Mundo Itália vai às urnas: o que está em jogo?

21:04  18 setembro  2020
21:04  18 setembro  2020 Fonte:   ansabrasil.com.br

Drew Barrymore lamenta ter mostrado seios para apresentador de TV: - Extrapolei os limites muitas vezes

  Drew Barrymore lamenta ter mostrado seios para apresentador de TV: - Extrapolei os limites muitas vezes A acusação de racismo feita por Neymar durante a partida do Paris Saint-Germain contra o Olympique de Marselha foi assunto entre os brasileiros, nesta segunda-feira. O clube do atacante emitiu uma nota de apoio ao craque.

(ANSA) - Após a reabertura das escolas, na última segunda-feira (14), a Itália terá nos dias 20 e 21 de setembro mais um teste em seu desafio de convivência com o novo coronavírus.

Pouco mais de 50 milhões de italianos serão chamados às urnas para votar em um referendo que pode reduzir em um terço o número de deputados e senadores, com as pesquisas apontando para uma ampla vitória do "sim" à reforma constitucional.

Além disso, sete das 20 regiões do país (incluindo Campânia, Toscana e Vêneto) e quase mil cidades (como as capitais regionais Aosta, Trento e Veneza) elegerão novos governadores e prefeitos, bem como renovarão suas assembleias legislativas.

Capitão do Galo, Réver diz que os clubes tem de avaliar histórico dos atletas que irão contratar

  Capitão do Galo, Réver diz que os clubes tem de avaliar histórico dos atletas que irão contratar O zagueiro se referiu ao caso Thiago Neves, que esteve perto de fechar com o clube. Réver também comentou que ficou surpreso com a possibilidade do negócioO zagueiro e capitão do Galo, Réver, disse que ficou surpreso com a notícia, pois soube via imprensa, sem qualquer comunicado do clube aos atletas da possível chegada de Neves.

Tradicionalmente, as eleições na Itália acontecem apenas no domingo, mas o governo decidiu estender a votação até 15h (horário local) de segunda-feira (21) para evitar aglomerações nos colégios eleitorais.

Em tempos de pandemia, os italianos terão de usar máscara e higienizar as mãos antes de depositar seus votos nas urnas. As autoridades ainda pedem que pessoas com febre superior a 37,5º, sintomas respiratórios ou que estejam em quarentena não saiam de casa.

Serão montados colégios eleitorais em hospitais com pacientes da Covid-19, e cidadãos que cumprem isolamento domiciliar terão seu voto recolhido em casa.

Redução do Parlamento - O referendo de 20 e 21 de setembro será o quarto na história da República Italiana e acontece quase quatro anos depois de a população ter rejeitado uma reforma do então premiê Matteo Renzi que, na prática, extinguia os poderes do Senado.

Deputados autorizam impeachment contra governador e vice em Santa Catarina

  Deputados autorizam impeachment contra governador e vice em Santa Catarina Foram 33 votos a favor e 6 contra. Bancada do PSL apoia deposição. Carlos Moisés segue no cargo. Acusação: crime de responsabilidadeForam 33 votos a favor do prosseguimento do inquérito, 6 contrários e uma abstenção. A bancada do PSL, partido do governador, tem 6 deputados. Cinco deles votaram pela abertura do processo de deposição.

Dessa vez, no entanto, as pesquisas apontam para uma ampla vitória do "sim" ao projeto que reduz o número de deputados de 630 para 400 e o de senadores de 315 para 200 (sem contar os cinco vitalícios). A medida também corta a quantidade de parlamentares italianos eleitos no exterior de 18 (12 deputados e seis senadores) para 12 (oito deputados e quatro senadores).

Não existe quórum mínimo, então o resultado do referendo será confirmado independentemente do tamanho da participação popular.

A reforma constitucional já foi aprovada no Parlamento e conta com apoio de todos os principais partidos da Itália, uma vez que a tramitação começou durante a coalizão entre o antissistema Movimento 5 Estrelas e a ultranacionalista Liga, mas terminou depois de o centro-esquerdista Partido Democrático (PD) ter substituído a extrema direita na aliança de governo com o M5S.

Os argumentos a favor do "sim" têm grande apelo popular: reduzir os custos da política (a economia é estimada em 100 milhões de euros por ano), tornar o Parlamento mais eficiente e adaptá-lo a uma nova era na qual as regiões também têm amplo poder legislativo e o arcabouço normativo da União Europeia ganha força.

