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Meio Ambiente Desmatamento de florestas tropicais afeta regime de chuvas no mundo todo

23:35  20 novembro  2019
23:35  20 novembro  2019 Fonte:   ecycle.com.br

Chuvas deixam mais de 664 desalojados ou desabrigados no Espírito Santo

  Chuvas deixam mais de 664 desalojados ou desabrigados no Espírito Santo Chuvas deixam mais de 664 desalojados ou desabrigados no Espírito SantoNo total, há 354 desalojados, que são aqueles que saíram da própria casa para a moradia de terceiros, e 310 desabrigados, que foram acolhidos pelo poder público. Desabamentos causados pela chuva já deixaram 1 morto e 6 feridos em todo o estado. São 3 cidades (Viana, Cariacica e Alegre) que decretaram situação de emergência.

O trabalho se baseou em dados de um satélite da Nasa dedicado a medir chuvas tropicais e em informações sobre o uso da terra na região, uma das fronteiras agrícolas que mais avançaram nos últimos anos no mundo . No período estudado, de 1998 a 2012, foram desmatados

O desmatamento é uma questão de ordem mundial. De acordo com dados fornecidos pelo Observatório Mundial das Florestas , a devastação Só em 2018, segundo os dados da Global Forest Watch, o mundo perdeu cerca de 12 milhões de hectares de florestas tropicais , o que equivale a

A Amazônia leva umidade para as demais regiões do Brasil e até para outros continentes

Chuva na Amazônia© Fornecido por Epartners Empreendimentos Integrados Ltda. ME Chuva na Amazônia

Nuvem de chuva sobre trecho de floresta no estado do Amazonas. Imagem: Rogerio Assis

Se 60% da Amazônia é brasileira e 40% de outros oito países, por que o mundo deveria se preocupar com o destino da maior floresta tropical do planeta? Não seria pela produção de oxigênio, mito que sempre ressurge quando as queimadas ganham força e a taxa de desmatamento sobe na região, como ocorreu neste ano, colocando em risco os supostos “pulmões do mundo”. De dia, as plantas fazem fotossíntese e transformam a energia solar em química, basicamente carboidratos (açúcares) vitais para sua sobrevivência.

Desmatamento já reduz chuvas e pode afetar safra no sul da Amazônia

  Desmatamento já reduz chuvas e pode afetar safra no sul da Amazônia Estudo aponta que substituição em larga escala da floresta por pasto ou áreas de plantio tem provocado a redução do período de chuvas. Desmatamento indiscriminado pode colocar em risco prática de dupla safra na região. © Reuters Entre 1998 a 2012, região perdeu uma área de floresta equivalente ao tamanho da Áustria Somado ao efeito das mudanças climáticas e outros fatores de larga escala, o período de chuvas na região, que compreende Rondônia, sul do Amazonas, norte do Mato Grosso e sul do Pará, foi encurtado em 27 dias no período de 1998 a 2012, com impacto na dupla safra, quando agricultores plantam no mesmo terreno soja e, dep

Em tempos de estiagem, a vegetação fica mais seca e o fogo alastra-se com maior facilidade, de forma que qualquer faísca, dependendo da localidade, pode provocar uma verdadeira catástrofe. Área florestal destruída pela ação das queimadas. Consequências do desmatamento .

Apesar de alguns anos mostrarem redução nas taxas de desmatamento , sabe-se que ele tem O desmatamento possui uma série de consequências que não se resumem apenas ao ambiente Desmatamento no mundo . Os países desenvolvidos foram os primeiros a destruir suas florestas

Nesse processo, elas absorvem vapor-d’água e dióxido de carbono (CO2), o mais importante gás de efeito estufa, e liberam oxigênio. Mas à noite, quando não realizam fotossíntese, e apenas respiram, elas consomem oxigênio e expiram CO2. No fim do dia, feitas as contas, há um empate técnico entre a quantidade de oxigênio consumida e liberada. Na verdade, a fotossíntese de toda a vegetação do planeta libera uma quantidade de oxigênio que praticamente não altera a concentração atmosférica desse gás.

