Mundo Policial indiciado após morte de Breonna Taylor se declara inocente

03:17  29 setembro  2020
03:17  29 setembro  2020 Fonte:   msn.com

A fórmula antirracista de Lewis Hamilton

  A fórmula antirracista de Lewis Hamilton A fórmula antirracista de Lewis HamiltonO piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton não requer apresentação quanto ao seu excepcional desempenho nas pistas: ele é hexacampeão mundial, e isso diz tudo. Hamilton também não carece de citações sobre a sua luta pela democracia racial. Cada vez que alguém, impecável na campo profissional, coloca-se claramente a favor de causas sociais, o mundo sai ganhando. Há tempo ele vem denunciando, no pódio e em entrevistas, a barbaridade do assassinato da negra Breonna Taylor, na cidade americana de Louisville — foi morta com dez tiros por policiais brancos supremacistas.

Em 9 de março, o ministro da Justiça e procurador-geral David Lametti, ao lado do ministro da Diversidade, Inclusão e Juventude, Bardish Chagger, apresentou o projeto de lei C-8, que proibiria a terapia de conversão no Policial indiciado após morte de Breonna Taylor se declara inocente .

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Protestos em Louisville, Kentucky, sobre a falta de acusações criminais contra policiais pela morte de Breonna Taylor © Jeff Dean Protestos em Louisville, Kentucky, sobre a falta de acusações criminais contra policiais pela morte de Breonna Taylor

O ex-policial indiciado por envolvimento na morte de Breonna Taylor, jovem negra que morreu durante uma ação policial em março em Louisville, no estado americano de Kentucky, se declarou inocente diante das três acusações que a justiça atribuiu a ele na semana passada.

Nenhum dos três policiais que abriram fogo durante a operação que levou à morte da jovem de 26 anos foi acusado de homicídio. O agente Brett Hankison foi acusado de colocar em risco a vida dos vizinhos de Taylor, quando seus tiros atingiram o apartamento ao lado da vítima.

Dois policiais feridos a bala em protestos por Breonna Taylor nos EUA

  Dois policiais feridos a bala em protestos por Breonna Taylor nos EUA Dois policiais foram feridos a bala e um suspeito foi detido na cidade americana de Louisville, no estado de Kentucky, onde nesta quarta-feira (23) surgiu uma manifestação antirracista ligada à morte em março da afro-americana Breonna Taylor. Milhares de pessoas foram às ruas desta cidade do estado de Kentucky após a justiça acusar, indiretamente, somente um dos policiais envolvidos no tiroteio que causou a morte de Taylor, uma enfermeira negra de 26 anos cujo nome se tornou um emblema do movimento Black Lives Matter.Uma grande contingente policial foi mobilizado na cidade de 600.000 habitantes e várias pessoas foram presas durante a tarde.

O mistério que envolve a morte da Policial Militar Juliane está perto de ser desvendado. O suspeito Felipe Oliveira da Silva, que é conhecido como Silvinho chegou aos gritos à delegacia e se diz inocente .

Nove anos depois do estupro e morte de Pâmela, uma adolescente de 14 anos de idade, em Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, a polícia prendeu o responsável

Aos outros dois policiais, a justiça não impôs nenhuma acusação, pois um júri considerou que eles haviam atuado em legítima defesa. Hankison, que foi demitido da polícia em junho, está livre e deu depoimento por telefone em uma breve audiência nesta segunda-feira (28).

Seu advogado, Stewart Matthews, solicitou que o policial pudesse ficar com as armas que possui "para se defender", devido às "ameaças que tem recebido nas redes sociais", pedido que foi rejeitado pelo juiz.

A decisão judicial sobre a morte de Taylor gerou protestos em Louisville e no resto dos Estados Unidos, pois os manifestantes consideraram o tratamento dos três agentes muito benevolente. A próxima audiência do caso será no dia 28 de outubro. Hankison pode ser condenado a até 15 anos de prisão.

Taylor morreu na noite de 13 de março, depois que os três policiais chegaram à sua casa com um mandado de busca e apreensão especial que os permitiu entrar sem aviso. Ao chegar, o namorado da vítima abriu fogo contra os policiais, que dispararam de volta. Vários tiros atingiram Taylor.

O namorado de Taylor alegou ter confundido os policiais com ladrões, mas os policiais afirmaram ter anunciado sua presença antes de entrar, versão confirmada por uma testemunha, segundo a procuradoria.

cyj/cjc/gma/rsr/ic

Brasileiro indiciado pelo assassinato da mulher na França pode ser condenado à longa pena de prisão .
O brasileiro José Rodrigo Martin, 27 anos, indiciado na terça-feira (29) pelo assassinato de sua companheira, Franciele Alves da Silva, poderá passar longos anos atrás das grades na França. Martin, que confessou à polícia francesa ter matado a mulher a facadas, foi encarcerado em regime de prisão preventiva na penitenciária de Fresnes, na periferia de Paris. Caso ele seja condenado, a sentença poderá variar de 30 anos de reclusão à prisão perpétua. A avaliação psiquiátrica-forense realizada durante o inquérito policial concluiu que Martin teve uma "alteração de discernimento" no momento do crime, mas pode ser responsabilizado penalmente por seus atos.

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