Mundo Wuhan, berço da covid-19, deixa o vírus para trás

16:31  28 setembro  2020
16:31  28 setembro  2020 Fonte:   msn.com

Wuhan, na China, recebe 1º voo internacional após 8 meses

  Wuhan, na China, recebe 1º voo internacional após 8 meses 1º epicentro de Covid no mundo, cidade volta à 'normalidade'    Um avião da companhia sul-coreana T'Way pousou no aeroporto local com cerca de 60 passageiros na manhã de hoje. A viagem havia partido de Incheon e a companhia aérea planeja manter um voo semanal nessa rota.

A população de Wuhan , cidade chinesa que foi berço da pandemia de coronavírus, está sendo autorizada pelo governo a retomar sua rotina de O fim das restrições veio depois que o Ministério da Saúde do país anunciou, nesta segunda-feira (24), que nenhum novo caso de Covid - 19 foi notificado

Milhares de chineses comemoraram com euforia, nesta quarta-feira (8), o fim de mais de dois meses de confinamento em Wuhan , berço da pandemia de Covid - 19

Um homem se prepara para nadar no rio Yangtze em Wuhan, na província de Hubei, na China, em 28 de setembro de 2020 © Hector RETAMAL Um homem se prepara para nadar no rio Yangtze em Wuhan, na província de Hubei, na China, em 28 de setembro de 2020

Wuhan, a cidade chinesa que há nove meses era o epicentro da covid-19, deixou o vírus para trás e renasceu, mas testemunha com desolação o balanco de um milhão de mortes que a pandemia já provocou em todo o planeta.

Nesta cidade do centro da China, submetida a um duro confinamento no início do ano, o orgulho de ter vencido a doença se confunde com a tristeza causada por esse trágico balanço.

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E como conviver com o constante temor de transmitir o vírus a eles. Acompanhe as histórias. Pesquisadores apontam que o aumento da frequência urinária pode ter ligação e até mesmo ser um sintoma da COVID - 19 , desde que acompanhada de outros sintomas mais clássicos da infecção por

Moradores da cidade chinesa de Wuhan , o epicentro da epidemia do novo coronavírus, respiram aliviados no momento em que a quarentena obrigatória entra na

"Um milhão de pessoas, falando em termos relativos à população global, pode não ser muito", diz Hu Lingquan, cientista que mora em Wuhan.

"Mas estamos falando de pessoas reais, de pessoas que tinham família", acrescenta.

Esta manhã, em Wuhan, as crianças iam para a escola, em meio ao trânsito intenso da cidade, que quase voltou ao normal.

No início de 2020, as imagens fantasmagóricas e sombrias de Wuhan confinada e isolada rodaram o mundo que ainda mal imaginava a pandemia que viria.

Hoje, a China afirma ter derrotado o vírus, enquanto de Londres a Melbourne, passando por Madri ou Tel Aviv, as pessoas voltam a se confinar.

Após meses de medidas duras, a economia está se recuperando na China, com a reabertura de fábricas e os consumidores de volta às lojas.

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a doença Covid - 19 , terá surgido em dezembro num mercado de rua de Wuhan , embora alguns estudos admitam que o vírus já estivesse presente Médicos em França sugerem, entretanto, ter assistido o primeiro paciente no país com Covid - 19 a 27 de dezembro após terem repetido em abril

Constantino e Augusto: Governo mostrou preocupação com transparência de dados da Covid - 19 - Продолжительность: 3:55 Jovem Pan News 10 325 просмотров.

A própria Wuhan, considerada o "marco zero" da epidemia, agora se orgulha de seu retorno à normalidade, com grandes festas em piscinas ou parques de diversão lotados.

Mas aqueles que sofreram as devastadoras consequências econômicas e sociais da pandemia, costumam responsabilizar a China pela epidemia.

O vírus surgiu nesta cidade de 11 milhões de habitantes, que registrou 50.340 casos confirmados e 3.869 óbitos, o maior número de infectados e mortes na China.

Mas desde maio não são registrados novos casos em Wuhan, e muitos agora nesta cidade criticam a resposta global à epidemia, que parece ter sido controlada em território chinês.

Alguns líderes, porém, culpam este país diretamente, como o presidente dos Estados Unidos Donald Trump, que se refere à doença como o "vírus chinês".

"Do ponto de vista chinês, a resposta de outros países ao vírus tem sido muito ruim", diz Hu.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que o número de vítimas da pandemia pode continuar a aumentar até que uma vacina eficaz seja encontrada e ela possa ser distribuída globalmente.

"Quando a epidemia estourou, nunca imaginei que o número de mortes pudesse ser tão alto", afirmou à AFP Guo Jing, outro residente de Wuhan.

"Superou tudo o que se pode imaginar e continua subindo", acrescentou.

Enquanto isso, em Wuhan, a maioria das máscaras estava pendurada no queixo de seus usuários, ao invés de cobrir a boca e o nariz, enquanto os shoppings estavam lotados.

"Wuhan renasceu", disse An An, residente na cidade, à AFP.

"A vida voltou a ser o que era antes. Todos nós que moramos em Wuhan nos sentimos bem", acrescentou.

burs-apj/rox/fox/me/zm

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Kobe, Zion, pandemia, bolha Por dentro da temporada mais longa e imprevisível da história da NBASilver é um otimista que acredita na NBA como um instrumento de ‘soft power’ em todo o mundo. Ele é um embaixador disposto que falou naquela noite sobre a incursão da liga na África e no subcontinente indiano, e sua presença cada vez maior na China, onde o basquete pode ser usado "talvez da mesma forma que o tênis de mesa era usado nos dias de Richard Nixon". Esta é uma parte central da mensagem de Silver: sejam elas fronteiras internacionais ou o reino das mídias sociais, a NBA adora enfrentá-las.

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