Além de ser detentora de cerca de 15% de toda a biodiversidade do planeta, uma razão em si suficiente para preservá-la, a Amazônia desempenha vários papéis fundamentais para a química atmosférica em nível regional, continental e até global. “A floresta é uma grande fonte de vapor-d’água não só para a região Norte como para o Centro-Sul do país e a bacia do Prata”, comenta o físico Paulo Artaxo, do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IF-USP). “Atua fortemente para regular o clima em diferentes escalas, inclusive remotamente.”

Desmatamento já reduz chuvas e pode afetar safra no sul da Amazônia

  Desmatamento já reduz chuvas e pode afetar safra no sul da Amazônia Motivo: substituição da floresta por pastoOs números estão em pesquisa realizada por dois pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, e 1 da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, publicada em setembro pela Royal Meteorological Society.

Professora de Biologia. A floresta amazônica é considerada a maior floresta tropical do mundo e concentra enorme biodiversidade. Além disso, ela faz parte do bioma Amazônia, o maior dos seis biomas brasileiros. Ela corresponde a 53% das florestas tropicais ainda existentes. Por isso, a sua

As principais fontes de desmatamento na Amazônia são assentamentos humanos e desenvolvimento da terra. Entre 1991 e 2000, a área total de floresta amazônica desmatada para a pecuárias e estradas aumentou de 415.000 km² para 587.000 km² - uma área mais que seis vezes maior do que

Se for para recorrer a uma metáfora, a Amazônia seria o ar-condicionado do planeta, espalhando frescor e umidade — em outras palavras, chuva — sobre si mesma e demais partes do globo. Não é força de expressão a língua inglesa chamar a Amazônia e outras matas úmidas tropicais de rainforests, literalmente florestas da chuva. Nesses pontos do planeta, há coberturas vegetais densas e exuberantes porque chove de forma quase contínua e muito, entre 2 mil e 4.500 milímetros (mm) por ano.

A umidade que chega à imensa bacia amazônica é trazida por ventos que sopram do oceano Atlântico tropical em direção ao continente. Esse vapor-d’água gera chuva sobre a floresta. Em um primeiro momento, a vegetação e o solo absorvem a água. Em um segundo, ocorre o fenômeno conhecido como evapotranspiração: parte da chuva evapora dos solos e as plantas transpiram. Essas ações devolvem uma grande fração da umidade inicial à atmosfera, que produz mais pluviosidade sobre a mata. Essa interação gera um ciclo perene muito eficiente de reaproveitamento da água.

Índice de desmatamento na Amazônia cresce 80% em setembro

  Índice de desmatamento na Amazônia cresce 80% em setembro Índice de desmatamento na Amazônia cresce 80% em setembro

Desmatamento de florestas As principais conseqüências do desmatamento são: - Destruição da biodiversidade – extinção de nascentes: o rebaixamento do lençol freático, resultante da menor infiltração da água das chuvas no subsolo, muitas vezes pode provocar problemas de

Apesar de ser o bioma mais preservado do Brasil, o desmatamento da floresta amazônica têm preocupado ambientalistas. Atualmente, é grande o desmatamento na floresta amazônica, que vem cedendo espaço para lavouras e pastos, provocando diversos impactos ambientais.

Por isso, os pesquisadores dizem que a Amazônia processa parte de sua própria chuva. Mas nem todo esse vapor-d’água permanece estacionado sobre a floresta. Ao ser devolvida à atmosfera, uma parte dessa umidade gera correntes aéreas que transportam chuva para o centro-sul do continente. São os famosos rios voadores. Diariamente, esses rios aéreos transportam cerca de 20 bilhões de toneladas de água, 3 bilhões de toneladas a mais do que o rio Amazonas, o de maior volume de água do mundo, despeja cotidianamente no Atlântico.

