Mundo Maduro rechaça relatório da ONU que o acusa de 'crimes contra a humanidade'

05:15  25 setembro  2020
05:15  25 setembro  2020 Fonte:   msn.com

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  Brasil apela que seja negado apoio às eleições na Venezuela O Brasil disse esperar ainda que o relatório mobilize toda a comunidade internacional a trabalhar pela "extinção do regime ditatorial de Maduro e pela libertação da Venezuela".Em causa está um relatório divulgado na quarta-feira pela ONU, que aponta o Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, os ministros do Interior e da Defesa e os altos comandantes militares, polícias e serviços de inteligência entre os responsáveis por violações de direitos humanos tão graves que, em certos casos, constituem crimes contra a humanidade.

que crimes contra a humanidade provavelmente foram cometidos desde março de 2011”, afirmou Pillay, que ainda criticou o fato de a ONU demorar vetaram uma segunda resolução do Conselho de Segurança da ONU que exigia a saída de Assad do poder para a formação de um governo interino.

A partir dessa data, dezenas de milhares de palestinos da Faixa de Gaza, encrave localizado entre Israel, Egito e o Mediterrâneo, se reuniam todas Em 18 de março, um relatório mais detalhado será apresentado ao Conselho de Direitos Humanos, um órgão da ONU que as autoridades israelenses

Em foto divulgada pela presidência venezuelana, o presidente Nicolas Maduro faz, a partir do Palácio de Miraflores em Caracas, um discurso para a Assembleia Geral da ONU, realizada virtualmente este ano, em 23 de setembro de 2020 © Marcelo GARCIA Em foto divulgada pela presidência venezuelana, o presidente Nicolas Maduro faz, a partir do Palácio de Miraflores em Caracas, um discurso para a Assembleia Geral da ONU, realizada virtualmente este ano, em 23 de setembro de 2020

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, rechaçou nesta quinta-feira (24) um relatório da ONU que o vincula a possíveis "crimes contra a humanidade" e disse que enviará um relatório paralelo sobre direitos humanos ao secretário-geral da organização.

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por crimes contra a humanidade e crimes de guerra nos Estados de Rakhine, Kachin e Shan”. No relatório , a missão da ONU pedia ao Conselho de Desde que a nacionalidade birmanesa lhes foi retirada em 1982, os rohingyas têm sido submetidos a muitas restrições: não podem viajar ou casar

O alto comissário da ONU para os direitos humanos alertou nesta segunda-feira que o governo do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro , pode minar ainda mais as instituições democráticas e que crimes contra a humanidade já podem ter sido cometidos pelas forças de segurança venezuelanas.

"É um documento que é uma bagunça do ponto de vista técnico e científico, à luz dos direitos humanos universais, é uma bagunça insustentável", declarou o presidente em discurso na televisão.

A missão internacional independente das Nações Unidas sobre a Venezuela apresentou, em 16 de setembro, um meticuloso relatório de 443 páginas, após investigar 223 casos, 48 deles em profundidade.

A presidente da missão, Marta Valiñas, afirmou em nota que foram encontrados "motivos razoáveis para acreditar que as autoridades e forças de segurança venezuelanas planejaram e praticaram graves violações dos direitos humanos desde 2014, algumas das quais - inclusive execuções arbitrárias e o uso sistemático de tortura - constituem crimes contra a humanidade".

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  Pompeo sobre Maduro: 'ele é traficante de drogas' O secretário de Estado americano, Mike Pompeo, aumentou a pressão sobre a Venezuela nesta sexta-feira, em uma viagem relâmpago por países da América do Sul durante a qual defendeu a saída do presidente Nicolás Maduro. No Brasil, Pompeo disse que Maduro "é um traficante de drogas".

" A minha investigação sugere a possibilidade de se terem cometido crimes contra a humanidade , algo que apenas pode ser confirmado Os protestos contra o Governo do Presidente Nicolás Maduro provocaram pelo menos 125 mortos desde abril, de acordo com o Ministério Público venezuelano.

Esses fatos constituem crimes de lesa- humanidade , segundo os especialistas, que citam assassinatos, estupros, escravidão - sobretudo, sexual -, perseguições e outros atos desumanos. Lamentam, porém, que "subsiste um problema muito grave de impunidade à luz da amplitude e da

A missão "não é independente", disse Maduro, mas "uma comissão dependente do Grupo de Lima, dependente de Mike Pompeo", secretário de Estado dos Estados Unidos, país que faz uma campanha internacional para promover sua saída do poder.

Do Palácio de Miraflores, sede do governo, o presidente mostrou um relatório sobre os direitos humanos na Venezuela recebido do procurador-geral, paralelo ao apresentado pela ONU que está "cheio de mentiras", segundo o governo socialista.

Maduro instruiu seu ministro das Relações Exteriores, Jorge Arreaza, a enviar uma cópia do "extraordinário" relatório até segunda-feira ao secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, com quem realizou uma videoconferência "muito oportuna" anteriormente.

Seguindo a "recomendação" de Guterres, continuou Maduro, ele disse "aspirar nos próximos dias" encontrar-se por videoconferência com a alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet.

Em seu discurso virtual à ONU na quarta-feira, parte da 75ª Assembleia Geral, Maduro não fez menção ao relatório apresentado pela organização. Em vez disso, ele concentrou seu discurso nas sanções dos EUA contra seu governo, garantindo que elas afetam a "estabilidade" do país caribenho.

Em julho, Bachelet apresentou um relatório denunciando "detenções arbitrárias, violações das garantias do devido processo" e casos de "tortura e desaparecimentos forçados". Caracas chamou o documento de "tendencioso".

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Sanções americanas afetam 'estabilidade' da Venezuela, diz Maduro na ONU .
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, garantiu nesta quarta-feira (23) que as sanções de Washington "colocam em perigo a estabilidade" do país e da região, exigindo à Organização das Nações Unidas (ONU) o fim das medidas contra seu governo e seus aliados internacionais. Com a "violação ilegal" da Carta das Nações Unidas, "a estabilidade de nosso país e da região latino-caribenha está em perigo", continuou Maduro, que exige o fim de todas as sanções.Maduro foi alvo na segunda-feira de novas sanções anunciadas pelos Estados Unidos por comercializar armas com o Irã, um dos países aliados da Venezuela, ao lado de Rússia, China, Turquia e Cuba.

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