ESPN segue avaliando contratos de talentos e acerta renovação de mais um comentarista

  ESPN segue avaliando contratos de talentos e acerta renovação de mais um comentarista Um dos principais nomes do automobilismo no canal, Victor Martins deve ser mais utilizado com chegada de novas atrações automobilísticas ao canalEm processo de avaliação de contratos, a Disney forma um projeto de reestruturação dos talentos de ESPN e Fox Sports. Não só em questão de conteúdo, mas uma das principais questões são as financeiras. Sempre priorizando a austeridade econômica, a empresa quer reduzir altos salários e dispensar nomes que não sejam vistos como necessários.

No entanto, existem grupos que defendem o "não", especialmente pequenos partidos como o Esquerda Italiana e o libertário Radicais. O movimento das Sardinhas, que tomou as ruas do país antes da pandemia para fazer frente ao avanço da extrema direita, também é contra a reforma.

Os argumentos são de que a redução no número de deputados e senadores pode comprometer a representatividade popular no Parlamento e beneficiar os grandes partidos, bem como as regiões mais populosas.

Além disso, os adeptos do "não" defendem que o benefício financeiro não compensa os supostos riscos à democracia: se a economia com o corte dos parlamentares for de 100 milhões de euros por ano, isso significará 1,65 euro por cada habitante da Itália.

Eleições regionais - Os italianos também aguardam com atenção os resultados das eleições nas sete regiões que vão às urnas, especialmente para avaliar a força da Liga, partido do ex-ministro do Interior Matteo Salvini.

Com uma vitória praticamente certa no Vêneto, com o governador Luca Zaia, a legenda aposta suas fichas sobretudo na Toscana, tida como um bastião "vermelho" na Itália e governada pela centro-esquerda desde sua instituição, em 1970.

Folger atropela pássaro no TL1 na Catalunha na estreia no Mundial de Superbike

  Folger atropela pássaro no TL1 na Catalunha na estreia no Mundial de Superbike Convidado para a rodada deste fim de semana do Mundial de Superbike, o alemão escapou ileso do incidenteEm busca de uma vaga permanente na série das motos de produção, o ex-MotoGP faz sua primeira corrida no Mundial neste fim de semana, defendendo as cores da MGM, a mesma equipe com que compete no Campeonato Alemão de Superbike. A estreia, aliás, chega em um momento em que a Yamaha está em busca de um substituto para Michael van der Mark, que vai partir para a BMW em 2021.

As pesquisas, para surpresa de muitos, apontam o candidato de centro-esquerda Eugenio Giani com vantagem mínima sobre a eurodeputada Susanna Ceccardi, pupila de Salvini. Além de inédita, uma eventual vitória da extrema direita na Toscana daria novo impulso à Liga, que não conseguiu conquistar a Emilia-Romagna, outra fortaleza "vermelha" na Itália, no início do ano.

Mas a Toscana não é o único prêmio cobiçado por Salvini: a coalizão liderada pelo ex-ministro, que ainda inclui o moderado Força Itália (FI) e o extremista Irmãos da Itália (FdI), também mira Campânia, Puglia e Marcas, todas elas governadas pelo PD, que é favorito apenas na primeira.

A aliança conservadora ainda tem ampla vantagem na Ligúria, com o governador Giovanni Toti, enquanto a disputa no Vale de Aosta é protagonizada por partidos locais e ligados à minoria de língua francesa.

Dependendo dos resultados, a centro-esquerda, que até março de 2018 governava 14 das 20 das regiões italianas, pode ficar com apenas três, considerando uma provável vitória na Campânia, o Lazio e a Emilia-Romagna, que não participam das eleições de 20 e 21 de setembro. (ANSA).

O que descobri após ler todos os livros 'reveladores' sobre Trump .
Raros são os dias sem um novo livro sobre o presidente americano e a Casa Branca assinado por ex-assessor devoto ou desafeto do mandatário; mas que história eles contam juntos? 'Eu preciso de lealdade. Eu espero lealdade'Qualquer que seja o veredito do autor sobre Trump, há um tema recorrente nas obras. "Donald Trump tem um rígido código de lealdade", escreve Spicer. "Nada o machuca mais do que quando alguém em que confia se torna desleal", afirmam Lewandowski e Bossie. "Lealdade é um ponto-chave" em compromissos, resume Bolton.

usr: 1
Isto é interessante!