região”.

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Óleo chega ao litoral norte do Rio de Janeiro, informa Marinha .
Óleo chega ao litoral norte do Rio de Janeiro, informa Marinha“O material foi analisado pelo Instituto de Estudo do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM) e constatado como compatível com o óleo encontrado no litoral da região Nordeste e Espírito Santo”, afirmou o grupo no texto. “Um grupamento de militares da MB já se encontra no local efetuando monitoramento e limpeza. Servidores do Ibama se juntarão a essa equipe no dia de hoje (sábado, 23).

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