Mundo Porta-aviões dos EUA entra no Golfo em meio a ameaças de sanção ao Irã

21:04  18 setembro  2020
21:04  18 setembro  2020 Fonte:   msn.com

Preços do petróleo recuam com mercado ignorando tempestade no Golfo do México

  Preços do petróleo recuam com mercado ignorando tempestade no Golfo do México Preços do petróleo recuam com mercado ignorando tempestade no Golfo do MéxicoNOVA YORK (Reuters) - Os preços do petróleo tiveram leve queda nesta segunda-feira, em meio a preocupações com uma estagnação da recuperação econômica global e à iminência da retomada de produção na Líbia, com o mercado falhando em obter suporte de uma tempestade que afeta o bombeamento da commodity nos Estados Unidos.

O porta-aviões da Marinha americana Nimitz (esquerda) navega no estreito de Ormuz © Logan C. Kellums O porta-aviões da Marinha americana Nimitz (esquerda) navega no estreito de Ormuz

Um porta-aviões americano passou pelo estreito de Ormuz para entrar no Golfo nesta sexta-feira (18), em meio a ameaças dos Estados Unidos de cumprir as sanções da ONU contra Teerã, apesar de não ter o apoio dos parceiros do Conselho de Segurança, anunciou a Marinha dos EUA.

Um grupo de ataque liderado pelo USS Nimitz, que inclui dois cruzeiros lançadores de mísseis e um destruidor, navegou até o Golfo para operar e treinar com parceiros americanos, além de apoiar a coalizão que combate o grupo jihadista Estado Islâmico, informou a Quinta Frota dos Estados Unidos em um comunicado.

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"O grupo de ataque Nimitz está operando na área de manobra da Quinta Frota desde julho e está no auge de sua preparação", disse o comandante do grupo, o contra-almirante Jim Kirk.

A medida ocorre poucos dias depois de o chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Mike Pompeo, prometer cumprir um embargo de armas e outras sanções internacionais contra o Irã . Segundo o governo Trump, essas sanções serão retomadas no sábado.

Na terça-feira, Pompeo prometeu que Washignton evitaria que o Irã comprasse equipamento militar chinês e russo, apesar de seus aliados europeus não concordarem com sua postura no caso.

"Vamos agir de uma maneira, e temos agido de uma maneira, que evitará que o Irã possa comprar tanques chineses e sistemas de defesa russos e revender armas ao Hezbollah", disse Pompeo.

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Na quarta-feira, o secretário de Estado disse que Estados Unidos aplicará a retomada das sanções impostas pelas Nações Unidas ao Irã a partir da próxima semana, mesmo que quase todo o Conselho de Segurança da ONU tenha afirmado que Washington não tem motivos para tomar esta medida.

"Faremos tudo o que for preciso para nos assegurar que essas sanções sejam cumpridas", garantiu Pompeo.

Estados Unidos envia regularmente grupos de porta-aviões ao Golfo para realizar exercícios e apoiar as operações da coalizão americana anti-EI no Iraque e na Síria.

Mas o governo Trump aumentou a pressão sobre Teerã.

Segundo a Agência Internacional de Energia Atômica, o Irã intensificou suas atividades de desenvolvimento nuclear desde que Estados Unidos se retirou unilateralmente do acordo nuclear de 2018.

Washington diz que, apesar de sua retirada, tem o direito de obrigar a ONU a voltar a impor sanções ao Irã por violar o acordo.

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