O desmatamento e a possível fragmentação da floresta tropical podem comprometer sua capacidade de enviar vapor-d’água para o Brasil Central e o Sul do continente. “A Amazônia é uma área predominantemente plana e contínua, que, nos modelos climáticos, consideramos como um bloco, uma entidade em si”, explica o climatologista José Marengo, chefe do setor de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), órgão do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Bolsonaro diz que gostaria de dólar abaixo de R$4, mas que não se trata apenas do cenário interno

  Bolsonaro diz que gostaria de dólar abaixo de R$4, mas que não se trata apenas do cenário interno Bolsonaro diz que gostaria de dólar abaixo de R$4, mas que não se trata apenas do cenário interno"Nós gostaríamos de um dólar abaixo de 4 reais", disse na saída do Palácio da Alvorada, acrescentando que a taxa de câmbio não reflete apenas questões internas. "O mundo está todo conectado. Qualquer problema lá fora tem reflexo no mundo todo, não é só aqui, não", disse.

Cenas de desmatamento no interior de Alagoas — Foto: Jonathan Lins/FPI do São Francisco. Cerca de 12 milhões de hectares de florestas tropicais desapareceram em 2018, o equivalente a 30 campos de futebol por minuto.

Apesar de suportar uma enorme variedade de plantas, os solos das florestas tropicais são pobres. A sua produtividade é garantida pela grande A maior floresta tropical do mundo é a Floresta Amazônica. Esse bioma abriga enorme diversidade de formas de vida e a maior disponibilidade de

“Mudanças significativas em sua cobertura vegetal alteram o sistema de circulação atmosférica e podem ter repercussões sobre o regime de chuvas em lugares distantes. Podem dar origem a eventos extremos, como a diminuição do total de pluviosidade ou sua concentração em pouco dias.” Fora da região Norte, o efeito umidificador da Amazônia é sentido de forma mais evidente no Sudeste, na Bacia do Prata e no Centro-Oeste, cujas atividades agropecuárias se beneficiam de uma redução de temperatura causada por ventos amenos vindos da floresta.

Em 19 de agosto deste ano, os paulistanos tiveram uma amostra das conexões à distância que interligam a atmosfera amazônica com o clima da cidade de São Paulo. Por volta das 15h, no meio da tarde, um temporal invernal escureceu o céu da metrópole. O dia que vira noite chama a atenção, mas não chega a ser um fenômeno raro. Incomum foi a chuva preta que caiu durante a tempestade. Análises feitas no Instituto de Química da USP encontraram na água da chuva o composto orgânico reteno, da classe dos hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs), formado apenas quando ocorre a queima de biomassa, como árvores.

Como a data da chuva negra em São Paulo coincidiu com um pico de queimadas na região Norte e em países vizinhos, o reteno deve ter sido produzido pelos incêndios florestais que levaram a Amazônia a ser notícia de primeira página no mundo naquele mês. A fumaça das queimadas foi transportada até a capital paulista, onde se juntou às nuvens de chuva.

Bolsonaro: 'Você não vai acabar com desmatamentos nem queimadas. É cultural'

  Bolsonaro: 'Você não vai acabar com desmatamentos nem queimadas. É cultural' Bolsonaro: 'Você não vai acabar com desmatamentos nem queimadas. É cultural'BRASÍLIA - O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira, 20, que queimadas e desmatamento não devem acabar nas florestas brasileiras, pois são culturais. "Você não vai acabar com o desmatamento nem com as queimadas. É cultural", disse.

Desflorestação, desflorestamento ou desmatamento é o processo de desaparecimento completo e permanente de florestas , atualmente causado em sua maior parte por atividades humanas. Embora o conceito se aplique em senso estrito à perda de florestas

Floresta Amazônica, Florestas Tropicais Africanas e Florestas Tropicais do Sudeste Asiático. Conheça as maiores e mais importantes florestas do mundo . a maioria dos 90 milhões de pessoas que vivem na região dependem dela para seu sustento. Historicamente, o desmatamento na Bacia

Nos últimos anos, alguns trabalhos têm tentado medir qual seria o impacto do desaparecimento ou da redução drástica da área das grandes florestas tropicais sobre o clima em diferentes partes do planeta e suas implicações para a agricultura. Um artigo publicado em 2015 na revista científica Nature Climate Change compilou e analisou dados de mais de 20 estudos de modelagem climática e artigos científicos que tratavam das repercussões do desmatamento total ou parcial das três grandes florestas tropicais: a Amazônia, a maior delas, a da África Central, na bacia do Congo, e a do Sudeste Asiático.

