Mundo Boris Johnson pedirá 'era de cooperação mundial' em cúpula sobre vacinas

05:41  04 junho  2020
05:41  04 junho  2020 Fonte:   msn.com

Premiê britânico enfrenta revolta por não demitir assessor que violou isolamento do coronavírus

  Premiê britânico enfrenta revolta por não demitir assessor que violou isolamento do coronavírus Premiê britânico enfrenta revolta por não demitir assessor que violou isolamento do coronavírusLONDRES (Reuters) - O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, enfrentou um motim em seu partido e a fúria do país nesta segunda-feira por se recusar a demitir seu assessor mais próximo, Dominic Cummings, acusado de ignorar o isolamento do coronavírus viajando 400 quilômetros para fora de Londres.

Alexander Boris de Pfeffel Johnson (Nova Iorque, 19 de junho de 1964) é um político, escritor e jornalista britânico, atualmente servindo como Primeiro-ministro do Reino Unido e líder do Partido Conservador.

" Eu gostaria de agradecer a equipe brilhante do sistema de saúde pública por cuidar de mim e dos outros nesse período difícil. Boris Johnson passa bem, mas segue internado com coronavírus. "Esta não é uma internação de emergência e, portanto, certamente espero que ele volte ao número

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, pedirá uma "nova era de cooperação sanitária mundial" por ocasião da cúpula virtual de arrecadação de fundos para a Aliança pela Vacinação (GAVI), que será celebrada nesta quinta-feira (4) no país, com a pandemia do novo coronavírus como pano de fundo.

"Espero que esta cúpula seja o momento em que o mundo se junte para unir a humanidade na luta contra a doença", dirá Johnson, segundo trechos de seu discurso, divulgados por seu gabinete.

"Peço-lhes que se unam a nós para fortalecer esta aliança que salva vidas e inaugurar uma nova era de cooperação mundial na saúde", dirá o premier, cujo país tem o segundo maior número de mortos na pandemia, com 40.000 óbitos.

Reino Unido propõe adiar cúpula climática da ONU para Novembro de 2021

  Reino Unido propõe adiar cúpula climática da ONU para Novembro de 2021 REINOUNIDO-AMBIENTE-COP26-DATA:Reino Unido propõe adiar cúpula climática da ONU para Novembro de 2021LONDRES (Reuters) - O Reino Unido propôs receber em novembro de 2021 uma cúpula climática da Organização das Nações Unidas (ONU) que foi adiada neste ano devido à pandemia do coronavírus, apontou uma carta do escritório do Gabinete vista pela Reuters.

Após um ano de caos político, bloqueios e adiamentos, o Reino Unido saiu oficialmente da UE em 31 de janeiro graças à esmagadora maioria obtida por Johnson nas legislativas de dezembro. Frost reafirmou aos deputados nesta quarta-feira que o Reino Unido não tem intenção de pedir mais tempo.

Negociador-chefe da União Europeia para o Brexit classificou como "inaceitável" a proposta do primeiro-ministro britânico de se livrar do mecanismo de

O Reino Unido é o maior contribuinte da GAVI, com 1,6 bilhão de libras (2,08 bilhões de dólares) prometidos para os próximos cinco anos.

Nesta cúpula virtual, da qual participarão representantes de mais de 50 países e mais de 35 chefes de Estado e de governo, a Aliança espera arrecadar 7,4 bilhões de dólares para continuar com as campanhas mundiais de vacinação contra o sarampo, a poliomielite e a febre tifoide, em grande medida interrompidas pela pandemia da COVID-19.

Também será pedido o financiamento para a compra e a produção de uma possível futura vacina contra a COVID-19, assim como sua distribuição em países em desenvolvimento.

Para a vacina contra o novo coronavírus, o objetivo da Aliança é arrecadar US$ 2 bilhões.

A cúpula é celebrada em um momento delicado, no qual a pandemia exacerbou os ataques ao multilateralismo, entre a ruptura de Donald Trump com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o medo de que os Estados Unidos tenham o controle sobre futuras vacinas.

Número de mortos por Covid-19 no Reino Unido passa de 47 mil e pressiona premiê

  Número de mortos por Covid-19 no Reino Unido passa de 47 mil e pressiona premiê SAUDE-CORONAVIRUS-REINOUNIDO-26MAI:Número de mortos por Covid-19 no Reino Unido passa de 47 mil e pressiona premiêLONDRES (Reuters) - O número de mortos por Covid-19 no Reino Unido passou de 47 mil nesta terça-feira, um custo humano pesado que pode definir o mandato do primeiro-ministro, Boris Johnson.

A corrida da Johnson & Johnson para fabricar 1 bilhão de doses da vacina contra o coronavírus levou a A antecipação da fabricação faz parte de uma disputa mundial para proteger a população contra As grandes empresas farmacêuticas podem voltar a firmar contratos sobre vacinas quando

Em setembro, Boris já havia sido criticado pelo pai de uma menina num hospital da região nordeste de Londres. O primeiro-ministro, em campanha eleitoral nessa região inglesa tradicionalmente território trabalhista, foi questionado por um repórter da TV de Yorkshire sobre o episódio, mas se recusou a

"É de grande importância, e o estamos conseguindo, que haja consenso internacional e apoio em todo o mundo para encontrar uma vacina e proporcioná-la a todos aqueles que são vulneráveis porque ninguém estará seguro até que todos estejam", disse à AFP Anne-Marie Trevelyan, ministra britânica de Desenvolvimento Internacional.

Anna Marriott, encarregada de saúde na Oxfam, aplaudiu o estabelecimento de um novo fundo para ajudar os países em desenvolvimento a terem acesso a uma futura vacina, mas detalhou em um comunicado que "a GAVI e os governos que a financiam devem enfrentar o poder do monopólio da indústria farmacêutica para que se interpõe no caminho de uma vacina para os povos".

"O dinheiro dos contribuintes deve ser investido em vacinas e tratamentos que estejam livres de direitos e disponíveis para todas as nações a preço de custo", acrescentou.

spe/gmo/avz/erl/ll/mvv

Johnson & Johnson iniciará testes em humanos de vacina para Covid-19 na segunda quinzena de julho .
Johnson & Johnson iniciará testes em humanos de vacina para Covid-19 na segunda quinzena de julho , dois meses antes do planejado, à medida que os laboratórios correm para desenvolver uma um procedimento de imunização contra o vírus. A empresa já assinou acordo com o governo dos Estados Unidos para criar capacidade de fabricação suficiente para produzir mais de 1 bilhão de doses de sua vacina até 2021. Atualmente, não existem tratamentos ou vacinas aprovados para a Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus que já matou mais de 400 mil pessoas em todo o mundo.

—   Compartilhe notícias nas redes sociais
usr: 1
Isto é interessante!