Mundo Milhares de israelenses protestam contra premier e gestão da pandemia

09:33  02 agosto  2020
09:33  02 agosto  2020 Fonte:   msn.com

Milhares protestam contra Netanyahu em Israel por economia e acusações de corrupção

  Milhares protestam contra Netanyahu em Israel por economia e acusações de corrupção Milhares protestam contra Netanyahu em Israel por economia e acusações de corrupção“Seu tempo acabou”, diziam letras gigantes projetadas em um prédio no local do protesto, com manifestantes balançando bandeiras de Israel e pedindo que Netanyahu renunciasse por ter, segundo eles, fracassado na proteção ao emprego e negócios afetados pela pandemia.

Jerusalém, 2 Ago 2020 (AFP) - Milhares de israelenses protestaram neste sábado (1) à noite contra o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, acusado de corrupção, e sua gestão da crise do novo coronavírus. Os protestos foram celebrados nas ruas de várias cidades do país

Manifestante participa de protesto na Praça Rabin, no centro de Tel Aviv, em 11 de julho de 2020, contra a gestão que o governo israelense faz da Milhares de pessoas se reuniram neste sábado (11) na praça Rabin de Tel-Aviv para protestar contra a gestão do novo coronavírus pelo governo.

Multidão de israelenses participa de protesto em frente à residência oficial do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, em Jerusalém, 1º de agosto de 2020 © MENAHEM KAHANA Multidão de israelenses participa de protesto em frente à residência oficial do primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, em Jerusalém, 1º de agosto de 2020

Milhares de israelenses protestaram neste sábado (1) à noite contra o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, acusado de corrupção, e sua gestão da crise do novo coronavírus.

Os protestos foram celebrados nas ruas de várias cidades do país, mas também em pontes onde os manifestantes penduraram cartazes nos quais acusaram Netanyahu de ter fracassado em sua gestão a pandemia.

Trabalhadores da Airbus protestam na Espanha contra corte de empregos

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Milhares de pessoas se reuniram neste sábado (11) na praça Rabin de Tel-Aviv para protestar contra a gestão do novo coronavírus pelo governo. A polícia israelense não deu estimativas sobre o número de manifestantes, mas a emissora de TV pública Kan 11 indicou que havia milhares de

Milhares de pessoas se reuniram neste sábado (11) na praça Rabin de Tel-Aviv para protestar contra a gestão do novo coronavírus pelo governo. A polícia israelense não deu estimativas sobre o número de manifestantes, mas a emissora de TV pública Kan 11 indicou que havia milhares de

Centenas de pessoas protestaram em Tel Aviv contra a paralisação e a falta de ajuda governamental, segundo a imprensa israelense.

Um dos atos mais importantes ocorrem em frente à residência oficial do primeiro-ministro em Jerusalém, onde se concentraram milhares de manifestantes, exigindo sua demissão.

Também houve protestos em frente à residência privada do líder nacionalista e conservador na cidade costeira de Cesareia (oeste).

Os manifestantes, a maioria usando máscaras, acusaram Netanyahu de não ter conseguido conter a pandemia e pela crise econômica causada pelo confinamento.

Também denunciaram o dirigente pelas acusações feitas contra ele novembro de 2019 de corrupção, fraude e abuso de confiança em três casos diferentes.

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  Whirlpool confirma fechamento de fábrica no sul da Itália Unidade em Nápoles emprega mais de 400 pessoasA capital da Campânia é a maior cidade do sul da Itália e fica em uma região carente de investimentos e oportunidades de trabalho. "Devemos discutir o modo como absorver a maior parte das demissões", disse La Morgia durante uma reunião em Roma com representantes do governo e de sindicatos.

A polícia israelense usou canhões de água para dispersar milhares de manifestantes que foram às ruas de Jerusalém e Tel Aviv neste sábado (18) para denunciar a corrupção e gestão da pandemia de O gabinete do premier e o Ministério da Saúde anunciaram ontem que a maioria do comércio

Milhares de israelitas saíram ontem às ruas das principais cidades para contestar a falta de apoios do Governo de Benjamin Netanyahu à crise económica e sanitária provocada pela Covid-19. Israelitas protestam contra plano de anexação.

"Tentam desesperadamente intoxicar as pessoas para fazer cair um primeiro-ministro de direita forte", criticou o Likud (partido de Netanyahu) em mensagem no Twitter, retuitada pelo primeiro-ministro, que acusa as emissoras de televisão de "fazer propaganda de manifestantes esquerdistas e anarquistas".

Israel sofre uma segunda onda de contágios e os níveis de paralisação já superam os 20%, enquanto em fevereiro eram apenas 3,4%.

Depois de o governo israelense presumir a princípio ter conseguido controlar a pandemia, com um número limitado de doentes, os contágios se multiplicaram com a suspensão do confinamento e isto levou as autoridades a adotar novas restrições.

O Estado hebraico, com 9 milhões de habitantes, detectou 72.000 contagiados e 523 mortos por COVID-19, segundo cifras oficiais.

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