Mundo Limitação de mobilidade para cerca de 1 milhão de pessoas em Madri por coronavírus

21:31  18 setembro  2020
21:31  18 setembro  2020 Fonte:   msn.com

Madri prepara restrições devido à segunda onda de covid-19

  Madri prepara restrições devido à segunda onda de covid-19 A região de Madri, epicentro da segunda onda de coronavírus na Espanha, reconheceu nesta quinta-feira (17) que foi afetada pela explosão de casos e pediu uma ação "contundente" ao governo central, na véspera do anúncio de restrições à mobilidade da população. "A realidade da epidemia na Comunidade de Madri está piorando e precisaremos fazer mais esforços", disse o vice-presidente desta região onde vivem 6,6 milhões de pessoas, Ignacio Aguado. Em"A realidade da epidemia na Comunidade de Madri está piorando e precisaremos fazer mais esforços", disse o vice-presidente desta região onde vivem 6,6 milhões de pessoas, Ignacio Aguado.

Profissionais da saúde fazem um minuto de silêncio, em 14 de maio de 2020, no Hospital Gregorio Marañon, de Madri, em homenagem aos colegas mortos por covid-19 na primeira onda da pandemia no país © Gabriel BOUYS Profissionais da saúde fazem um minuto de silêncio, em 14 de maio de 2020, no Hospital Gregorio Marañon, de Madri, em homenagem aos colegas mortos por covid-19 na primeira onda da pandemia no país

Pressionada pelo aumento das infecções por covid-19, a região de Madri restringiu severamente a mobilidade de 850.000 pessoas para tentar desacelerar o avanço da segunda onda da epidemia.

Os moradores das áreas afetadas, que representam 13% da população e 25% das infecções, só poderão sair de seus bairros para "questões básicas" como trabalhar, ir ao médico ou levar os filhos à escola.

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"Somos obrigados a tomar medidas nessas áreas específicas (...) Se não o fizermos, correremos o risco de ter que adotar restrições para toda a cidade de Madri. Estamos a tempo de evitar isso", disse a responsável por essa região de 6,6 milhões de habitantes, Isabel Díaz Ayuso, em entrevista coletiva.

Entre as restrições que entrarão em vigor na segunda-feira e afetarão nove municípios, incluindo vários bairros pobres do sul da capital espanhola, estão a redução da capacidade de todos os estabelecimentos para 50% e o fechamento de parques e jardins.

Em toda a região, as reuniões serão limitadas a um máximo de seis pessoas, segundo as medidas que durarão, a princípio, duas semanas.

Submetida entre março e junho a um dos mais rígidos confinamentos do mundo, a Espanha vê desde julho a epidemia voltar a se espalhar em velocidade galopante, tornando-se o país da União Europeia com mais casos em proporção à sua população.

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Isso acontece apesar das múltiplas medidas tomadas para conter as infecções, como a obrigação de usar máscara quase todo o tempo, a proibição de fumar na rua se não houver distância interpessoal ou a proibição da vida noturna.

Com um terço dos novos casos e mortes no país, Madri é a região que mais preocupa tanto por sua população como por sua capacidade de propagar infecções para o resto do país, na medida em que é um centro nevrálgico da rede de transportes.

O chefe do governo espanhol, o socialista Pedro Sánchez, vai se reunir na próxima segunda-feira com o chefe do governo madrilenho, da oposição conservadora do Partido Popular, para estabelecer "uma estratégia comum" diante desta explosão de casos.

Embora Madri seja a região mais afetada, o crescimento da epidemia é generalizado em todo o país, com cerca de 10.000 novos casos diagnosticados diariamente.

Nesta semana, foram ultrapassados os 640 mil infectados e 30,4 mil mortos, segundo dados oficiais.

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