Mundo Pompeo alerta para novas medidas contra Pequim, depois de 'dia triste' para Hong Kong

06:51  01 julho  2020
06:51  01 julho  2020 Fonte:   msn.com

UE pressiona China por comércio e alerta sobre lei de Hong Kong

  UE pressiona China por comércio e alerta sobre lei de Hong Kong UE pressiona China por comércio e alerta sobre lei de Hong KongBRUXELAS (Reuters) - A União Europeia disse à China na segunda-feira que ela deve cumprir a promessa de abrir sua economia e alertou para "consequências muito negativas" se Pequim avançar com uma nova lei de segurança sobre Hong Kong que, segundo o Ocidente, reduzirá direitos básicos.

Os Estados Unidos estão a suspender as exportações de armamento de defesa para Hong Kong , em "Enquanto Pequim considerar Hong Kong como 'um país, um sistema' Mike Pompeo alertou ainda que o Governo dos EUA poderá "tomar outras medidas " para protestar contra a política chinesa.

"A lei de segurança nacional marca o fim da Hong Kong que o mundo conhecia. A legenda defendia a introdução do sufrágio universal no território e medidas contra os abusos da China. A nova lei permite a abertura de escritórios das agências chinesas de segurança nacional em Hong Kong e

O secretário de Estado americano, Mike Pompeo © YURI GRIPAS O secretário de Estado americano, Mike Pompeo

O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Mike Pompeo, alertou Pequim de mais retaliação por aprovar uma lei que restringe liberdades e autonomia para Hong Kong, no que ele chamou de "dia triste".

"Hoje é um dia triste para Hong Kong e para todos os amantes da liberdade na China", afirmou o secretário de Estado.

Ele também alertou que seu país "não ficará parado à medida que a China engolir Hong Kong com sua boca autoritária", depois que o presidente chinês, Xi Jinping, promulgou uma lei de segurança nacional para a ex-colônia britânica.

A lei é apontada por seus detratores como uma tentativa de silenciar a oposição em Hong Kong.

Polícia de Hong Kong proíbe manifestação contra Lei de Segurança

  Polícia de Hong Kong proíbe manifestação contra Lei de Segurança A polícia de Hong Kong proibiu neste sábado (27) uma manifestação contra o plano do governo chinês de aprovar uma Lei de Segurança, cujos críticos temem que reduza as liberdades deste território semiautônomo. Segundo a Frente dos Direitos Humanos Civis (Civil Human Rights Front, CHRF), a polícia rejeitou o pedido de manifestações para 1º de julho, o 23º aniversário da devolução dessa ex-colônia britânica à China. A polícia mencionou o risco de violência e argumentou que a mobilização pode "representar um sério risco para a saúde pública", devido à epidemia de COVID-19.

Siu (via DW) Manifestantes pró-democracia em Hong Kong . Pequim vem tentando sufocar o movimento desde 2019. Tam Yiu-Chungl não forneceu mais detalhes sobre esse novo passo A chefe do executivo de Hong Kong , Carrie Lam, não quis responder perguntas relacionadas à lei até

Hong Kong terá que estabelecer sua própria comissão de segurança nacional para fazer cumprir as leis, com um consultor designado por Pequim . Os críticos dizem que isso equivale a uma violação do princípio "um país, dois sistemas", que é tão importante para Hong Kong .

A medida prevê que a justiça chinesa seja aplicada para danos "sérios" à segurança e prevê prisão perpétua por crimes contra a segurança nacional.

"Sob as instruções do presidente Trump, removeremos as isenções políticas que dão tratamento diferente e especial a Hong Kong, com certas exceções", alertou Pompeo.

No final de maio, Washington revogou o status preferencial de comércio de Hong Kong.

Na ONU, 27 países, incluindo França e Japão, convidaram a China a reexaminar essa lei, que eles dizem que "ameaça" as liberdades naquele território autônomo.

cjc/dax/piz/lda/lca

Polícia de Hong Kong prende quase 200 em primeiro protesto sob nova lei de segurança .
Polícia de Hong Kong prende quase 200 em primeiro protesto sob nova lei de segurançaHONG KONG (Reuters) - A polícia de Hong Kong usou canhões de água e gás lacrimogêneo e prendeu quase 200 pessoas nesta quarta-feira, quando manifestantes foram às ruas desafiando uma legislação de segurança abrangente introduzida pela China que críticos dizem almejar sufocar a dissidência.

—   Compartilhe notícias nas redes sociais
usr: 1
Isto é interessante!