As duas primeiras formam blocos contínuos de vegetação, mas a Amazônia é 70% maior e mais úmida do que as florestas africanas, que também sofreram neste ano grandes incêndios. A maior parte das florestas do Sudeste Asiático está espalhada por ilhas da região, como Indonésia e Malásia. A Amazônia é 2,5 vezes maior do que as matas dessa região.
Impacto das florestas nas chuvas© Fornecido por Epartners Empreendimentos Integrados Ltda. ME Impacto das florestas nas chuvas

Infográfico e ilustração: Alexandre Affonso/Revista Fapesp

Além de estimular localmente secas e picos de temperatura, o desmatamento completo das florestas tropicais faria o clima do planeta esquentar mais 0,7 ºC, próximo do nível de aquecimento global atualmente experimentado pelo aumento do efeito estufa desde a Revolução Industrial. As maiores repercussões do desmatamento completo, no entanto, seriam sobre o regime de chuvas. “O desflorestamento tropical causaria um golpe duplo no clima e nos agricultores”, disse, em material de divulgação do estudo, a professora de ciências ambientais Deborah Lawrence, da Universidade da Virgínia, nos Estados Unidos, principal autora do estudo.

Paralisação de motoristas de ônibus afeta 21 linhas na zona leste

  Paralisação de motoristas de ônibus afeta 21 linhas na zona leste Paralisação de motoristas de ônibus afeta 21 linhas na zona lesteSegundo a São Paulo Transporte (SPTrans), um grupo de sindicalistas não permitiu que os veículos deixassem a garagem Imperador, localizada no número 2.970 da Avenida Águia de Haia.

De maneira geral é possível destacar sete tipos de formações vegetais no mundo . As Florestas Pluviais Tropicais são encontradas nas regiões de clima quente e úmido. O desmatamento e as queimadas nessas áreas representam grande risco à manutenção climática e ambiental da Terra.

São muitos tipos de florestas , denominadas como tropicais , de mangue, dentre outras. A sobrevivência da floresta está em questão por causa das taxas crescentes de desmatamento ; o que se afirma é que estas florestas vão sumir completamente em próximos 30 anos.

“A remoção de florestas alteraria a umidade e o fluxo de ar, levando a mudanças que seriam igualmente perigosas e aconteceriam imediatamente. Os impactos iriam além dos trópicos. O Reino Unido e o Havaí poderiam ter um aumento nas chuvas, enquanto o meio-oeste dos EUA e o sul da França, um declínio.” O cultivo de grãos, como milho, trigo, cevada e soja, é disseminado nessa região norte-americana. Na França meridional, além dos grãos, há expressiva produção de vinho e de lavanda.

Em outubro deste ano, em um encontro na Universidade Princeton, nos Estados Unidos, para discutir a importância da Amazônia para o planeta, um trabalho de modelagem climática semelhante foi divulgado. No estudo, coordenado pelo ecólogo Stephen Pacala e a climatologista Elena Shevliakova, ambos de Princeton, foram simuladas quais seriam as consequências se toda a floresta amazônica virasse pastagem. Na escala global, o mundo ficaria 0,25 ºC mais quente.

No Brasil, as chuvas seriam reduzidas em um quarto e a própria Amazônia ficaria 2,5 ºC mais quente. O cenário de desaparecimento total das florestas tropicais é muito radical e dificilmente irá se materializar. No entanto, trabalhos como o de Lawrence sinalizam que um desmatamento entre 30% e 50% seria suficiente para produzir fortes impactos globais, além da savanização de parte da floresta.

A ameaça à Amazônia não derivaria apenas da ação das motosserras ou do fogo das queimadas. Uma pesquisa recente sugere que o próprio aquecimento global estaria por trás de um misterioso aumento na mortalidade de certos tipos de árvores em áreas de mata fechada, em zonas bem preservadas, onde teoricamente a resiliência da vegetação deveria ser alta.

Publicado em novembro do ano passado na revista científica Global Change Biology, o estudo analisou o diâmetro dos anéis de crescimento de árvores individuais em 106 trechos da floresta e concluiu que as não adaptadas a condições de estresse, como seca prolongada e temperaturas mais elevadas, estariam perecendo mais do que as demais.

Aquecimento descontrolado

  Aquecimento descontrolado O aumento dos gases de efeito estufa coloca a humanidade em risco diante de um futuro com secas, enchentes, poluição e fome inevitáveis. E qual deve ser o papel do Brasil?A divulgação do relatório alarmou os pesquisadores às vésperas da conferência anual sobre mudança climática, que começa em Madri, Espanha, na terça-feira 3, que analisará os resultados — ruins — das iniciativas do Acordo Climático de Paris.

O desmatamento de florestas em grande escala já atinge 46% das matas originais do planeta. A taxa exata na razão da qual as florestas estão atualmente sendo desmatadas no mundo não são Plantações de frutas tropicais são frequentemente encontradas em áreas onde no passado havia

As espécies mais aptas a crescer em ambientes úmidos estariam perdendo espaço para as que se desenvolvem mais facilmente em clima seco. “As árvores adaptadas à umidade morrem, abrem pequenas clareiras no meio da floresta e são substituídas por espécies de crescimento mais rápido, como a embaúba”, explica a ecóloga brasileira Adriane Esquivel-Muelbert, da Universidade de Leeds, no Reino Unido, principal autora do trabalho. “O aquecimento global está mudando a biodiversidade das espécies que compõem a floresta.”

Esses trechos da Amazônia são acompanhados há 30 anos por pesquisadores do Brasil e do exterior dentro do projeto Amazon Forest Inventory Network (Rainfor). O problema dessa substituição é que as novas espécies dominantes crescem rápido, mas têm vida efêmera e retiram menos carbono da atmosfera, um dos papéis mais importantes da Amazônia, ao lado de seu efeito de disseminação de umidade.

Projetos

1. Variação interanual do balanço de gases de efeito estufa na Bacia Amazônica e seus controles em um mundo sob aquecimento e mudanças climáticas – Carbam: estudo de longo termo do balanço do carbono da Amazônia (nº 16/02018-2); Modalidade Projeto Temático; Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais; Pesquisador responsável Luciana Gatti (Inpe); Investimento R$ 3.592.308,47

2. AmazonFace/ME: Projeto de integração Modelagem-Experimento do Amazon-Face – o papel da biodiversidade e feedbacks climáticos (nº 15/02537-7); Programa Jovem Pesquisador; Pesquisador responsável David Montenegro Lapola (Unicamp); Investimento R$ 464.253,22.

Artigos científicos

FLEISCHER, K. et al. Amazon forest response to CO2 fertilization dependent on plant phosphorus acquisition. Nature Geoscience. on-line. 5 ago. 2019.

ESPINOZA, J. C. et al. Contrasting North–South changes in Amazon wet-day and dry-day frequency and related atmospheric features (1981–2017). Climate Dynamics. v. 52, n. 9-10, p. 5413-30. mai. 2019.

MARENGO, J. A. et al. Changes in Climate and Land Use Over the Amazon Region: Current and Future Variability and Trends. Frontiers in Earth Sciences. 21 dez. 2018

LOVEJOY, T.E e NOBRE, C. Amazon Tipping Point. Science Advances. 21 Feb 2018

GATTI, L. V. et al. Drought sensitivity of Amazonian carbon balance revealed by atmospheric measurements. Nature. v. 506, n. 7486, p. 76–80. 6 fev 2014.

Fonte: Revista Fapesp

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O aumento dos gases de efeito estufa coloca a humanidade em risco diante de um futuro com secas, enchentes, poluição e fome inevitáveis. E qual deve ser o papel do Brasil?A divulgação do relatório alarmou os pesquisadores às vésperas da conferência anual sobre mudança climática, que começa em Madri, Espanha, na terça-feira 3, que analisará os resultados — ruins — das iniciativas do Acordo Climático de Paris.

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